Jovem opta por trabalhar como criador de porcos da Yakuza ao invés de arranjar um emprego normal. Contrariado pela namorada e acreditando ser apenas um trabalho como outro qualquer, ele acaba sendo jogado em meio ao mundo do crime.
Caramba, gostei bastante. O filme é cheio de camadas! Primeiramente, adorei como são opostos os personagens Kinta e Haruko, mesmo que um não possa viver sem o outro, a princípio. Haruko é a resistência, a resistência às desigualdades na sociedade japonesa e também a resistência política frente aos agressivos americanos. Já Kinta é a esperança e a perseverança, representa aquilo que as pessoas esperam acontecer através unicamente de seu esforço, se negando a enxergar à realidade das ruas japonesas. Os dois se complementam, na verdade. E ainda bem que o filme não é só isso. Tecnicamente também é muito bom. A cena do estupro, além de chocante, é brilhante. As cenas de perseguição, mais pro final, são igualmente impressionantes. Filmaço.
Achei o filme apenas razoável e que ganha um ponto pelo bom final . Pelas notas altas dadas aqui , o filme me decepcionou muito pois assim como o Balada de Narayama , os personagens são muito escandalosos , vulgares , exagerados , etc ... E eu gosto de quase todos os filmes japoneses ( mais este mostra o outro lado do povo japonês ; kkkk ) . Achei o filme um pouco confuso e com excesso de ação . Achei a atriz Jitsuko Yoshimura muito bonita . Acho que o meu problema é com esse diretor pois os 3 filmes que vi dele tiveram nota 6,0 ou seja : regulares .
Tem questões relevantes sobre a decadência moral humana aliada ao falso olhar de encantamento do mundo para os EUA, mas o que mais me agradou foi a condução de câmera de Imamura, muita originalidade nos enquadramentos e fotografia belíssima.
Eu esperava mais do filme, por tantos comentários favoráveis que ouvi, mas não caiu tanto na minha graça. Achei que ele se estende demais em algumas partes, então ele fica inconstante, com cenas muitos fodas e outras bem mornas. O grande trunfo do filme é a atuação de Jitsuko Yoshimura (a namorada Haruko), ela consegue carregar o filme nas costas, excelente interpretação. Hiroyuki Nagato (o protagonista Kinta) já não gostei dele atuando, caricato demais, forçado demais, chega a atrapalhar a maneira como você encara o filme. A cena dos porcos nas ruas é sensacional, já o desfecho me decepcionou, previsível e repetitivo, é impressionante o tanto de filme japonês desta época que termina da mesma maneira, consigo citar uns 10 pelo menos, falta de criatividade.
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Caramba, gostei bastante. O filme é cheio de camadas! Primeiramente, adorei como são opostos os personagens Kinta e Haruko, mesmo que um não possa viver sem o outro, a princípio. Haruko é a resistência, a resistência às desigualdades na sociedade japonesa e também a resistência política frente aos agressivos americanos. Já Kinta é a esperança e a perseverança, representa aquilo que as pessoas esperam acontecer através unicamente de seu esforço, se negando a enxergar à realidade das ruas japonesas. Os dois se complementam, na verdade. E ainda bem que o filme não é só isso. Tecnicamente também é muito bom. A cena do estupro, além de chocante, é brilhante. As cenas de perseguição, mais pro final, são igualmente impressionantes. Filmaço.
Pigs and Battleships possui uma boa metáfora, mas trabalhada de maneira confusa no enredo, com falta de protagonismos ou situações marcantes.
Achei o filme apenas razoável e que ganha um ponto pelo bom final . Pelas notas altas dadas aqui , o filme me decepcionou muito pois assim como o Balada de Narayama , os personagens são muito escandalosos , vulgares , exagerados , etc ... E eu gosto de quase todos os filmes japoneses ( mais este mostra o outro lado do povo japonês ; kkkk ) . Achei o filme um pouco confuso e com excesso de ação . Achei a atriz Jitsuko Yoshimura muito bonita . Acho que o meu problema é com esse diretor pois os 3 filmes que vi dele tiveram nota 6,0 ou seja : regulares .
Tem questões relevantes sobre a decadência moral humana aliada ao falso olhar de encantamento do mundo para os EUA, mas o que mais me agradou foi a condução de câmera de Imamura, muita originalidade nos enquadramentos e fotografia belíssima.
Eu esperava mais do filme, por tantos comentários favoráveis que ouvi, mas não caiu tanto na minha graça. Achei que ele se estende demais em algumas partes, então ele fica inconstante, com cenas muitos fodas e outras bem mornas. O grande trunfo do filme é a atuação de Jitsuko Yoshimura (a namorada Haruko), ela consegue carregar o filme nas costas, excelente interpretação. Hiroyuki Nagato (o protagonista Kinta) já não gostei dele atuando, caricato demais, forçado demais, chega a atrapalhar a maneira como você encara o filme. A cena dos porcos nas ruas é sensacional, já o desfecho me decepcionou, previsível e repetitivo, é impressionante o tanto de filme japonês desta época que termina da mesma maneira, consigo citar uns 10 pelo menos, falta de criatividade.
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