O avô de Deanna, amiga de Judy, é um regente de orquestra de coreto que não tem tido muito sucesso. Suas apresentações “todos os domingos” estão geralmente vazias. Perto de desistir de tocar, ele é convencido pelas garotas a tentar mais uma vez.
O nono "filme" de Deanna Durbin com melhor nota no IMDB. Apesar de contar com duas garotas que se tornariam gigantes de Hollywood, numa interação curiosíssima entre Judy Garland (principal nome da MGM no final dos anos 30) e Deanna Durbin (salvou a Universal de falir e o resto é história), o curta é bem fraquinho e a nota vai quase que só por contar com uma interação entre as duas. Na época, a Fox estava fazendo enorme sucesso com Shirley Temple e o foc em talentos mirins virou padrão entre os estúdios. Já li que este curta era uma espécie de screen test para as duas atrizes (primeira aparição de Deanna e terceira produção com a Judy), embora também tenha lido por aí que na verdade o contrato de Deanna já tinha se encerrado quando gravaram e ela já estava apalavrada com a Universal. Histórias conflitantes à parte, continuo preferindo a Deanna. A filmografia dela é mais consistente e ela foi um enorme sucesso na época, sendo, se não me engano, a segunda atriz mais bem paga nos anos 1940. Mas, Judy arrumou um sucesso enorme em Mágico de Oz, que é queridinho nos EUA, então acabou que sua fama perdurou mais aos dias de hoje. Bom, o curta é bem bestinha. Ninguém se interessa pela orquestra, aí põe duas garotinhas cantando, algo que faz diferença mínima, e todo mundo simplesmente começa a correr e pular para assistir, bem forçado. E, no final, a orquestra não era realmente talentosa mesmo, já que precisou das garotinhas para fazer sucesso. Mas o contraponto entre o clássico e o moderno (que hoje em dia também é clássico) é interessante e as duas atrizes se portam muito bem, embora Deanna ainda esteja levemente travada, já que ainda não era atriz, enquanto Judy, pelo contrário, está solta até demais, com caras muito exageradas. Mas, está muito bom para trabalhos iniciais e essas atrizes fizeram jus às chances dadas pelos estúdios. Nota: 7.1.
O nono "filme" de Deanna Durbin com melhor nota no IMDB. Apesar de contar com duas garotas que se tornariam gigantes de Hollywood, numa interação curiosíssima entre Judy Garland (principal nome da MGM no final dos anos 30) e Deanna Durbin (salvou a Universal de falir e o resto é história), o curta é bem fraquinho e a nota vai quase que só por contar com uma interação entre as duas. Na época, a Fox estava fazendo enorme sucesso com Shirley Temple e o foc em talentos mirins virou padrão entre os estúdios.
Já li que este curta era uma espécie de screen test para as duas atrizes (primeira aparição de Deanna e terceira produção com a Judy), embora também tenha lido por aí que na verdade o contrato de Deanna já tinha se encerrado quando gravaram e ela já estava apalavrada com a Universal.
Histórias conflitantes à parte, continuo preferindo a Deanna. A filmografia dela é mais consistente e ela foi um enorme sucesso na época, sendo, se não me engano, a segunda atriz mais bem paga nos anos 1940. Mas, Judy arrumou um sucesso enorme em Mágico de Oz, que é queridinho nos EUA, então acabou que sua fama perdurou mais aos dias de hoje.
Bom, o curta é bem bestinha. Ninguém se interessa pela orquestra, aí põe duas garotinhas cantando, algo que faz diferença mínima, e todo mundo simplesmente começa a correr e pular para assistir, bem forçado. E, no final, a orquestra não era realmente talentosa mesmo, já que precisou das garotinhas para fazer sucesso. Mas o contraponto entre o clássico e o moderno (que hoje em dia também é clássico) é interessante e as duas atrizes se portam muito bem, embora Deanna ainda esteja levemente travada, já que ainda não era atriz, enquanto Judy, pelo contrário, está solta até demais, com caras muito exageradas. Mas, está muito bom para trabalhos iniciais e essas atrizes fizeram jus às chances dadas pelos estúdios.
Nota: 7.1.