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Letícia Spiller

Nomes Alternativos: Letícia Pena Spiller

188Número de Fãs

Nascimento: 19 de Junho de 1973 (43 years)

Rio de Janeiro - Brasil

Letícia Pena Spiller é uma atriz brasileira. Começou sua carreira como uma das paquitas do antigo programa Xou da Xuxa, da Rede Globo, e recentemente atuou em novelas da emissora, como Duas Caras[1] e Viver a Vida.
Começou a carreira como a paquita Pituxa Pastel em 1989 no programa Xou da Xuxa, produzido pela TV Globo entre 1986 e 1992, fazendo parte da segunda geração de paquitas. Foi escolhida como a nova Pituxa em Março de 1989, substituíndo Louise Wischermann, a primeira Pituxa. Liderava o grupo paquitas e recebeu este apelido por ser a "pasteleira" do grupo, ou seja, ela era a mais distraída e "pagadora de mico" das garotas. Ela, solou canções como Broto Legal e cantou "partes" de outras, como Alegres Paquitas e Fada Madrinha (é tão bom)!

Saiu do grupo porque queria ser atriz. Em seu lugar ficou Ana Paula Guimarães, a "Catu". Nisso Letícia faria a novela Despedida de Solteiro.

Letícia gravou dois discos do grupo Paquitas, o de 1989, e o de 1991, e participou como paquita de filmes como Sonho de Verão, Lua de Cristal e Gaúcho Negro.
Após algumas participações especiais em 1992 no humorístico Os Trapalhões, Letícia fez a estréia em telenovelas ao interpretar a personagem Debbie, uma pequena participação, em Despedida de Solteiro.

Alguns anos depois, com a desistência da atriz Adriana Esteves, Letícia ganhou o seu primeiro papel principal, em 1994, quando a atriz estreou como Babalu, uma das protagonistas da telenovela das sete Quatro por Quatro. Letícia foi um dos destaques da novela, ao transformar a cabeleireira Babalu na personagem mais popular da obra escrita por Carlos Lombardi. Também neste folhetim, a atriz conheceu Marcelo Novaes, com quem se casou.

Em outubro de 1996, após interpretar Giovanna na primeira fase da telenovela O Rei do Gado, nasceu Pedro, seu único filho.

No ano de 1997, participou de Zazá, como a cozinheira Beatriz, mais uma vez fazendo par com o marido´Marcelo Novaes. Em 1999, Letícia voltou à televisão como a vilã Maria Regina, em Suave Veneno. Incialmente foi muito criticada pelos exageros na interpretação da personagem, mas no decorrer da trama Maria Regina acabou dando a volta por cima e tornando-se o melhor da novela. Sobre isso, José Wilker disse em entrevista: É muito bom o trabalho de Letícia Spiller. Ela foi massacrada pela imprensa e, de repente, surpreendeu-me pela maturidade. Com apenas 25 anos, ouviu tudo com a cabeça erguida e, em seguida, reavaliou o que estava fazendo. Hoje, acho que ela faz um dos melhores trabalhos dessa novela.

Com o sucesso de sua personagem anterior, Letícia foi convidada para protagonizar Esplendor, telenovela exibida no horário das 18h, em 2000. No ano seguinte, a atriz recusou encarnar Jade, a protagonista de O Clone, papel que acabou ficando com Giovanna Antonelli. Nessa época, a atriz dedicava-se ao espetáculo teatral O Falcão e o Imperador, no qual foi responsável pela adaptação do texto, produção, direção e atuação - ao lado de Jac Fagundes. Baseado na obra do grego Nikos Kazantzakis e do persa Rumi, o espetáculo foi apresentado em diversas cidades brasileiras e é descrito pela atriz como o trabalho de sua vida.

Letícia Spiller voltou à televisão em 2002, quando interpretou mais uma protagonista das 18h, a Diana de Sabor da Paixão. A novela, como um todo, apresentou um fraco desempenho e Diana ficou marcada como o personagem menos lembrado de sua carreira. Em 2004 foi convidada por Aguinaldo Silva para participar de Senhora do Destino, trama exibida às 20 horas. Letícia deu vida à Viviane Perón, ambiciosa primeira-dama da Vila de São Miguel e apaixonada esposa de Reginaldo, interpretado por Eduardo Moscovis. A personagem fez muito sucesso e cativou o publico com sua cabeleira ruiva, suas roupas coladas de oncinha e seu bordão "Te dedico, meu rei!". Leticia afirmou em uma entrevista que se inspirou em Lady Macbeth de Shakespeare para compor seu papel.

No cinema atuou em Villa-Lobos, uma vida de paixão (2000), como a segunda esposa do compositor; em Oriundi (1999), ao lado de Anthony Quinn; e viveu a personagem-título de A paixão de Jacobina (2002). Participou ainda de dois curtas: o premiado O Pulso (1997), de José Pedro Goulart, e O Problema (2004), no qual foi dirigida por Frederico Benedini e repetiu a parceria com Eduardo Moscovis.

Em 2006, a atriz foi convidada pela autora Glória Perez a integrar o elenco da minissérie Amazônia, exibida pela Rede Globo em 2007. Participou como a divertida - e bronzeada - Anália, esposa infiel que contava com o consentimento do marido.

Posteriormente esteve em cartaz com a peça Isadora Duncan, com direção de Bibi Ferreira e texto de Aguinaldo Silva. No fim de 2007, fez parte da novela das 20h, Duas Caras, em que interpreta a "perua do bem" Maria Eva Duarte, apesar de um certo destaque comico no inicio sua personagem passou apagada na novela o que descontentou a atriz e seus fãs. Com o fim de Duas Caras, foi convidada pela autora Glória Perez a integrar o elenco da telenovela Caminho das Índias, porém não aceitou o convite.

Depois de um ano longe das novelas, trabalha pela primeira vez com o autor Manoel Carlos, em Viver a Vida. Letícia interpretou Betina, uma mulher avançada e moderna às voltas com a infidelidade do marido, que a trai com a propria prima, e que se envolovera com um dono de academia de ginastica vivido por Carlos Casagrande e o namoro da filha adolescente. A atriz chegou a ser colocada em uma pesquisa no site da revista Playboy como possível capa, não só pelo sucesso da personagem Betina de Viver a Vida como de Babalú de Quatro por Quatro, porém a atriz não quis posar.