Kailey Sullivan, uma mulher que vive nos limites da vida e nem sempre faz as melhores escolhas. Envolvida num mundo de jogos e apostas, Kailey tenta conseguir dinheiro suficiente para livrar seu filho de 10 anos do pai problemático.
Se não fosse a força e o carisma de Famke Jansen (em seu pior momento ela continua linda), talvez “Turn the River” não passaria de um drama hipócrita. Além disso, a sua química com Rip Torn consegue surpreender, já que este tem uma bagagem e experiência capaz de fugir do usual. O diretor Chris Eigeman, o qual já atuou ao lado de Jansen no chatíssimo “Divã do Amor“, perde muitas boas oportunidades e faz uma obra que só encontra força mesmo em seus dois personagens principais, entrega um desfecho dúbio e, mesmo que seja um pouco forte (mas só um pouco), não é suficiente para produzir o resultado esperando de algo do gênero: emoção verdadeira. Leia mais em
Se não fosse a força e o carisma de Famke Jansen (em seu pior momento ela continua linda), talvez “Turn the River” não passaria de um drama hipócrita. Além disso, a sua química com Rip Torn consegue surpreender, já que este tem uma bagagem e experiência capaz de fugir do usual. O diretor Chris Eigeman, o qual já atuou ao lado de Jansen no chatíssimo “Divã do Amor“, perde muitas boas oportunidades e faz uma obra que só encontra força mesmo em seus dois personagens principais, entrega um desfecho dúbio e, mesmo que seja um pouco forte (mas só um pouco), não é suficiente para produzir o resultado esperando de algo do gênero: emoção verdadeira. Leia mais em
adoreiii !! axei um otimo filme!