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O curta-metragem trás reflexão sobre a memória e história Russa. Norstein cria uma resposta visual para as mudanças ocorridas na Rússia, através do olhar do Pequeno Lobo Cinza, que passa seus dias espiando a vida de várias pessoas, criando nova percepção sobre a cultura Russa dos anos 20.
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Um média metragem praticamente sem diálogos e completamente abstrato, com pinceladas surrealistas para retratar a realidade dura do passado russo, principalmente as cicatrizes ainda abertas da Segunda Guerra Mundial. A cena das mulheres dançando e os homens sendo apagados e indo para a guerra é das coisas mais lindas. Há muitos detalhes que devem ser mais óbvios se você é russo, talvez, pois em alguns momentos me senti um pouco perdido. Mas é bonito de assistir, você praticamente entra em uma espécie de transe por conta do estilo do desenho e da narrativa. Acho que a fama de ser a melhor animação de todos os tempos meio exagerada.
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Nunca havia sequer ouvido falar sobre este diretor e, de repente, leio que este curta-metragem é considerado "a melhor animação de todos os tempos". Tive de conferi-lo de imediato, obviamente. Não funcionou tanto quanto eu ansiava, visto que não entendi por completo a simbologia das tramas emaranhadas, mas fiquei deslumbrado perante a beleza dos traços e pelo caráter mui melancólico de personagens e músicas utilizadas. Identifiquei-me plenamente com aquele faminto lobinho. Muito bonito: verei mais sobre o diretor, tenham certeza disso! <3 (WPC>)
https://www.youtube.com/watch?v=R5C7MiZ7If0
eu tava na ideia de sempre quando vise um curta ou fan-film deixar linkado o endereço nos comentários pro povo poder assistir, mas algum adm pé no saco da Filmow começou a dar ban nos meus posts como se fossem spam, então tenho que ficar escrevendo esses textinhos
alguém sabe se da pra encontrar com legenda em português?
A animação de modo geral possui um recurso intrínseco que o resto do cinema nem sempre tem acesso para contar histórias: o uso do absurdo. Tale of tales, como o consensual pináculo da história da animação, faz uso sobriamente pinacular do absurdo como contador de histórias.