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O dr. Bernard Quatermass quase sofre um acidente de carro quando um casal atravessa seu caminho e saem fora da via. Ao saber do que se tratava, vê que o homem está queimado no rosto por um meteoro que caiu em Willingdon Flats. Ao retornar à base do projeto lunar no qual vem se dedicando recebe informação de que vários desses meteoritos estavam caindo nessas imediações de forma ordenada e estranha.
Ao checar o local,Quatermass acha uma exata réplica de seu projeto lunar construido numa área cercada de guardas. Seu assistente sofre queimadura de um dos meteoritos e Quatermass é expulso violentamente do lugar. Investigando mais a fundo descobre se tratar na verdade, de uma invasão alienígena que planeja dominar a mente humana e desenvolver sua espécie, sem interferência do governo britânico, infiltrando suas vítimas infectadas em postos estratégicos do poder.
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[25-05-25]
Tem uma fração de segundo nesse filme que é o ponto de vista de um carro se aproximando de uma multidão. A câmera provavelmente foi amarrada num carro ou algo assim para criar o efeito... talvez junto com o zoom. E esse é apenas um dos vários momentos onde a câmera é usada de forma criativa que claramente deu trabalho naquela época.
Essa fração de segundos e algumas outras coisas visualmente impressionantes neste filme de 1957 me fizeram pensar que filmes grandes, de grandes franquias atuais, raramente entregam o mesmo nível de ousadia e cuidado no básico da direção. Eles entregam efeitos visuais, fantasia, pipoca... Mas as equipes não parecem ter tempo, nem liberdade para ter cuidado com coisas básicas do cinema como fotografia e edição.
Mais uma vez: é sempre incrível ver bases e tropos que depois seriam repetidos em grandes filmes e séries ainda lembrados hoje como "Invasores de Corpos" ou "Arquivo X".
Gosto também da implicação intencional ou não do cientista americano (embora na série original ele fosse britânico mesmo) ambicioso. Embora aqui ele seja menos "cientista maluco maquiavélico" do que no primeiro filme, o projeto de Quatermass ainda é responsável por parte do problema.
Divertido demais!
Bom e interessante quanto o primeiro com uma história diferente, claro que o filme não possui a tecnologia avançada de hoje em dia, mas o bom roteiro e o clima de seriedade garantem um diversão nostálgica, aqui se insinua mais do que mostra, e isso na época era muito bom, mesmo os monstros sejam toscos vistos hoje em dia, o filme é sim recomendado para fãs de clássicos da ficção da década de 50.
Ainda melhor do que o primeiro filme de Quatermass, com um clima ainda mais sufocante e uma premissa que mistura conspiração e invasão alienígena antecipando em 36 anos a cultuada série "Arquivo-X"!
Superior ao primeiro filme, apesar de não ter muita relação com o mesmo. A trilha sonora é assustadora e o roteiro questiona muito o abuso do poder sendo relevante nos dias atuais.
Produção inglesa da Hammer produzida em preto e branco, uma ficção de suspense com Brian Donlevy (1901-1972) reprisando seu papel como o professor homônimo Bernard Quatermass, fazendo dele o único ator a interpretar o personagem duas vezes na tela.
Este filme é a sequência de Terror que mata (55), que foi realizado após uma série feita para a TV com apenas 6 episódios: The Quatermass experiment (53), juntamente com a minissérie feita pra TV Quatermass ll (55). Seguiu-se, ainda, outra minissérie, Quatermass and the Pit (58), Uma sepultura para a eternidade (67), mais uma minissérie pra TV, Quatermass (79), The Quatermass conclusion (79), um filme feito pra TV, The Quatermass experiment (05), todos filmes com o mesmo personagem principal.
Não considero dentre os melhores filmes da produtora, mas o filme não chega a ser ruim, digo que está no mesmo nível do anterior. A trama começa lenta, com muitos falatórios desnecessários e pouca ação. Da metade em diante, fatos inesperados começam a acontecer e a estória ganha mais corpo e entretém melhor. Apesar de alguns momentos desajeitados que não se deram muito bem, continua sendo um dos mais bizarros e impressionantes dos primeiros filmes britânicos de terror e ficção.
Não curti muito aqueles monstrengos gigantes que aparecem em alguns segundos no final da estória.