Pra um telefilme ele provou ser bem competente pra falar a verdade, a narrativa do filme procura estabelecer bem impactante no inicio do filme já a sua primeira cena é a protagonista sendo presa é bastante valida despertando a curiosidade do telespectador, o filme vai se mostrando mais competente quando apresenta a historia e os motivos ate tal fato inicial, Doug Campbell consegue criar uma atmosfera aceitável pois opta por uma narrativa bem rápida entregando personagens ate que bem construidos, a surrealidade da trama sobre o aluno pegando a professora sexy e gostosa por causa da frustração da namorada ser virgem e não querer ainda acaba sendo um contexto bem aceitável, o problema do filme mesmo fica mais pra questão de interpretação e alguma decisão tecnicamente burras por parte dos personagens estragando um pouco da experiência, Josie Davis ( que por acaso esta linda e bem sexy) e Kelcie Stranahan consegue ser uma protagonista genérica mas eficiente, sejamos sinceros o filme não é uma obra boa de fato mas se ver como comédia acaba sendo bem competente.
Tem tanta coisa ridiculamente surreal que acaba ser um charme a parte de produção como a investigação da mãe e da filha ser muito mais eficiente que a dos policiais, a idiotice do moleque em acabar com a mulher em um lugar isolado não tem logica já que ele frequentava com frequência a casa dela era só ir lá e terminar, a facilidade da mulher incriminar outra pessoa e tão ridiculamente engraçado de tal fácil que é que faria o Batman ter ciúmes com tamanha proeza e o maior de todos é a motivação do transtorno psicológico da professora (mulher que sofria bullying da mãe a chamando de feia desenvolve um lado psicótico) é genial melhor que isso impossível kkk.
Não é um dos melhores filmes, mas é assistivel. Um ponto importante é o envolvimento de professor/aluno. Ma trama, a professora transforma seu "relacionamento" com o aluno (se assim podemos chamar) em um meio de chantagem, dando "vantagens" ao aluno em questão. Será que isso não pode ser uma representatividade de uma questão real? Claro que se tratando do filme em si, poderia ter sido muito melhor, mas a ideia transmitida é bem legal.
Filme sem grandes pretensões que pouco lembro dele
Fraco
Pra um telefilme ele provou ser bem competente pra falar a verdade, a narrativa do filme procura estabelecer bem impactante no inicio do filme já a sua primeira cena é a protagonista sendo presa é bastante valida despertando a curiosidade do telespectador, o filme vai se mostrando mais competente quando apresenta a historia e os motivos ate tal fato inicial, Doug Campbell consegue criar uma atmosfera aceitável pois opta por uma narrativa bem rápida entregando personagens ate que bem construidos, a surrealidade da trama sobre o aluno pegando a professora sexy e gostosa por causa da frustração da namorada ser virgem e não querer ainda acaba sendo um contexto bem aceitável, o problema do filme mesmo fica mais pra questão de interpretação e alguma decisão tecnicamente burras por parte dos personagens estragando um pouco da experiência, Josie Davis ( que por acaso esta linda e bem sexy) e Kelcie Stranahan consegue ser uma protagonista genérica mas eficiente, sejamos sinceros o filme não é uma obra boa de fato mas se ver como comédia acaba sendo bem competente.
Tem tanta coisa ridiculamente surreal que acaba ser um charme a parte de produção como a investigação da mãe e da filha ser muito mais eficiente que a dos policiais, a idiotice do moleque em acabar com a mulher em um lugar isolado não tem logica já que ele frequentava com frequência a casa dela era só ir lá e terminar, a facilidade da mulher incriminar outra pessoa e tão ridiculamente engraçado de tal fácil que é que faria o Batman ter ciúmes com tamanha proeza e o maior de todos é a motivação do transtorno psicológico da professora (mulher que sofria bullying da mãe a chamando de feia desenvolve um lado psicótico) é genial melhor que isso impossível kkk.
Que filminho ruim
03/05/2019
Não é um dos melhores filmes, mas é assistivel. Um ponto importante é o envolvimento de professor/aluno. Ma trama, a professora transforma seu "relacionamento" com o aluno (se assim podemos chamar) em um meio de chantagem, dando "vantagens" ao aluno em questão. Será que isso não pode ser uma representatividade de uma questão real?
Claro que se tratando do filme em si, poderia ter sido muito melhor, mas a ideia transmitida é bem legal.