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Data de lançamento
20 Set. 2011Duração
Carrie Wells (Poppy Montgomery) é uma enigmática ex-policial que sofre de uma rara condição: Carrie possui uma memória perfeita. Isso significa que ela é capaz de se lembrar de tudo nos mínimos detalhes. Tal condição pode ser tanto uma benção como uma maldição, afinal, Carrie é incapaz de esquecer-se de todas as coisas ruins que viveu e presenciou. Dylan Walsh faz o interesse romântico de Carrie e é um dos protagonistas.
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A premissa da série, baseada em um livro, é boa, uma pessoa com memória super dotada que lembra de tudo que viveu, cada fotograma de sua vida. Trata-se de uma síndrome rara chamada hipertimesia.
A primeira temporada tem bons episódios com tramas e personagens interessantes. Um arco permeia todos os episóidos deste primeiro ano, o assassinato da irmã da protagonista Carrie (Poppy Montgomey), que apesar de lembrar de tudo, tem um bloqueio em relação à morte da irmã.
Algo que me incomoda em relação ao personagem é sua arrogância, que vai ficando cada vez maior conforme a série vai avançando. Carrie vira um super heroínda, vê tudo, pode tudo, resolve tudo indo contra as ordens de seus superiores e fazendo o que dá na telha.
Carrie é bonita, com um cabelão vermelho e super bem cuidado, que parece passar todo dia no cabelereiro antes de ir para a delegacia, além de estar sempre maquiada, mas temos que acreditar que ela nem liga para a aparência e só está focada no trabalho, pelo qual é realmente obcecada.
Aliás, Carrie se envolve com Steve, o lindo filho de um mafioso, com o qual tem mais química que com Al (Dylan Walsh) seu chefe e ex-marido, que ainda é apaixonado por ela.
No final desta temporada, chegamos a achar que ela encontra o assassino da irmã, para depois ser revelado que não era ele. O mistério vai continuar pela próxima ou próximas temporadas.
E infelizmente, pelo menos para mim, o romance com Steve chega ao fim.
Apesar disso, continuo acompanhando, pelas tramas envolventes dos episódios.
No início achei legal, mas no decorrer da primeira temporada vai ficando chato, principalmente pelos excessos da protagonista, que é extremamente desagradável e arrogante, não curti.
A ideia original é muito legal, uma pessoa com perfeita memória, capaz de resolver crimes. Contudo, ao longo da primeira temporada, a protagonista se torna uma praticamente uma médium, sabendo de qualquer coisa de um ambiente em que esteve presente, mesmo que não tenha prestado atenção ou olhado para a coisa.
A Carrie pertence à categoria de mulheres inexistentes: cabelo ultra produzido e muita maquiagem representando uma mulher que supostamente não utiliza tais recursos.
Não se compara, por exemplo, à Sarah (The Killing) que realmente representava as mulheres insanamente focadas no trabalho, e que não "ligam da aparência".
Gostei bastante do Al e dos demais detetives da equipe, inclusive da Nina. Mas acho que eles não continuam nas temporadas seguintes.
Só comecei a ver essa série por causa da Poppy Montgomery e foi bem por acaso, pq eu estava revendo a 1ª temporada de Without a Trace e eu sempre gostei da Samantha... risos.
A série é bem bacana e a Carrie tem esse ar de foda-se pra tudo e uma super memória, o q me atraiu logo de cara, mas alguns episódios não foram tão envolventes assim. Achei q foram muitos episódios e, em algum momento, eles ficaram perdidos, mas a série é bem interessante...
E espero que a Carrie consiga achar o cara que matou a irmã dela, pq nessa temporada ela chegou perto, mas não conseguiu desvendar o crime ainda.
Pena que a partir da 2ª temporada em diante, Carrie e Al vão fazer parte de outro departamento e os detetives Mike Costello, Nina Inara, Roe Saunders não vão mais aparecer...
Vou sentir falta deles...
nossa foi uma grande surpresa essa serie, comecei vendo por ver e me encantei com todos os personagens e historia. Emocionante o motivo dela ser assim. É uma serie que da vontade de continuar vendo mais e mais.
Uma série policial que se diferencia pelo modo que os casos são resolvidos nos mostrando que todas as pistas estão ali... só basta prestar atenção.
Morgan foi um dos personagens mais interessantes pra mim principalmente pelo modo como ele dava dicas pra Carrie, através de coisas insignificantes(como o banco no zoo) ou através de conversas sem sentido.