Tokyo Ghoul mostra uma sociedade dividida entre seres humanos e ghouls, criaturas que parecem pessoas normais, mas se alimentam de carne humana. A história gira em torno de Kaneki Ken, um estudante que um dia é atacado por um ghoul, mas consegue sobreviver. Ele terá que se adaptar a viver entre os dois mundos.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Não é tão ruim
Depois da série corri para o live action. Apesar de não abranger toda a história, até que foi fiel ao anime, mesmo faltando alguns personagens icônicos como o Gourmet, o doido do Juuzo e o terrível Jason.
Sobre o elenco, vai a análise:
Kaneki: de início achei o ator um pouco velho demais, pois no anime ele tem dezoito anos e o rapaz parece ter quase trinta. Mas ele compensa nas cenas dramáticas e de desespero.
Touka: fantástica a atriz que deixou a melhor personagem no ponto exato.
Amon: o ator escolhido é muito bonito e lembra demais o personagem.
Mado: ao contrário do Kaneki, o ator parece mais jovem que o velhaco descabelado, mas sua atuação está ótima.
Hiname: no anime, ela tira força da doçura e gentileza para superar as perdas. Aqui parece só uma garotinha antisocial
Rize: a mistura de charme e maldade na medida.
Nishike: também escolheram um belo ator que tem a malícia e a sensualidade dele.
Kagunes, os apêndices dos Ghouls: perfeitos, assustadores.
Kenkis, as armas dos pombos: a do Amon parece um churrasco grego, mas...
No geral, ficou um bom filme que não destoa do clima do anime.
pra combinar com o anime que é horrível o filme não podia ser diferente
Não conheço a origem, não assisto animes, não gosto de HQ ou menos RPG. Então, assisti sem expectativas. È um bom filme de ficção, se esforçar um pouco vai uma alusão figurada e crítica da sociedade contemporânea, os grupos excluídos, o arranca rabo de classes, ou não, como diria Caê. Como tem muita coisa para retratar, o filme fica sem um rumo definido, os personagens são jogados na narrativa, sem tempo para construção ou contextualização. Tipo, vai lá e joga.
A sacada foi um roteiro linear, sobre o dia a dia e o entorno de um jovem, suas relações, suas experiências... funcionou.
É meio pebão nos efeitos e nas coleografias. Compensa com um boa estética.
Assustador. Curioso o caso do café.