Full Moon High, de 1981, conhecido no Brasil como Trapalhadas de um Lobisomem, tem seus momentos engraçados e boas piadas. Aliás, tem muitas piadas no texto que são atuais até hoje e não são nada forçadas. São mais piadas em falas do que tonteiras excessivas ou humor corporal.
Tem uma cena em que Tony (Adam Arkin) vai no restaurante e diz que tudo é de prata, quando claramente tem coisas de inox lá. Se isso foi uma piada, eu não sei, o filme não deixa isso claro. Porém, obviamente nem todos os objetos do restaurante seriam de prata, né? A maioria com certeza era de inox e o filme usa isso como se fosse prata apesar de não ser, mas não deixa claro que é uma piada.
Gostei também que o filme foge do convencional que uma história assim normalmente se propõe. Enfim, é um filme leve, brinca com os clichês dos filmes de lobisomem e tem uma história interessante que poderia ter tido diversos caminhos diferentes.
Aliás, vale destacar a boa participação de Alan Arkin, bem mais novo no filme. Ele interpreta o Dr. Brand, um psiquiatra excêntrico que entra na história com um timing perfeito e rouba várias cenas com seu humor seco e afiado.
Alan Arkin é o pai de Adam Arkin na vida real, o que torna ainda mais divertido ver os dois contracenando (mesmo que indiretamente) nesse filme maluco.
Um filme bem bacana, despretensioso e tem muito mais coisa inusitada que o próprio clichê do lobisomem kkkk é divertido, bom pra arejar a cabeça de filmes pesados
Passava bastante nas Sessão da tarde nos anos 80. Há algumas piadas sobre o comunismo. Mas convenhamos que é chatinho e paradinha na maioria da exibição. Larry Cohen era uma cineasta inventivo e criativo, mas fez filmes melhores que este.
- 7/10 - em alguns momentos até parece um filme do trio ZAZ - várias piadas e gags muito boas, bem a frente do seu tempo, as comédias do começo da década de 80 não eram assim - tem uma barriguinha do meio pro final que pesa um pouco
Full Moon High, de 1981, conhecido no Brasil como Trapalhadas de um Lobisomem, tem seus momentos engraçados e boas piadas. Aliás, tem muitas piadas no texto que são atuais até hoje e não são nada forçadas. São mais piadas em falas do que tonteiras excessivas ou humor corporal.
Tem uma cena em que Tony (Adam Arkin) vai no restaurante e diz que tudo é de prata, quando claramente tem coisas de inox lá. Se isso foi uma piada, eu não sei, o filme não deixa isso claro. Porém, obviamente nem todos os objetos do restaurante seriam de prata, né? A maioria com certeza era de inox e o filme usa isso como se fosse prata apesar de não ser, mas não deixa claro que é uma piada.
Gostei também que o filme foge do convencional que uma história assim normalmente se propõe. Enfim, é um filme leve, brinca com os clichês dos filmes de lobisomem e tem uma história interessante que poderia ter tido diversos caminhos diferentes.
Não gostei que o pai do Tony, o Coronel William P. Walker (Ed McMahon), morreu, era um personagem bem engraçado.
Aliás, vale destacar a boa participação de Alan Arkin, bem mais novo no filme. Ele interpreta o Dr. Brand, um psiquiatra excêntrico que entra na história com um timing perfeito e rouba várias cenas com seu humor seco e afiado.
Como curiosidade,
Alan Arkin é o pai de Adam Arkin na vida real, o que torna ainda mais divertido ver os dois contracenando (mesmo que indiretamente) nesse filme maluco.
Assistido em 09/04/2026
tem uns momentosa divertidos, mas não rende muito não
Um filme bem bacana, despretensioso e tem muito mais coisa inusitada que o próprio clichê do lobisomem kkkk é divertido, bom pra arejar a cabeça de filmes pesados
Passava bastante nas Sessão da tarde nos anos 80. Há algumas piadas sobre o comunismo. Mas convenhamos que é chatinho e paradinha na maioria da exibição. Larry Cohen era uma cineasta inventivo e criativo, mas fez filmes melhores que este.
- 7/10
- em alguns momentos até parece um filme do trio ZAZ
- várias piadas e gags muito boas, bem a frente do seu tempo, as comédias do começo da década de 80 não eram assim
- tem uma barriguinha do meio pro final que pesa um pouco