Excelente! Trama dividida em três partes, todas muito bem inseridas no contexto histórico da espionagem durante a guerra fria, contendo minúcias incríveis da CIA e KGB, tudo constituindo um desafio à compreensão até mesmo do expectador bem informado sobre o tema. Só pela segunda parte, as cenas de ação e a fidelidade nas abordagens da revolta na Hungria e da invasão em Cuba, o filme vale o ingresso, para se ver e rever! E na briga de cachorro grande entre liberalismo e comunismo, se não há mocinhos, ou se paira dúvida sobre qual dos lados defende uma causa justa, o expectador pode se orientar e tirar boas conclusões. Talvez uma importante reflexão possa partir da pergunta: quem pode produzir maior medo e terror numa população civil? A inteligência secreta de um país democrático, onde a lei é soberana e a transparência pública impõe limites, ou a inteligência secreta de uma ditadura (fascista/comunista), onde o regime fechado ora varre do mapa seus opositores, ora sob o tapete a sujeira das suas ações?
Abandonei aos 40 minutos em razão do roteiro ideológico (exageradamente feminista), que deixa em segundo plano a trama, o suspense, o mistério, que são os conteúdos que me prendem nos filmes policiais, para priorizar o vitimismo da agente (Helen Mirren). Não sou machista e nem feminista, mas não compro a ideia (tenho um mínimo de inteligência para tanto), de que numa divisão policial de 15 ou 20 agentes, a única agente (mulher) seja desrespeitada, e literalmente “odiada”, por todos os colegas de trabalho só por ser mulher, como pinta o roteiro, e que para superar seu drama, ela passa de “vítima do sistema” a heroína, tentando mostrar que é mais competente que todos os policiais homens juntos. Faço parte do público que não surfa nessa onda, não, caros produtores…
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A Companhia
3.8 9 Assista AgoraExcelente! Trama dividida em três partes, todas muito bem inseridas no contexto histórico da espionagem durante a guerra fria, contendo minúcias incríveis da CIA e KGB, tudo constituindo um desafio à compreensão até mesmo do expectador bem informado sobre o tema. Só pela segunda parte, as cenas de ação e a fidelidade nas abordagens da revolta na Hungria e da invasão em Cuba, o filme vale o ingresso, para se ver e rever! E na briga de cachorro grande entre liberalismo e comunismo, se não há mocinhos, ou se paira dúvida sobre qual dos lados defende uma causa justa, o expectador pode se orientar e tirar boas conclusões. Talvez uma importante reflexão possa partir da pergunta: quem pode produzir maior medo e terror numa população civil? A inteligência secreta de um país democrático, onde a lei é soberana e a transparência pública impõe limites, ou a inteligência secreta de uma ditadura (fascista/comunista), onde o regime fechado ora varre do mapa seus opositores, ora sob o tapete a sujeira das suas ações?
Prime Suspect
4.1 6Abandonei aos 40 minutos em razão do roteiro ideológico (exageradamente feminista), que deixa em segundo plano a trama, o suspense, o mistério, que são os conteúdos que me prendem nos filmes policiais, para priorizar o vitimismo da agente (Helen Mirren). Não sou machista e nem feminista, mas não compro a ideia (tenho um mínimo de inteligência para tanto), de que numa divisão policial de 15 ou 20 agentes, a única agente (mulher) seja desrespeitada, e literalmente “odiada”, por todos os colegas de trabalho só por ser mulher, como pinta o roteiro, e que para superar seu drama, ela passa de “vítima do sistema” a heroína, tentando mostrar que é mais competente que todos os policiais homens juntos. Faço parte do público que não surfa nessa onda, não, caros produtores…