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Data de lançamento
26 Out. 1967Duração
Uma boneca recheada de heroína é a razão desta trama que envolve Roat (Alan Arkin), um frio assassino psicopata, e Susy (Audrey Hepburn), uma moça que ficou cega e ainda não aprendeu a viver na escuridão. Seus caminhos se cruzam em uma noite de medo e agonia, onde a escuridão é a única chance de fuga para Susy.
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Coisa de gênio!
Esperava bastante deste filme, mas infelizmente não me impressionou. Algumas informações apresentadas pelos personagens me deixaram confuso e a estória demorou muito para engrenar; quando chegou ao clímax, já era tarde demais para mim.
Um Clarão Nas Trevas sem dúvidas é o suspense perfeito e por cima é o tipo de filme perfeito que não precisa se esforçar muito para entender (só se quiser ê claro) mas é um suspense que me fez assistir três vezes.
Vale muitíssimo a pena ver a obra, a atuação de Audrey como uma cega é perfeita e gostei do estilo e personalidade do vilão kkkk.
Que susto do caralho que levei quando agarrou o pé da cega KKKKKKKKKKKK
A trama de Um Clarão nas Trevas é estupidamente simples. Três criminosos buscam uma boneca recheada de heroína na casa de uma mulher cega. A boneca evidentemente é um macguffin que serve de catalisador para a narrativa. O filme, porém, se destaca muito mais como um engenhoso exercício de suspense psicológico e sensorial do que como uma grande história de invasão domiciliar.
Me incomoda o quão o plano arquitetado pelos criminosos para recuperar a boneca é desnecessariamente rocambolesco. Sem querer bancar o esperto, mas esta é uma questão que poderia ter sido resolvida de forma mais simples. Em segundo, é difícil compreender a ingênua e imediata confiança da protagonista em um estranho ou, ainda, sua inexplicável negligência em jamais trancar a porta, mesmo estando em uma situação vulnerável.
O ponto de maior destaque é, inegavelmente, a exploração do trauma de Susy Hendrix (Audrey Hepburn), que perdeu a visão em um acidente de carro envolvendo fogo. Sua cegueira recente e o pavor constante de chamas se tornam o cerne temático que transforma o filme em uma verdadeira aula de tensão. A direção e a mise-en-scène utilizam a deficiência da protagonista para criar uma imersão sensorial para o espectador, um recurso que é particularmente eficaz nos minutos finais, quando a escuridão total se torna a única arma da personagem — embora, convenhamos, manter a porta trancada ajudaria muito.