Léo (Daniel Rocha) passou a sua vida inteira tentando se tornar um jogador de futebol famoso e bem sucedido, mas a rotina suburbana nunca aliviou o seu lado. No entanto, mesmo com todos os problemas, ele faz o mesmo que todo bom brasileiro: não desiste e continua tentando. Na intenção de dar a volta por cima, Léo vai para o tudo ou nada e arrisca uma última grande chance.
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veio tricolor esta envolvido, a nota e dó
Tem momentos que poderiam ser melhor desenvolvidos, outros desnecessários.
Irregular o define.
Não conhecia esse treco e, pela leitura da sinopse e análise da divulgação publicitária, sabia o que iria encontrar. Ouso dizer que, neste sentido, não me decepcionei: esperava algo de auto-ajuda e foi exatamente o que vi. Há um público-alvo para o qual este filme seria de grande serventia e não reclamarei que os atores estão ruins (a composição unilateral dos personagens, entretanto...). Surpreendi-me com a quantidade de convidados reunidos pelo diretor, o que demonstra que ele possui trânsito privilegiado entre os estúdios de TV. O roteiro é um sub-sub-arremedo de A FELICIDADE NÃO SE COMPRA, que não seja a ser ofensivo. Aliás, comecei a refletir acerca de minha própria vida (e das escolhas que faço) assistindo ao filme. O problema é que é quase todo mundo bonzinho demais (e quem não é, parece não ter direito à redenção). Ao menos, passa rápido e, insisto, serve como indicação terapêutica para quem não exige muito em termos de análise artística: o que importa aqui é a pretensa motivação induzida pela trama. Essa acontece. Mas cuidado com fotografia, direção de arte, trilha musical, nuanças actanciais e/ou enredísticas... Para que, né? (WPC>)
Um filme de altos e baixos, vai caminhando por uma trajetória cheia de clichês, de superação, mas surpreende em alguns momentos, tendo nisso, destaco os atores, Daniel e Fernanda estão brilhantes em cena, em pura sintonia. O filme traz uma mensagem de positividade e de se reerguer diante de tantos perrengues, achei bonito, inclusive seu final, apesar de apressado.
Filme curto e talvez essa seja a melhor coisa dele.
Tudo passa muito rápido e não tem como se envolver com a história.
O protagonista parece não dar conta de tudo nem na ficção e nem na atuação.
Spiller está envolvida na produção e aparece em pequena participação que não agrega nada,Cafu também aparece pois afinal de contas,não podia deixar de ter um jogador de futebol na trama.
Depois de um longo período de chatice/rotina,os 30 minutos finais querem dar uma reviravolta no que já está enterrado. Pode funcionar para alguns,mas para mim não colou,a não ser para tentar consertar alguns furos no roteiro.
O melhor é o Juninho e pasmem: não tem sexo.