Vítor Nery
30 years
João Pessoa - (🇧🇷 BRA)
Usuário desde Maio de 2012
Ver mais
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum


Carregando Publicidade...
Remover Anuncios

Últimas opiniões enviadas

  • Vítor Nery
    4 dias atrás

    Poucos artistas parecem maiores do que a própria cultura pop quanto o caçula dos Jackson Five. Ao biografar uma figura desse tamanho, o desafio é desvendar o homem por trás do mito.

    Mas Michael, de Antoine Fuqua, escolhe outro caminho: o de reconstruir aquilo que já é familiar ao espectador.

    A linha do tempo com os principais marcos da carreira se acumulam entre o abuso psicológico do pai, a tentativa de reconectar com a própria criança interior e o retrato de multidões histéricas com a sua fisicalidade no palco.

    Só que o capricho dos números musicais, coreografias e bastidores de clipes que recuperam parte da energia que transformou Michael Jackson em um fenômeno pouco entregam além do que já se pode encontrar nas suas performances públicas.

    O que predomina em cena é sua máscara social: a versão higienizada, passiva e pueril que só parece existir a partir do conflito com Joseph.

    Não entendemos como ele foi além do talento bruto e precisou recorrer à disciplina, ambição e frieza para suportar a pressão da fama. Apesar de ter dito em vida que detestava turnês, o protagonista é retratado quase sempre confortável carregando o peso do título de rei do pop.

    Com um material tão controlado em mãos, a criação artística também vira fórmula: MJ assiste a um filme de terror, surge Thriller. Vê uma reportagem, nasce Beat It. Como se genialidade fosse um estalo conveniente.

    Os diálogos seguem a mesma lógica: literais, expositivos e sem subtexto. Nada vive nos silêncios, e isso pesa em uma história marcada pela incapacidade de comunicação entre pai e filho.

    Ainda assim, seria injusto ignorar o esforço técnico.

    O filme tenta construir algo digno dentro das limitações que aceita - e em vários momentos consegue.

    Por isso, Michael funciona mais como um grande show do que como um drama biográfico.

    Encena o espetáculo e reverencia o ícone, mas evita a pessoa.

  • Vítor Nery
    10 meses atrás

    ~~crítica social foda~~

  • Vítor Nery
    12 meses atrás

    Da série: personagens que deveriam abrir um podcast de meditação guiada. Até em um projeto mediano, o Fincher entrega um trabalho intrigante e charmoso. Se tivesse permanecido na toada do primeiro ato, a nota seria outra. Fassbender tá um monstro.

  • Bianca 6 anos atrás

    Oiiii tudo bem? Pode me fazer algumas recomendações?? Bjs!

  • Ligiah 8 anos atrás

    Vitor, vou ver o filme que você me indicou.
    Saudades, viu?

  • Luccino 9 anos atrás

    Olá Vítor! Seja bem-vindo!
    Grato por adicionar e curtir o meu comentário sobre o filme nacional.
    Precisávamos ver tudo aquilo, no bom sentido da experiência! kkkkk