Um romancista americano vive por um tempo em Londres, e conversa com várias mulheres: sua amante, sua esposa e outras personagens femininas menos reais, às vezes até mesmo sonhadas.
Uma digressão antes da crítica: eu tenho uma certa aversão de ver em tela um caso amoroso entre uma mulher linda (como Léa Seydoux) e um homem muito feio. Em vários momentos do filme, me incomodei.
Bom, quanto ao filme, é um pouco dispersivo em sua narrativa. Uma trama linear encaixaria melhor, pois da forma como foi exposto aqui, soou como pretensão, como exibicionismo. O grande destaque é a atuação da Léa Seydoux. Sou apaixonado por essa mulher, com sua beleza e charme tipicamente francês.
Relato muito interessante de uma parte da vida do escritor, com diálogos ótimos e uma edição ágil que deixa pouquíssimos espaços vazios e faz o filme fluir perfeitamente.
Uma digressão antes da crítica: eu tenho uma certa aversão de ver em tela um caso amoroso entre uma mulher linda (como Léa Seydoux) e um homem muito feio. Em vários momentos do filme, me incomodei.
Bom, quanto ao filme, é um pouco dispersivo em sua narrativa. Uma trama linear encaixaria melhor, pois da forma como foi exposto aqui, soou como pretensão, como exibicionismo. O grande destaque é a atuação da Léa Seydoux. Sou apaixonado por essa mulher, com sua beleza e charme tipicamente francês.
Ai Léa, ai Léa...
Um bom filme, uma boa história.
Relato muito interessante de uma parte da vida do escritor, com diálogos ótimos e uma edição ágil que deixa pouquíssimos espaços vazios e faz o filme fluir perfeitamente.
Personagens e diálogos encantadores. Para quem gosta de cinema com muitas frases poéticas e inspiradoras, o filme é um prato cheio.
Irritantemente verborrágico