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Data de lançamento
25 Junho 2020Duração
Frederico Bruestlein (1835 – 1913) homem de confiança do Príncipe François Ferdinand, dono da Colônia Dona Francisca (que posteriormente viria a se transformar no município de Joinville), vem juntamente com seu atrapalhado assistente Tonico até a cidade nos dias de hoje para elaborar um relato ao Príncipe Ferdinand sobre como andam as coisas por aqui. Nessa viagem astral, Bruestlein recebe um "choque de modernidade", passa por situações inusitadas e revisita acontecimentos, obras e projetos em que atuou no passado. E ele não está sozinho: seu fiel e atrapalhado assistente, o jovem camponês Tonico, estará ao seu lado para "ajudá-lo" na coleta de dados do futuro. Em meio a essa turbulência de informações ele revive as memórias de seu amor platônico pela jovem Mella, com quem não teve o desejado romance, mas que, por ironia do destino, acabaria ao seu lado para sempre.
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Uma Carta para Ferdinand - Brasil - 2019 - visto no dia 29.12.2020
Sempre tive vontade, tenho de conhecer Santa Catarina, principalmente Florianópolis. Mas tbm tenho o desejo de visitar um dia a cidade clássica, histórica de Joinville. Esse longa "ativou" esse meu lado turístico de conhecer a região e toda a sua cultura. Eu particularmente gostei de algumas coisas no filme, outras já achei fraco, com vários furos de roteiro. Mas falando dos pontos positivos: Gostei do foco em partes turísticas e dos estabelecimentos de Joinville: as partes da natureza retratada que atrai muitos turistas, dos estabelecimentos em geral, da composição da cidade, então a fotografia é belíssima, bem construída. Gostei dos personagens (apesar de serem vazios, mal adaptados) pelos seus carismas, caráter, personalidade e atuação principalmente de (Frederico), do engraçado e espontâneo (Tonico), além dos coadjuvantes que contribuíram para o longa, além das participações esporádicas. O personagem (Tonico) que é carismático, engraçado nos trouxe cenas únicas, que foi uma boa sacada do filme:
Mostrar ele, seu amigo como pessoas inocentes, alheias à aquela modernidade,
moderna tecnologia de dar descarga, de usar a torneira e sabão no banheiro, além de outros pontos igual na admiração da cidade globalizada, das vestimentas das pessoas.
batalha dos mc's
Nota: 5,0
Um ode à minha querida cidade.
É tão bonita que nem parece o que 83% da população fez na eleição de 2018.
Interessante ver minha cidade retratada em um filme, captando suas belezas arquitetônicas e naturais. É o primeiro filme que eu assisto na vida que eu provavelmente conheço pessoalmente quase 100% das locações, além de ver pessoas conhecidas da vida real em papéis secundários ou como figurantes. Visualmente ficou bonito, representa bem a parte histórica e turística cidade, mas de fato ficou um filme muito institucional e regional, com referências e piadas muito particulares da cidade, que não fazem sentido pra quem não é local. Certamente é necessário ampliar a produção cinematográfica além de Rio-SP, e em especial em Santa Catarina, onde é praticamente inexistente. Mas penso que pra um filme que pretendia atingir um público mais nacional, podia ter sido melhor aproveitada a oportunidade de mostrar a cidade, dando-a mais projeção a nível nacional, com menos ufanismo e regionalismo. Além disso, entendo que foi um filme feito com baixo orçamento e que precisou angariar recursos juntos ao setor privado, mas acaba ficando meio chato ver tanto merchandising dentro do filme.
Certamente que há furos no roteiro e algumas atuações são discutíveis, e a ideia até seria interessante, mas bastante mal desenvolvida. Mas pra quem é de Joinville ou conhece a cidade vai se identificar com os lugares retratados e com algumas situações. Quem não conhece Joinville, eis uma boa oportunidade de conhecer um pouco sobre ela.