Nesta caprichada produção baseada em famosa peça do premiado escritor Tenessee Williams, o clima quente, úmido e sensual de New Orleans envolve os persongens e dá o tom a esta trama recheada de paixão e desespero. Tudo começa quando a difícil Blanche DuBois (Jessica Lange) vai morar com sua irmã Stella (Diane Lane) e seu marido Stanley (Alec Baldwin). Os laços entre estes três personagens são, a todo momento, testados ao máximo, até que junta-se a eles Harold Michell (John Goodman), que traz de vez à tona o melhor e pior de cada um destes homens e mulheres.
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14.04.1996
Drama feito para a TV da CBS Entertainment Production indicado a 4 prêmios no Primetime Emmy Awards: excelente direção de arte para minissérie ou especial, melhor ator principal em minissérie ou especial, Alec Baldwin, melhor atriz principal em minissérie ou especial, Jessica Lange, e melhor ator coadjuvante em minissérie ou especial, John Goodman; no Globo de Ouro, mais 2 nomeações: melhor ator em minissérie ou filme feito para televisão, Alec Baldwin, e vencedor de melhor atriz em minissérie ou filme feito para televisão, Jessica Lange. O filme foi baseado na peça homônima de 1947 de Tennessee Williams (1911-1983).
Este filme é uma refilmagem de Uma rua chamada Pecado (51), seguido por outras 3 versões feitas para a TV: a produção argentina Un tranvía llamado Deseo (56), a produção sueca Linje Lusta (81) e A streetcar named Desire (84), além de 1 vídeo adulto, A brother's Desire (94), e o vídeo A streetcar named Desire (12) e mais 5 episódios de TV. "A streetcar named Desire" ganhou o Prêmio Pulitzer de drama em 1948. Diane Lane apareceu posteriormente em O homem de aço (13), que também contou com um personagem anteriormente interpretado por Marlon Brando. John Goodman interpretou o próprio Brando no "Saturday Night Live". Goodman e Alec Baldwin interpretaram Robert De Niro, que sucedeu Brando no papel de Vito Corleone. Seu pai também foi um dos amantes de Tennessee Williams. Jessica Lange apareceu com De Niro em Cabo do medo (91) e Sombras do mal (92).
Lógico que não tem comparação com o clássico original de 1951, mas este filme não é tão ruim como parece, mesmo sendo muito longo e cansativo, tendo boas performances de Alec Baldwin, como o grosseiro Stanley Kowalski e Jessica Lange, como a sensível e desbotada bela Blanche DuBois. Tem que ter muita paciência pra acompanhar a longa trama.
se porventura o desprezo, aliado a sentimentos como chatice, desinteresse, mas principalmente inexistencia plena de quaisquer tipo de simpatia por melosidades oriundas a expressões artisticas forçadas de epoca quase sem fim roteristico adequado, pelo contrario uma perpetuação de historias sem a minima necessidade de existirem, alem de DANEM SE opiniões divergentes, como se por obstante a vida real o fosse repleta de exageros sentimentais, comportamentais ou mesmo de alcunha dramatica, assim traduza se uma especie de " desejo", entao de fato este o qual no momento vos interpela dspoe MUITOS, e todos DESFAVORAVEIS não aos hoje a DECADAS extintos bondes, + sim a esta ENJOADA readaptação de " UMA RUA CHAMADA PECADO " junto ao longiquo exercicio social de 1951, vulgo protagonizada por marlon brando, e como tal TAMBEM NÃO LÁ ESTAS COISAS, alem de DANEM SE opiniões divergentes, " tal importancia", muito pelo contrario, IRRITANTE quanto tambem o será tal versão mais focada em ser fiel a sua origem como peça teatral escrita por terensse wiiliams, do que a setima arte, e por tal razão, agora nao rebatizada, e sim titularizada ao seu verdadeiro nome sem preocupações de cunho cinefilo mercantis ha exatos 29 anos, cujo em palavras bastante diretas a quem interessar ou nao possa, uma coisa denotam se interações sociais familiares ou nao tensas como as demonstradas por jessica lange, diane lane e alec baldwin do inicio ao fim, ja outra bem ? FORÇAÇÃO DE BARRA piegas similares a novelas mexicanas, PUTZ, subtenda se prezados, de no maximo isto aqui deveria atender por A LONG CALLED CONTEMPT, ou " um longa chamado desprezo", e fim de papo. FAÇA ME O FAVOR. PESSIMO. " Desejodisticamente " MUITO NOTA 0.0.
e se vulgo existe um digamos outrora "desejo" com relação a este longa metragem chato, melodramatico em carater demasiado a niveis de tornar desproporcional toda aliado a quaisquer tipo de narrativa comportamental adotada a contento, jessica lange que o diga, e pasmem pensar que foi agraciada profissionalmente por isto ha exatos 27 anos, no minimo nos faz pensar que ou a sociedade em especial alguns de seus respectivos integrantes, se comportam como idiotas alienados por conciencia ou se fazem de tal por reles simpatia pelo masoquismo sentimentalista antropologico, PUTZ, FAÇA ME O FAVOR, este trata se de nao ter aplicado cerca de duas horas de existencia homo sapiens em meio ao cotidiano de uma mimizenta insuportavel, cujo unico atrativo por parte do alheio inclusive o deste o qual no momento vos interpela, ou vontade de quaisquer natureza, denota se em aplicar um tabefe de mão cheia no focinho a cada vez que a mesma escancarasse o bueiro reclamante , digo a boca, uma saco de pancadas feminino alto condencendente diane lane cujo mereceu cada desprezo ou afeição falsa por parte de seu macho escroto e neurotico alec baldwin, o qual de importancia somente a material que poderia lograr exito por parte de sua inconteste JUMENTA companheira de leito familiar a contento, alias sequer chamaria isto de matrimonio, e sim de escravismo surpreendente, e longe de ser um elogio saliente se por parte de um exemplar femea, pois afinal de contas alem de DANEM SE opiniões divergentes, suponho que nenhum penis alheio ou salto com vara semanal garantido por razões conjugais obrigatorias burocraticas e nada +, caso trazendo os mesmos fatos para a logica do dia a dia, conceda anistia para a pratica de abuso afetivo, ao menos para mulheres que pensam com cerebros eficazes, ao inves de com a cabeça de baixo intitulado traseiro, pois neste caso ai sim, m tres pontinhos justificada de cima para baixo, e que paguem pelas consequencias disto, de preferencia severas sempre, ponto, resumindo a quem interessar ou não possa, seja peça senhor criador arthur williamns, filme ou demais adaptações, inclusive a de marlon brando e vivian leigh para a setima arte no passado, e PARA o inferno com eventuais discordantes, detalhe tao " importante " alias quanto a existencia de seus propietarios ou propietarias a ponto de quase deixar de walking and defecation por isto, ja que nao pagam minhas contas, ou seja NENHUMA, uma " Bondisticamente " MUITO nota 0.0, e fim de papo.
Jessica Lange está magnifica neste filme, Bravíssima!!! Achei que o filme não conseguiria superar a produção de 1951 , mas, se não supera, se iguala. Passei a persegui estes filmes após assistir Amodóvar citar a obra teatral em seu "tudo sobre minha madre", assistir duas vezes a versão de 1995 e uma de 1951, mas só hoje percebo a semelhança com a obra blue Jasmine" do Woody Allen.