Tokyo Tribe é um filme bem divertido, gostoso de assistir e muito bem dirigido que emana originalidade, inventividade e bom humor em toda sua duração, mas algumas coisas me incomodaram. Majoritariamente o roteiro, que é bem confuso e desconexo, e a hipersexualização das personagens femininas. Ambas características são parcialmente justificadas e explicadas pela estética descompromissada, caricata e abertamente surreal que o filme se outorga, entretanto isso não foi o bastante para me fazer relevar completamente esses problemas de roteiro e a misoginia quase cômica (mas não completamente intencional) que o Sono coloca aqui. Pelo menos a Nana Seino teve a compensação pela sua objetificação nesse filme no ano seguinte, com o Mamoru Oshii em Nowhere Girl, um filme onde ela é igualmente porradeira, porém é mais respeitada como personagem e ainda é centro de uma trama que representa simbolicamente uma revolta e vingança contra o patriarcado. Ao menos na minha interpretação do filme.
Sem dúvidas, o filme mais divertido de gangues. Sabe ser trash sem ser podreira. E a batida das músicas são sensacionais.
Tokyo Tribe é um filme bem divertido, gostoso de assistir e muito bem dirigido que emana originalidade, inventividade e bom humor em toda sua duração, mas algumas coisas me incomodaram. Majoritariamente o roteiro, que é bem confuso e desconexo, e a hipersexualização das personagens femininas. Ambas características são parcialmente justificadas e explicadas pela estética descompromissada, caricata e abertamente surreal que o filme se outorga, entretanto isso não foi o bastante para me fazer relevar completamente esses problemas de roteiro e a misoginia quase cômica (mas não completamente intencional) que o Sono coloca aqui.
Pelo menos a Nana Seino teve a compensação pela sua objetificação nesse filme no ano seguinte, com o Mamoru Oshii em Nowhere Girl, um filme onde ela é igualmente porradeira, porém é mais respeitada como personagem e ainda é centro de uma trama que representa simbolicamente uma revolta e vingança contra o patriarcado. Ao menos na minha interpretação do filme.
meu jesus que esquizofrenia é essa
"Não é o tamanho do cabeção que importa, mas sim do coração"
Sion mostra sua versatilidade. Tokyo Tribe conquista de imediato,pelo ritmo, som e visual. Bom filme!