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Confusão à Flor da Pele - Brasil
Sinopse
Adolescente branco é aceito na Universidade de Harvard e decide se passar por negro para ganhar uma bolsa. E descobre como é difícil ser negro nos Estados Unidos.
o professor disse que ele aprendeu algo importante...o que é ser negro. E ele diz que não aprendeu não, porque se ele não gostasse poderia voltar atrás...
Soul Man não é um filme viável hoje em dia. Essa comédia dos anos 80 até tem uma pegada mais séria abordando o racismo, mas de uma maneira que hoje em dia seria condenada. Ela é dirigida por Steve Miner, mais conhecido por seus filmes de terror como Sexta-Feira 2 e 3, A Casa do Espanto, Warlock e Halloween H20.
James Earl Jones está ótimo como o Professor Banks e Leslie Nielsen é pouco aproveitado como o pai de Whitney. A cena do basquete é divertidíssima.
Achei “Soul Man” (1986) apenas mediano. O filme até tem alguns bons momentos e uma proposta interessante — principalmente pela ideia de usar a comédia para discutir temas sérios como privilégio racial e desigualdade —, mas a execução acaba sendo rasa. A história tinha potencial para ser uma sátira inteligente, provocativa e até incômoda, mas o roteiro não se aprofunda o suficiente e prefere seguir por um caminho mais leve e previsível.
Pela sinopse, dá a entender que o protagonista realmente enfrentaria uma série de dificuldades e preconceitos, o que poderia gerar uma reflexão mais contundente sobre o tema. No entanto, o que vemos é que ele passa por algumas situações pontuais, quase superficiais, e o impacto que isso deveria causar nunca chega com força. Além disso, o humor, que poderia equilibrar o tom e dar vida à crítica social, aparece de forma tímida e raramente funciona de verdade.
E essa participação de Leslie Nielsen? Se é que dá para chamar isso de participação. Ter um ator desse calibre no elenco e praticamente não usá-lo foi triste.
No fim, “Soul Man” fica preso entre ser uma comédia de situação e um comentário social, sem conseguir se destacar plenamente em nenhum dos dois lados. A ideia é boa, o elenco se esforça, mas o resultado final é morno — dá para assistir, mas deixa a sensação de que o filme poderia (e deveria) ter ido muito mais longe.
O filme tem lá seus momentos divertidos,mas senti falta de ser mais ousado,até para os anos 80. Outra época,galera...outra época! E esse título nada a ver,heim...kkkk
Não é de se jogar fora, achei interessante no final
o professor disse que ele aprendeu algo importante...o que é ser negro.
E ele diz que não aprendeu não, porque se ele não gostasse poderia voltar atrás...
Soul Man não é um filme viável hoje em dia. Essa comédia dos anos 80 até tem uma pegada mais séria abordando o racismo, mas de uma maneira que hoje em dia seria condenada. Ela é dirigida por Steve Miner, mais conhecido por seus filmes de terror como Sexta-Feira 2 e 3, A Casa do Espanto, Warlock e Halloween H20.
James Earl Jones está ótimo como o Professor Banks e Leslie Nielsen é pouco aproveitado como o pai de Whitney. A cena do basquete é divertidíssima.
Levanta uns pontos interessantes, mas é beeeem problemático (ainda que se considere a época).
Achei “Soul Man” (1986) apenas mediano. O filme até tem alguns bons momentos e uma proposta interessante — principalmente pela ideia de usar a comédia para discutir temas sérios como privilégio racial e desigualdade —, mas a execução acaba sendo rasa. A história tinha potencial para ser uma sátira inteligente, provocativa e até incômoda, mas o roteiro não se aprofunda o suficiente e prefere seguir por um caminho mais leve e previsível.
Pela sinopse, dá a entender que o protagonista realmente enfrentaria uma série de dificuldades e preconceitos, o que poderia gerar uma reflexão mais contundente sobre o tema. No entanto, o que vemos é que ele passa por algumas situações pontuais, quase superficiais, e o impacto que isso deveria causar nunca chega com força. Além disso, o humor, que poderia equilibrar o tom e dar vida à crítica social, aparece de forma tímida e raramente funciona de verdade.
E essa participação de Leslie Nielsen? Se é que dá para chamar isso de participação. Ter um ator desse calibre no elenco e praticamente não usá-lo foi triste.
No fim, “Soul Man” fica preso entre ser uma comédia de situação e um comentário social, sem conseguir se destacar plenamente em nenhum dos dois lados. A ideia é boa, o elenco se esforça, mas o resultado final é morno — dá para assistir, mas deixa a sensação de que o filme poderia (e deveria) ter ido muito mais longe.
Assistido em 02/11/2025
O filme tem lá seus momentos divertidos,mas senti falta de ser mais ousado,até para os anos 80. Outra época,galera...outra época! E esse título nada a ver,heim...kkkk