Drama inglês baseado na peça "The Birthday Party", de 1957, de Harold Pinter (1930-2008), cujo roteiro também foi escrito por ele. O filme e a peça são considerados exemplos de "comédia de ameaça", um gênero associado a Pinter. O filme foi um projeto de paixão para William Friedkin, que tinha sido um fã da peça, e ele permaneceu orgulhoso do filme após o seu lançamento, apesar de ter sido uma decepção de bilheteria.
O diretor Friedkin, em seu 2° filme, é mais conhecido por ter realizado pelo menos 2 clássicos inesquecíveis e premiados: Operação França (71) e O exorcista (73). Este drama pouco usual em sua carreira tem uma narrativa lenta, apenas 6 atores em cena, ótimos diálogos e interpretações idem. Vale destacar um dos bons trabalhos de Robert Shaw (1927-1978) em sua carreira. A estória é uma fantasia de medo, mistério e acusação, com notações realistas e sugestões de violência insondável, que o seu jogo consegue ser ao mesmo tempo engraçado e horrível. Tem que ter uma certa paciência pra assimilar certas falas, mas o roteiro é bem construído, interessante e arrepiante.
Stanley Webber recebe a visita inesperada de dois estranhos misteriosos e ameaçadores que se oferecem para ser os anfitriões de sua festa de aniversário. Durante a celebração, eles o forçam a responder perguntas absurdas e a se levantar e sentar-se continuamente. Finalmente, eles o sequestram após torturá-lo psicologicamente. Há um segredo misterioso que Stan esconde deles, e nem o casal de idade (que são donos da pensão), imagina o perigo que estão passando. Stan, que é o inquilino, se refugiou de alguma culpa, crime, traição, na verdade alguma coisa nunca falou a ninguém. Afinal, o que os homens querem dele?
Drama inglês baseado na peça "The Birthday Party", de 1957, de Harold Pinter (1930-2008), cujo roteiro também foi escrito por ele. O filme e a peça são considerados exemplos de "comédia de ameaça", um gênero associado a Pinter. O filme foi um projeto de paixão para William Friedkin, que tinha sido um fã da peça, e ele permaneceu orgulhoso do filme após o seu lançamento, apesar de ter sido uma decepção de bilheteria.
O diretor Friedkin, em seu 2° filme, é mais conhecido por ter realizado pelo menos 2 clássicos inesquecíveis e premiados: Operação França (71) e O exorcista (73). Este drama pouco usual em sua carreira tem uma narrativa lenta, apenas 6 atores em cena, ótimos diálogos e interpretações idem. Vale destacar um dos bons trabalhos de Robert Shaw (1927-1978) em sua carreira. A estória é uma fantasia de medo, mistério e acusação, com notações realistas e sugestões de violência insondável, que o seu jogo consegue ser ao mesmo tempo engraçado e horrível. Tem que ter uma certa paciência pra assimilar certas falas, mas o roteiro é bem construído, interessante e arrepiante.
Stanley Webber recebe a visita inesperada de dois estranhos misteriosos e ameaçadores que se oferecem para ser os anfitriões de sua festa de aniversário. Durante a celebração, eles o forçam a responder perguntas absurdas e a se levantar e sentar-se continuamente. Finalmente, eles o sequestram após torturá-lo psicologicamente. Há um segredo misterioso que Stan esconde deles, e nem o casal de idade (que são donos da pensão), imagina o perigo que estão passando. Stan, que é o inquilino, se refugiou de alguma culpa, crime, traição, na verdade alguma coisa nunca falou a ninguém. Afinal, o que os homens querem dele?
que bom esse spoiler na sinopse