Sempre gosto muito deste clima de suspense realizado por estes telefilmes estadunidenses e também por sua coesa extensão, de modo que, há sempre aquela reviravolta no final, como é o caso deste filme. Um Grito de Terror assemelha-se, aproveita-se do enredo do clássico de suspense Psicose, de Hitchcock que ao longo da história do cinema houve muitas fitas que bebia de sua fonte, muitos genéricos feito esta fita televisiva. O maior atrativo qui, é Bette Davis em mais uma personagem misteriosa e duvidosa, em sua fase final atuava em filmes menores como este, não encontrando mais espaço as grandes produções. As atuações dos personagens principais; Ted Bessell e Sian Barbara Allen são comumente caricaturais, nada espontâneas. No geral, gostei do clima do casarão, da locação e de ver Bette Davis que mesmo num filme menor chama a atenção.
Ramificação de Psycho feita para tv , com a grande e maravilhosa Bette Davis , com sua voz e classe únicas e magnitude habitual , sua presença já é motivo de conferida.
Telefilme de mistério, suspense e terror psicológico, bem típico dos anos 70, com duração curta e quase sempre com alguns artistas veteranos conhecidos no elenco, no caso, a ex-diva Bette Davis (1908-1989), que no final de carreira participou de vários filmes feitos para a TV.
Este filme tem claras referências com o clássico Psicose (60), de Hitchcock, sem querer fazer a mínima comparação. Foi a estréia no cinema de Tovah Feldshuh. O filme foi filmado na mansão Sunset Strip do ex-parceiro de Howard Hughes, Noah Dietrich, em Los Angeles. Filme fraquinho que culminou em uma revelação psicológica previsível e patética, com uma reviravolta inesperada na parte final da estória. Bette Davis fez o que pôde com o que lhe foi fornecido. Ela poderia ter permanecido em papéis de uma mulher idosa de bom humor, mas escolheu personagens atormentadas no final de sua carreira.
Muito bom!! Apaixonado por esse clima terror/gótico anos 70, e ainda tem Bette Davis!!
Sempre gosto muito deste clima de suspense realizado por estes telefilmes estadunidenses e também por sua coesa extensão, de modo que, há sempre aquela reviravolta no final, como é o caso deste filme. Um Grito de Terror assemelha-se, aproveita-se do enredo do clássico de suspense Psicose, de Hitchcock que ao longo da história do cinema houve muitas fitas que bebia de sua fonte, muitos genéricos feito esta fita televisiva. O maior atrativo qui, é Bette Davis em mais uma personagem misteriosa e duvidosa, em sua fase final atuava em filmes menores como este, não encontrando mais espaço as grandes produções. As atuações dos personagens principais; Ted Bessell e Sian Barbara Allen são comumente caricaturais, nada espontâneas. No geral, gostei do clima do casarão, da locação e de ver Bette Davis que mesmo num filme menor chama a atenção.
Tipo de suspense que Bette Davis sabe realizar.O problema maior aqui fica por conta da péssima direção e uma trama sem grandes surpresas.
>Maratona Bette Davis - Assistido em 06 de Novembro de 2024
Ramificação de Psycho feita para tv , com a grande e maravilhosa Bette Davis , com sua voz e classe únicas e magnitude habitual , sua presença já é motivo de conferida.
Telefilme de mistério, suspense e terror psicológico, bem típico dos anos 70, com duração curta e quase sempre com alguns artistas veteranos conhecidos no elenco, no caso, a ex-diva Bette Davis (1908-1989), que no final de carreira participou de vários filmes feitos para a TV.
Este filme tem claras referências com o clássico Psicose (60), de Hitchcock, sem querer fazer a mínima comparação. Foi a estréia no cinema de Tovah Feldshuh. O filme foi filmado na mansão Sunset Strip do ex-parceiro de Howard Hughes, Noah Dietrich, em Los Angeles. Filme fraquinho que culminou em uma revelação psicológica previsível e patética, com uma reviravolta inesperada na parte final da estória. Bette Davis fez o que pôde com o que lhe foi fornecido. Ela poderia ter permanecido em papéis de uma mulher idosa de bom humor, mas escolheu personagens atormentadas no final de sua carreira.