Os formosos Andre e Colette Bertier (Maurice Chevallier e Jeanette MacDonald) são um casal extremamente feliz. Quando Colette apresenta seu marido para a sua melhor amiga Mitzi (Genevieve Tobin), que flerta com todos os homens que vê pela frente, Andre tenta ao máximo resistir às investidas da amiga. Mas ela é bastante insistente, além de ser muito bonita, que faz com que ele invariavelmente traia sua mulher.O marido de Mitzi (Roland Young) quer se divorciar, e a está mantendo sob vigilância constante. Andre acaba sendo descoberto, e tem de se confessar para Colette. Mal sabe ele, que sua belíssima mulher também tem mantido alguns segredos para si...
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Sò Lubitsch mesmo podia conceder um tapa na cara do moralismo americano em plenos anos 30 e que bela cutucada no código Hays ou na ideia embrionária que culminaria neste código estapafúrdia do conduta. De novo a safadeza de Lubitsch vem com aquele toque magistral de elegância e refino.
Clássica comédia musical indicada ao Oscar de melhor filme. É uma dupla direção: começou a ser dirigido por George Cukor (1899-1983), que desistiu poucas semanas depois por se desentender com o então produtor alemão Ernst Lubitsch (1892-1947), que acabou assumindo a direção. Uma versão francesa foi feita simultaneamente a esta, "Une heure près de toi", mantendo a maioria dos atores e trocando alguns deles. Esta produção, além do mais, é um remake de O círculo do casamento (24), também de Lubitsch. É um filme agradável em que se destacam os bons diálogos e as atuações dos personagens principais, como a do galã francês Maurice Chevalier (1888-1972), que também era cantor e humorista. Os próprios atores, após o final de cada take, falam com o público que os assiste.
Achei bem divertido. Gostei do diretor ter usado a quarta parede dentro da narrativa.
Dos filmes que vi do diretor, esse foi o mais fraco. Não gostei dos diálogos, achei infantilizados. Estava torcendo pra acabar logo...
Como é praxe nos filmes lubitschianos, lascívia requintada de primeiríssima qualidade, elenco afiadíssimo, direção segura, canções excelentes, refinamento, classiciscimo, tudo de supra-qualitatitivo que o cinema clássico hollywoodiano tinha a oferecer... E quão charmoso era o Maurice Chevalier! (WPC>)