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Data de lançamento
18 Junho 2022Duração
Em meio à legalização do casamento igualitário nos Estados Unidos em 2015, um casal gay de longa data se divorcia. Max, que se sente estagnado, luta para recomeçar a vida e é obrigado a dividir um quarto com um jovem programador. Dessa convivência inusitada, surge uma conexão inesperada que os faz questionar suas próprias visões sobre o amor.
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Preguiça de comentar essa bomba. Apelação pra nudez e temas importantes debatidos de forma banal e rasa. A atuação do Matthew melhorou um pouco ou os demais que eram piores, mas ainda deixa a desejar.
que preguiça de criticar algo tão chulo - atuações tão naturais quanto uma IA, somado a trilha piegas e apelação a nudez, é melhor ter visto o filme do Pelé (mesmo que eu tenha um pé atrás com a pessoa dele).
Uma boa ideia desperdiçada
O filme parte de uma proposta que tinha tudo para render um ótimo drama romântico. A história acompanha dois casais durante uma celebração de renovação de votos, mas a festa acaba se transformando no início do fim quando um dos parceiros revela o desejo de se separar para viver novas experiências. A partir daí, o filme concentra sua atenção em um homem mais velho que não consegue superar o término do casamento e permanece emocionalmente ligado ao ex-marido.
No meio desse processo, ele conhece Conrad, um rapaz mais jovem que desperta a possibilidade de um novo amor. O filme aborda temas interessantes, como a diferença de idade nos relacionamentos, o medo de recomeçar, a dificuldade de confiar novamente e o peso de permanecer preso ao passado enquanto tenta construir um futuro.
O problema é que tudo isso funciona muito melhor na ideia do que na prática. Apesar da premissa promissora, senti que o filme é mal executado. Com apenas 1h17 de duração, a narrativa consegue ser surpreendentemente lenta, sem criar uma conexão verdadeira com os personagens. Em vários momentos, parecia que a história andava em círculos, sem desenvolver o suficiente os conflitos ou fazer com que eu me importasse com o destino de cada um.
Além disso, algumas decisões do roteiro, como o vai e vem do relacionamento e a indecisão sobre reatar ou seguir em frente, acabam soando previsíveis e sem impacto emocional. Em vez de aprofundar os sentimentos dos personagens, o filme entrega uma trama que parece mais do mesmo.
No fim, Todos os Tipos de Amor levanta discussões relevantes sobre recomeços e amadurecimento emocional, mas não consegue transformar essas ideias em uma história envolvente. É um daqueles casos em que a proposta chama mais atenção do que o resultado final.
Meio chatinho... meio legalzinho,,,
Gente, que filme chato!!!
Pessoas chatas, sem carisma e feias numa história chata bagarai.
Pelo menos é curto.