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Ocorre durante a Segunda Guerra Mundial, nos anos 1940. No interior de São Paulo, as famílias Berdinazzi e Mezenga têm uma rixa por causa de terras. Ocorre que os filhos das duas famílias, Giovanna Berdinazzi e Enrico Mezenga, se apaixonam, indo contra a briga de seus pais, Giuseppe e Antonio. Giovanna e Enrico se casam e têm um único filho, que recebe o nome de Bruno, em homenagem a um irmão de Giovanna, que morre na guerra e que era muito amigo de Enrico, apesar da inimizade entre as famílias.
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Quando reprisou no Canal Viva, lá em 2011, eu via uns episódios e não gostava, achava chata e parada.
Já quando reprisou no Vale a Pena em 2015 e em 2022, pude acompanhar melhor e vi como essa novela é incrível.
Trilha sonora, direção de fotografia, atores, e o melhor de todos. o texto do Benedito. Totalmente inspirado, cheio de emoção (a cena do senador discursando para um plenário praticamente vazio e deixando cair lágrimas sobre o discurso no papel é marcante, assim como todas da primeira fase).
Enfim, ver com novos olhos e um pouco mais velho fez a diferença. Fora que essa novela é sucesso toda vez que reprisa. Coisa boa é atemporal.
A primeira fase da novela "O Rei do Gado", ambientada durante a Segunda Guerra Mundial que retrata a rivalidade entre as famílias Berdinazzi e Mezenga, com ênfase no amor proibido entre Giovanna (filha dos Berdinazzi) e Henrico (filho dos Mezenga). Poderia facilmente ser considerada uma das melhores minisséries da história da televisão brasileira.
A trama é emocionante, profunda e extremamente bem filmada, ostentando uma das melhores fotografias já produzidas pela teledramaturgia nacional. Além disso, conta com um elenco magistral e atuações magníficas, com Tarcísio Meira e Antônio Fagundes proporcionando performances memoráveis. Também devemos destacar as interpretações tocantes de Eva Vilma, Vera Fisher, Letícia Spiller, Caco Ciocler, Leonardo Brício e Marcello Antony, que enriqueceram ainda mais a produção.
A história que se desenrola em meio à decadência do ciclo do café e à participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, incluindo a mobilização dos "pracinhas", soldados brasileiros que lutaram na Europa.
Inclusive, esse é um dos momentos mais marcantes dessa primeira fase, quando Giuseppe Berdinazzi aguarda o retorno de seu filho Bruno da guerra e recebe apenas uma medalha, uma sequência que é, sem dúvida, espetacular, Tarcísio Meira explode em tela, emociona e toca o público de uma forma tremenda.
"O Rei do Gado" deixou uma grande marca na televisão brasileira, sendo a sua primeira fase, em especial, um dos melhores momentos da nossa história televisiva. A profundidade das emoções, a qualidade da produção e os temas abordados não apenas cativaram o público na época, mas continuam a emocionar até hoje, consolidando sua posição como uma obra-prima da arte televisiva nacional.
Eu assisti O Rei do Gado fielmente, pela reprise do Vale A Pena Ver de Novo. Simplesmente amei acompanhar! Novela muito boa, com um bom enredo que se desenvolve bem na segunda fase
www. leiaeassista. com. br
Esta novela é uma das melhores já produzidas pela Globo, sem falar que se fala muito da minha cidade de Marília e região como Vera Cruz (cidade em que a família Mezenga viveu), Garça e Ourinhos.
Personagens e interpretações memoráveis, em especial Raul Cortez, quem não chorou, passou raiva e principalmente deu boas risadas, principalmente nas cenas em que ele contracenava com a atriz Walderez de Barros (Judite).
Antônio Fagundes e Raul Cortez nos entregaram cenas de impacto e que até hoje se fazem vivas na memória de muitos que acompanharam esta obra prima da teledramaturgia brasileira.
Destaque também para as músicas da trilha sonora, impossível escutá-las e não lembrar das cenas em que cada uma era tocada.
Vivi e revivi toda a nostalgia de uma trama que não sai da memória afetiva.
Nota injusta, merecia aos menos 4.2