Revi este primor de curta-metragem depois de alguns anos... E que belíssima homenagem a um dos escritores mais geniais (e incompreendidos) do Brasil. O tom poético da narrativa reconstitutiva demonstra pleno conhecimento e entendimento do universo de Augusto dos Anjos, mas o filme vai além da tentação meramente biográfica: traz a poesia para o cotidiano, para as lavouras, para o agora. O poeta vive, é eterno. Lindo demais! Depois de ter tido a graça de conversar pessoalmente com este diretor - há muito tempo, na época do lançamento deste curta-metragem, para ser preciso - posso assumir-me como seu fã: que artista coerente, que homem inteligente e sensível. Uau! Muitíssimo emocionado com a grandiosidade desta jóia, que não se rende a qualquer censura. Primoroso! (WPC>)
A beleza da poética.
Poeta Augusto dos Anjos, o Edgar Allan Poe brasileiro
Revi este primor de curta-metragem depois de alguns anos... E que belíssima homenagem a um dos escritores mais geniais (e incompreendidos) do Brasil. O tom poético da narrativa reconstitutiva demonstra pleno conhecimento e entendimento do universo de Augusto dos Anjos, mas o filme vai além da tentação meramente biográfica: traz a poesia para o cotidiano, para as lavouras, para o agora. O poeta vive, é eterno. Lindo demais! Depois de ter tido a graça de conversar pessoalmente com este diretor - há muito tempo, na época do lançamento deste curta-metragem, para ser preciso - posso assumir-me como seu fã: que artista coerente, que homem inteligente e sensível. Uau! Muitíssimo emocionado com a grandiosidade desta jóia, que não se rende a qualquer censura. Primoroso! (WPC>)
"É a dor da Força desaproveitada,
- O cantochão dos dínamos profundos,
Que, podendo mover milhões de mundos,
Jazem ainda na estática do Nada!"