Um célebre paleontólogo retorna à cidade litorânea onde viveu. E lá, durante três dias, a vida de sete pessoas se entrelaça em meio a profundas crises existenciais e dilemas. Tudo sob o olhar crítico e ingênuo de Charlie (Ferdinand Martin), menino de 9 anos.
Nada memorável, é um belo de um novelão barato, com atuações bem abaixo da média, feito num piloto automático difícil de defender. Primeira vez que vejo o Vincent Lindon numa atuação bem nada demais.
Assisti a este filme com o título TRÊS DIAS, SETE VIDAS, no canal Cinemax. A estória era muito promissora e a direção interessante, mas, infelizmente, o painel dos personagens se perde num moralismo canhestro e num roteiro automático, mas é muito bem fotografado, medianamente dramático, bem-interpretado e carinhosamente musicado: tem suas virtudes, portanto! (WPC>)