Na Argentina da década de 1980, Rubén conta à família que é trans. Vinte anos depois, ela volta para casa por causa de uma tragédia e embarca em uma jornada surreal.
Que filme estranho! Sou um admirador dos trabalhos do Daniel Burman há algum tempo, e sempre defendi que ele era bem mais do que um "Woody Allen argentino", como a mídia insistia. O modo como ele insiste em apregoar a possibilidade legítima de reconciliação familiar - através das tradições religiosas mais antigas, mas não apenas - é muito singular, e isto garante a sua autoralidade nesta obra, que, aparentemente, destoa bastante de seu estilo predominantemente verborrágico. Por vezes, a impressão que fica é a de que personagens e situações foram abandonados (os detalhes sobre o divórcio do irmão e a relação entre a mãe e os dançarinos, por exemplo), mas tudo se resolve naquilo que explode na canção fraterna, na cena do casamento. Tal qual fôra feito em enredos anteriores, o diretor não santifica os seus protagonistas: estes são expostos com defeitos e fraquezas, pois o que lhe interessa é justamente a humanidade dos mesmos, para além de quaisquer equívocos. O que não nos isenta de tachar a personagem Mumy de egoísta, eventualmente contraditória e arredia. Mas também merecedora de seu desfecho curativo, mediante a cerimônia que aguardava. Um filme que traz nas entrelinhas inúmeros debates sobre assimilação do identitarismo pelas grandes ferramentas de conservadorismo - e vice-versa, o que é surpreendente. Que filme estranho, repotioi! (WPC>)
Acho que a intenção era fazer uma comédia dramática com música dança e momentos nonsense. Não conseguiram! Até começa bem, mas depois fica uma coisa bem blah. Ela é super amiga do irmão, mas no início do filme não mostrou isso. Tive inclusive a impressão de que o irmão teria algum tipo de síndrome, mas não levaram adiante. Ela, quando menino não quis fazer o barmitzvah pq se sentia menina e queria fazer o ritual para meninas, depois como mulher, não quis fazer o ritual para meninas pq queria fazer o dos meninos. 🤔😒 Ahh por favor
perde a voz, vai numa "caça" aos significados e do nada ela consegue cantar no casamento que não deu certo. E ainda canta uma música de irmãos. Sem contar a atenção que a pobre coitada da noiva não teve
Finaliza do nada. Tinha potencial, mas se perdeu logo no início
Que filme estranho! Sou um admirador dos trabalhos do Daniel Burman há algum tempo, e sempre defendi que ele era bem mais do que um "Woody Allen argentino", como a mídia insistia. O modo como ele insiste em apregoar a possibilidade legítima de reconciliação familiar - através das tradições religiosas mais antigas, mas não apenas - é muito singular, e isto garante a sua autoralidade nesta obra, que, aparentemente, destoa bastante de seu estilo predominantemente verborrágico. Por vezes, a impressão que fica é a de que personagens e situações foram abandonados (os detalhes sobre o divórcio do irmão e a relação entre a mãe e os dançarinos, por exemplo), mas tudo se resolve naquilo que explode na canção fraterna, na cena do casamento. Tal qual fôra feito em enredos anteriores, o diretor não santifica os seus protagonistas: estes são expostos com defeitos e fraquezas, pois o que lhe interessa é justamente a humanidade dos mesmos, para além de quaisquer equívocos. O que não nos isenta de tachar a personagem Mumy de egoísta, eventualmente contraditória e arredia. Mas também merecedora de seu desfecho curativo, mediante a cerimônia que aguardava. Um filme que traz nas entrelinhas inúmeros debates sobre assimilação do identitarismo pelas grandes ferramentas de conservadorismo - e vice-versa, o que é surpreendente. Que filme estranho, repotioi! (WPC>)
Acho que a intenção era fazer uma comédia dramática com música dança e momentos nonsense. Não conseguiram!
Até começa bem, mas depois fica uma coisa bem blah.
Ela é super amiga do irmão, mas no início do filme não mostrou isso. Tive inclusive a impressão de que o irmão teria algum tipo de síndrome, mas não levaram adiante.
Ela, quando menino não quis fazer o barmitzvah pq se sentia menina e queria fazer o ritual para meninas, depois como mulher, não quis fazer o ritual para meninas pq queria fazer o dos meninos. 🤔😒 Ahh por favor
perde a voz, vai numa "caça" aos significados e do nada ela consegue cantar no casamento que não deu certo. E ainda canta uma música de irmãos. Sem contar a atenção que a pobre coitada da noiva não teve
Finaliza do nada.
Tinha potencial, mas se perdeu logo no início
Que filme merda pqp!!! A protagonista tem o carisma de uma porta, diálogos chatos e confusos, cenas desconexas, extremamente arrastado, enfim um LIXO.
Existem filmes ruins, péssimos e outros como esse aqui.
Desisti depois de 40 minutos.