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Léo, então uma criança com cerca de seis anos, vai até o quarto de seu irmão mais novo e destrói o avião de brinquedo que fica sobre o berço. Anos mais tarde, já adulto, Léo (Gabriel Braga Nunes) busca capital para realizar um investimento ilícito em máquinas de caça-níquel, mas Raul (Antônio Fagundes), seu pai, lhe nega o empréstimo de cem mil reais. Como forma de convencê-lo, Léo viaja atrás de seu tio, Umberto (José Wilker), após ser convencido por sua tia Nenêm (Ana Lúcia Torre) que um reencontro entre irmãos abrandaria seu pai.
O irmão de Léo, Pedro (Eriberto Leão), no início da trama, está de casamento marcado com Luciana (Fernanda Machado). Mas conhece - e se apaixona - por Marina (Paola Oliveira), sem saber que ela será a madrinha de seu casamento. Léo, por sua vez, se envolve com Norma (Glória Pires), uma técnica em enfermagem responsável pelos cuidados de um milionário muito doente. Norma desconhece as reais intenções de Léo, que busca tão-somente se aproveitar dela para herdar a fortuna, nada menos que 80 mil dólares que o milionário deseja incluir em seu testamento com o restante de seus milhões de dólares.
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Que posso dizer desta novela? Que é uma das novelas mais bem feitas da Rede Globo. Muito bem dirigida e que deve ser aplaudida pelo texto brilhante de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e os colaboradores. Outra coisa maravilhosa na novela é que a maioria das pessoas estão sempre bem arrumadas... é uma novela de muito glamour. Outro ponto positivo é que é divertida em várias cenas.
Todavia a novela tem tanta coisa ruim, tanta cena absurda que tira um pouco do brilho dela. Eu nunca vi uma novela com tanta gente sem escrúpulos juntas. Lembrando que uma das cenas mais absurdas eu vi nessa novela: uma filha (Leila) deu um tapa na cara do próprio pai.
Gostei da abordagem sobre homossexualidade e homofobia, mas faltou um beijo entre o casal gay (não sei pq isso era um tabu).
Uma novela boa, com pontos positivos e negativos. Nota 6,5/10,0.
Amei acompanhar essa novela, embora nem tudo tenha sido tão bom.
Depois de Paraíso Tropical, a qual gostei do início ao fim, fiquei ancioso pra iniciar a obra seguinte do Gilberto com o Linhares, Insensato Coração. Porém, já na primeira semana torci o nariz pra história principal. Além de não gostar do início do romance, foi difícil torcer por um casal que passou metade da novela separados, já tava enchendo a paciência.
Mas depois fica bom quando se juntam contra o Léo
Restou os núcleos paralelos e aquelas tramas desconexas, que também eram boas. Mas depois de um tempo até essas historinhas que pouco agregavam foram chateando. A da Carol então nem se fala. Personagem que funcionava melhor sozinha do que com o arrogante do André.
Quando ela formou par com o Raul, passei a torcer, depois que ela terminou com ele e voltou com o ex aí ficou impossível de acompanhar as cenas. Ficaram muito chatas, pulei todas dela até o fim da novela. Uma pena, pois eram uma excelente personagem no início.
Ademais, só o que prende mesmo é você querer saber o que vai acontecer com a Norma e como ela vai sair da cadeia, além de como irá conseguir se vingar. Fora isso, o resto da novela vira quase uma aula de direito falando sobre ética, impunidade, brechas na lei, processos por N motivos. E isso não é um demérito, pelo contrário. Achei o máximo discutir esses assuntos em pleno horário nobre.
Parando pra analisar sob uma nova ótica, com essa novela o Gilberto encerra com louvor a discussão sobre ética no Brasil. Se em Vale Tudo os vilões se dão bem, em Insensato TODOS os vilões pagaram por cada crime que cometeram. Os autores não deixaram passar absolutamente NADA. Sinal de que queriam dizer que o país tinha mudado, ou ava mudando.
Primeiro capítulo dinâmico, mas incoerente. Novela insensata.
Novela incrível, obrigada Gloplay, eu pude rever na íntegra essa novela incrível.
eu acho o texto muito bom, Gilberto é um mestre! A história da Norma é escrita de uma maneira genial e ele tece todos os comentários sociais que sempre permeiam suas histórias. A única coisa que eu não gosto é a resolução do "quem matou" no final.
Glória Pires perfeita, como sempre, fez de Norma uma personagem magistral completando o ciclo do "herói" que tem uma causa, luta pela sua causa e no fim dá a vida pela sua causa. Conta também com algumas cenas antológicas e subestimadas da história da TV tal como a da morte da Carmen ou a prisão do Cortez.