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Data de lançamento
19 Maio 2010Duração
Depois de ter sido abandonado com oito anos num pensionário, Rohan volta à pequena cidade industrial de Jamshedpur. Aí sente-se oprimido por um pai autoritário e um meio-irmão pequenino de que ele não conhecia a existência. Obrigado a trabalhar na fábrica siderúrgica do seu pai, prosseguindo em paralelo o curso de engenheiro, tenta mesmo assim, forjar uma vida singular realizando o seu sonho de vir a ser escritor.
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Normalmente o cinema indiano se caracteriza por filmes melodramáticos em excesso, mensagens que beiram à auto-ajuda e um nível de caricatura absurdo e talvez por seus excessos tão assumidos alguns deles sejam tão famosos. Este Voar, tem todas estas características mas um porém, foge da fantasia e dos excessos para tentar ser mais sombrio e realista, o que faz dele um grande porcaria comparável às piores novelas da globo. Quer se levar à sério com uma mensagem patética enfiada goela abaixo e um nível de melodrama barato bastante difícil de suportar.
FODA!
Que filme lindo da porra. Dramas familiares sempre me tocam ao ponto de me fazer chorar como uma garotinha.
Conformados com a jaula ilusória em que nos prendem, tendemos a viver a vida alheia, cobiçar metas alheias, nos reprimirmos, e sermos oprimidos! Rohan e Arjur foram apenas o retrato de cada caso, como um todo, sem escrúpulos. Ninguém merece a liberdade, ela já está conosco, estamos vivendo e isso nos leva a tomarmos decisões que só cabem a nós. Todo ser é diferente.
No filme o garoto mais velho se via preso como um pássaro, se debatia, machucava, machucavam-no, gritava, destruía seu ninho e afins... No entanto, somente depois de ver do lado de fora uma situação igual o mesmo pode entender que a portinhola da gaiola esteve sempre aberta, seu carcereiro nada mais era do que o retrato de toda a expectativa e pós frustração acompanhada das dificuldades que a vida traz.
Se não for o pai, com certeza, outro seria/será.
Gente! Que coisa linda.... Esse filme é de uma sensibilidade... Poxa vida, veio num momento tão certo pra mim. Assim como quando eu assisti Liberal Arts, me senti tão identificada que na desde o começo sabia que entraria pros meus favoritos. Sem contar a trilha sonora, muito bonita.