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32Número de Fãs

Nascimento: 15 de Dezembro de 1963 (54 years)

Rio de Janeiro, RJ

Filha de Oscar de Oliveira e Eugênia Barbosa da Silva de Oliveira. É a caçula de nove filhos (Dois homens e duas mulheres). Nascida e criada em uma casa de Ipanema, para ajudar em casa começou a trabalhar com 10 anos de idade numa floricultura, próximo a sua residência. Dedsde pequena tem o apelido de Krika.

Aos 13 anos, em 1976, se tornou viciada em cigarro, só conseguindo se livrar da dependência em 1998, com a ajuda de Victor Fasano, seu amigo de profissão.

Sempre teve que enfrentar preconceitos por ter problemas sérios de obesidade. Tudo porou quando, aos 16 anos, sofrendo uma desilusão amorosa, sendo abandonada por seu primeiro namorado, chegou a pesar 105 quilos. Nessa época, fugiu de casa e parou de estudar, estava aterrorizada de tanta humilhação por parte dos colegas da escola por ser gordinha e sofria imensa cobrança da família para emagrecer, mas fazia de tudo, desde dietas a exercícios para perder peso e não conseguia.

Fugiu para morar com sua melhor amiga na Cidade de São Paulo e passou a trabalhar como caixa de supermercado. Ficou 1 mês desaparecida e só depois desse tempo comunicou aos pais que estava bem e trabalhando, e eles entenderam que ela estava em depressão e pediu para ela voltar. Nessa época, após voltar para casa, começou a trabalhar como divulgadora, fazendo assessoria de imprensa para teatro junto a sua irmã Marió.

Aos 19 anos, em 1982, resolveu se tratar e emagreceu 40 quilos, mas se descobriu grávida do namorado, o fotógrafo André Wanderley. Engravidou de uma menina a quem pôs o nome de Rafaella. Com a gestação, todo o problema de peso voltou e ela engordou mais de 150 quilos e ficou desesperada. Após o nascimento da filha, se tratou rigorosamente e perdeu mais de 60 quilos.

Em 1983, aos 20 anos, decidida a se tornar modelo, participou de um concurso da Revista de Domingo, do Jornal do Brasil, que promovia uma marca de óculos. Vencedora, ganhou não apenas um contrato, mas também a atenção de dezenas de editores de moda. Ela conseguiu conciliar essa carreira com a faculdade de jornalismo. Recém-formada, chegou a trabalhar na redação do jornal O Globo, como repórter de comportamento, no segundo caderno. mas ficou pouco tempo na profissão.

Decidida a seguir na carreira como modelo aos 21 anos, viajando para Alemanha e Espanha. Foi primeiramente para Madri, com apenas 200 dólares e a passagem de ida. Lá, trabalhou por 3 meses como modelo, tirando fotos para revistas e catálogos.

Em 1985, aos 22 anos foi contratada pelo cantor Léo Jaime, para ajudá-lo a responder as cartas de fãs.

Gravou um comercial com a direção de Walter Salles Jr. e, com este comercial, foi chamada à extinta TV Manchete, por Jayme Monjardim, para um teste para o programa de clipes musicais, Shock. Acabou fazendo teste, não para o programa, e sim para a telenovela Kananga do Japão, para o papel da protagonista Dora. Com a desistência da atriz Bia Seidl, que seria a Hannah, uma judia, Cristiana foi colocada em seu lugar. Com esta novela ganhou o prêmio por unanimidade de atriz revelação pela APCA.

Em 1989, começou a gravar Pantanal, no papel de Juma, que inicialmente seria para a atriz Glória Pires. Mas Cristiana se ofereceu para fazê-lo, já que havia se apaixonado pela personagem ao ler a sinopse. A novela foi um grande sucesso, derrubando a audiência da TV Globo e virando um marco na teledramaturgia brasileira. Cristiana Oliveira, com este trabalho, ganhou prêmios no Brasil e no exterior. Foi um de seus mais reconhecidos e melhor papel.

Em 1991, fez a sua estréia no cinema, com o longa Os Trapalhões e a Árvore da Juventude.

Em 1992, foi contratada pela TV Globo, para viver a protagonista da minissérie Agosto, papel que veio a ser interpretado por Vera Fischer, já que foi decidido pela cúpula da emissora que Cristiana seria a protagonista, junto com Tarcísio Meira, da novela De Corpo e Alma. Em fevereiro daquele ano, posou nua para a revista Playboy, numa das poucas ocasiões em que o ensaio foi apresentado em um encarte especial.

Em 1993, estreou no teatro com o espetáculo Bate Outra Vez, de Eduardo Wotzik. Ainda nesse ano, atuaria na peça Tróia, sucesso estrondoso de crítica.

Em 1994, participou da minissérie Memorial de Maria Moura e, depois, protagonizou a novela Quatro por Quatro, ao lado das atrizes, Letícia Spiller, Elizabeth Savalla e Betty Lago. Pela primeira vez em sua carreira televisiva, a atriz faria um papel cômico. Após o fim da novela, morou em NY a fim de se aprimorar no Inglês.

Em 1996, atuou em Salsa e Merengue, como a vilã Adriana. Posteriormente, emendaria trabalhos, e logo voltaria ao ar como a protagonista da novela Corpo Dourado, em 1998, na pele de Selena, uma mulher da roça, rude e guerreira.

Em 1999 nasceu sua segunda filha, chamada Antônia, filha do empresário Marcos Sampaio, com quem ficou casada por 8 anos. Nesse mesmo ano, novamente faria uma mocinha, formando um triâgulo amoroso, em Vila Madalena, composto também por Maitê Proença e Edson Celulari.

Em 2001, participou da primeira fase da novela Porto dos Milagres. No ano seguinte, esteve na segunda fase da novela O Clone, como a dissimulada vilã Alicinha.

Também em 2002, apresentou a peça Pequeno Dicionário Amoroso, de Jorge Fernando, marcando a sua volta aos palcos e foi cedida à SIC, de Portugal, para atuar na novela O Olhar da Serpente.

Em 2004, filmou dois longas, Nossa Senhora de Caravaggio, em que viveu uma mulher simples e sofrida, vítima dos maus tratos do marido, que busca na fé para sua dor, e Gatão de Meia Idade, onde interpretou uma motoqueira masculinizada, que na verdade sonha em casar-se e ter filhos.

Cristina ficou cerca de três anos limitando-se a pequenas aparições no vídeo, quando, em 2005, retornou como a dona de casa Rita na temporada daquele ano da novela teen Malhação.

Em 2007, integrou o elenco da minissérie Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, e participou de últimos capítulos da novela Sete Pecados, como a advogada Margareth.

Em 2009, despontou no remake de Paraíso, como Zuleica, par romântico do cantor Daniel.

Em 2011 interpretou uma elogiada participação especial da crítica e do público em Insensato Coração, no papel da presidiária barra-pesada, que era lésbica e traficante, chamada Araci Lanjeira. Teve que engordar 15 quilos para fazer esse papel e sofreu preconceito da mídia e do público. Falou que não esperava ser atacada e chamada de obesa, ficando triste pelas pessoas só a notarem pelo peso, mas fica feliz pela maioria reconhecer seu talento de atriz.

Atualmente mora com as filhas numa casa cheia de árvores, cachorros e pássaros em Ipanema, é está solteira.