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Um Doce Olhar mostra a jornada de Yusuf, um garoto turco que está aprendendo a ler e a escrever, e que nas horas vagas ajuda o seu pai, um simples apicultor que guarda as colméias nos galhos mais altos das maiores árvores de uma misteriosa floresta. Mas quando seu pai parte em busca de descobrir porque as abelhas estão sumindo, Yusuf se prepara para viver a sua maior aventura, tentando dar algum sentido à sua vida. Ganhador do Urso de Ouro em Berlim.
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A obra como um todo e bonita, e o garotinho Yusuf parece um personagem fofo de quadrinho, mas o desenvolvimento e de difícil entrosamento, e lento, com muitas cenas mais fotográficas, silencioso, quase não se tem diálogos, quando tem e sussurrado , os detalhes vao se pegando aos poucos, aqui e ali, como o desejo do garoto de ganhar a medalhinha de leitura , apesar da dificuldade latente que tem de ler sob pressão, uma vez que lê bem em casa.
Tem seu relacionamento com o pai, o veleiro, o jeito criança de ir assimilando essa passagem da sua vida, ate o desfecho final..
Triste e melancólico, uma vez que e difícil para quem como yusuf tem essa aproximação com o pai, se deparar com a perda de seu chão, quando ele consegue a sonhada medalha...quebrei junto, nao tem como, lembrei do meu velho, éramos muito unidos, a perda dele abriu um buraco na minha vida, assim como yusuf quis correr, fugir e me esconder em uma escura floresta e fica lá...
Não vai ser uma tarefa facil assistir para aqueles que curtem algo mais ágil, direto, mas se der uma chance pelo menos a fotografia das florestas Turcas valem alguma estrela.
Antes de qualquer coisa, é preciso ter muita paciência pra assistir um filme desses. A história é sobre Yusuf, um garotinho que vive uma rotina entre ajudar seu pai apicultor e ir pra escola. Mas como é um filme de “arte”, pode esquecer aquele ritmo mais ágil e uma história mais envolvente, a narrativa é excessivamente lenta, contemplativa (os entendidos adoram essa palavra) e o que mais impera é o silêncio, quase não se ouve as palavras dos atores, muito menos a voz de Yusuf que tem problemas de gagueira. São 100 minutos em que quase nada acontece, mas se existe algo de bom no filme, pode-se falar que é a fotografia daquele belo lugar ou a presença quase muda do garotinho protagonista (mas que tem um significativo "doce olhar").
Um detalhe: O acidente com o pai acontece no início, mas a conclusão desse acidente acontece quase no final, e fiquei aqui pensando, qual é o motivo disso?
Ótima atuação do menininho Bora Altas.
Um golpe no estômago.
Confira se o agrada *__*
Um bonito filme, mas que requer uma dose de paciência para conseguir acompanhar e entender as dificuldades de Yusuf em se socializar.