Toda a trama é carregada de elementos explosivos. Ninguém é inocente: soldados em guerra matam; mercenários são movidos pela ganância; o poder anda de mãos dadas com a corrupção; os riscos enfim são extremos nessa "rota irlandesa". Mas o diretor esquerdista acha que basta ideologizar sobre o tema, para que suas supostas vítimas tenham voz contra seus supostos opressores (como sempre, os liberais, os imperialistas), para que brote um bom filme da sua viagem psicótica. Uma coisa é filme denúncia feito com fundamento e isenção ideológica; outra, lamentável astúcia, se dá quando o propósito é fazer do cinema um instrumento de validação acadêmica ou de manipulação das massas... Nota **
Excelente! Trama dividida em três partes, todas muito bem inseridas no contexto histórico da espionagem durante a guerra fria, contendo minúcias incríveis da CIA e KGB, tudo constituindo um desafio à compreensão até mesmo do expectador bem informado sobre o tema. Só pela segunda parte, as cenas de ação e a fidelidade nas abordagens da revolta na Hungria e da invasão em Cuba, o filme vale o ingresso, para se ver e rever! E na briga de cachorro grande entre liberalismo e comunismo, se não há mocinhos, ou se paira dúvida sobre qual dos lados defende uma causa justa, o expectador pode se orientar e tirar boas conclusões. Talvez uma importante reflexão possa partir da pergunta: quem pode produzir maior medo e terror numa população civil? A inteligência secreta de um país democrático, onde a lei é soberana e a transparência pública impõe limites, ou a inteligência secreta de uma ditadura (fascista/comunista), onde o regime fechado ora varre do mapa seus opositores, ora sob o tapete a sujeira das suas ações?
Jovens oriundos de boas famílias descambam para a rebeldia, alinham-se à esquerda política, vão cheios de ideias e teorias, e lá, turbinados pela bebida, cigarro e drogas, criticam a ordem das coisas, acham da moda ser antiamericanos, colocam-se como perseguidos e vítimas de tudo. Julgando-se intelectuais, pretendem mudar o mundo, mas sua dialética não funciona, apelam para o uso da sabotagem e do terrorismo, como verdadeiros marginais, ao invés de colaborar para a reconstrução da Alemanha pós Hitler. Na real, são o tipo de pessoas fracas, que não conseguem sequer organizar suas próprias vidas, como garantir seu sustento e ter onde morar, ser fiel no amor, criar um bebê (pasmem, coitado desse!) e respeitar suas famílias. Fracassados de carteirinha, quando não suicidas. Bom filme, por nos mostrar tudo isso!
Um ótimo filme sobre a atuação de J. Edgar Hoover na direção do FBI por quase 50 anos. Abrangente, ágil, ambicioso, representa um desafio para iniciantes aos conhecimentos sobre a história política dos EUA, sobretudo assuntos afetos ao crime organizado e a espionagem comunista nos anos da guerra fria.
Diversas cenas muito forçadas na história... O personagem de Russel Crowe, vilão esnobe, com momentos de mocinho, não dá pra engolir! Expectativa frustrada com relação a esse filme.
Bom filme. Entrega o que promete, dentro da perspectiva escolhida: abordagem dos traumas da guerra das Malvinas, e da vida depois dela, para soldados argentinos comuns, não tendo por propósito exclusivo fazer crítica aos erros políticos e militares que marcaram o conflito. A trama está bem contextualizada nos fatos históricos, e o espectador atento e melhor informado daquilo que foi essa guerra, poderá, a partir das cenas e do roteiro, ficar satisfeito com esse belo esforço do cinema argentino.
Superou minha expectativa! Uma boa história, prende a atenção. Robert Duvall em grande atuação, ele que é, a meu ver, um dos maiores atores de todos os tempos!
Trama que prende a atenção, mas que só pode ser aproveitada como passatempo, pois o roteiro abusa de elementos de psicopatias (convulsões, epilepsia, fanatismo religioso, drogas alucinógenas, poderes sobrenaturais, segredos e traumas do passado), tornando a história um tanto forçada pelo festival de insanidade.
Uma trama com início promissor, mas o interesse diminui à medida que situações forçadas vão predominando. Mesmo assim, um bom filme, com atuação impecável de Daniel Day-Lewis.
Bom filme, bela produção, com muitos méritos e uma história comovente. Não fez muito sentido o capítulo em que apareceu Wyatt Earp (James Stuart), principalmente pelo tom de comédia.
Desnecessário. Manipulador. Todo mundo louco pode ser o que habita a mente de um cineasta democrata; mas fica longe de convencer-me que a América esteja habitada só por loucos!
Os comportamentos estranhos, as patologias da mente e os desequilíbrios emocionais formam um território infinito, pra todo tipo de imaginação e especulação. Não vale a pena embarcar numa viagem patológica para tentar entender o perturbado mundo de alguém e encontrar justificativas para as coisas, a partir deste ou daquele ponto de vista. Filme completamente dispensável. E mais: para quem busca entretenimento, uma péssima escolha.
Prostitutas no front? Mas que impropério. Numa guerra suja e imoral como a II GM, com governos autoritários e exércitos imersos nas lamas do fascismo e do comunismo, não há régua moral útil, pois os tiranos, assim como seus oficiais, soldados e colaboradores se tornam tão infames e impuros de espírito que faz a prostituição do corpo parecer nada...
Dispensável, desnecessário. Nada se aproveita da trama, que é baseada numa obra literária. Nela, jovens irmãos do sexo masculino em desajuste familiar e social, envolvem-se com tudo o que não presta (cigarros, bebidas, drogas, brigas em gangues de rua, pequenos delitos), desrespeitando a tudo (propriedades, costumes e ideias alheias) e a todos (seus pais, os professores, os policiais, as mulheres, todos são vítimas das duas bestas), com desfecho previsível e inevitável. O “peixe estrondoso” (o selvagem da motocicleta), não passa de um zé ruela, um fracassado na vida, com temperamento depressivo e tendências ao suicídio ou à morte precoce. Não se trata de um “vítima da sociedade” e sim de doente mental, sem valores, sem caráter ou qualquer empatia. Repito: um filme dispensável e desnecessário. Nota 4.
Mais um bom filme americano destinado a questionar e refletir sobre a (inutilidade) da participação dos EUA na guerra do Vietnã – o conflito impossível de ser vencido, em que a perda de jovens soldados americanos foi algo absurdo. O fato é que a guerra fria, a guerra das ideologias econômicas, colocou o mundo diante de muitas situações insanas, e hoje em dia, quase que repetindo-se o nível de tensão mundial, vemos que os interesses dos ditadores (Xi Jinping, Putin, Khamenei, Maduro, Kin Jong Un, Castro, Lula etc) e grupos poderosos (ONU, OMS, Bill Gates, George Soros, Hansjorg Wyss), estão acima de quaisquer escrúpulos.
Boa trama, com movimentadas cenas de combate. Para fãs de filmes de guerra. Em dezembro/1944, na batalha das Ardenas (“a última blitzkrieg”), com a guerra prestes a ser vencida pelos aliados, Hitler utilizaria a “raspa do tacho” do seu contingente humano (idosos e crianças alemãs com pouco ou nenhum treinamento militar), devido a escassez de soldados. E executaria, nessa sua última e desesperada investida, uma operação de alto risco, mediante espionagem e infiltração de soldados nazistas nas linhas inimigas…
Belo filme, bem ambientado na Inglaterra dos anos 50, que aborda na trama principal a não de aceitação de uma mulher pela comunidade, por ser de origem alemã, como produto da beligerância entre os povos durante a 2ª GM.
Ah, os anos 80… fonte inesgotável! Que geração fantástica! Filmes, músicas, modas, costumes, alegria viva no ar. E o que dizer da vida estudantil, como nos mostra esse delicioso filme?! Não há como não sentir saudades. Nota 8.
Rota Irlandesa
3.2 24Toda a trama é carregada de elementos explosivos. Ninguém é inocente: soldados em guerra matam; mercenários são movidos pela ganância; o poder anda de mãos dadas com a corrupção; os riscos enfim são extremos nessa "rota irlandesa". Mas o diretor esquerdista acha que basta ideologizar sobre o tema, para que suas supostas vítimas tenham voz contra seus supostos opressores (como sempre, os liberais, os imperialistas), para que brote um bom filme da sua viagem psicótica. Uma coisa é filme denúncia feito com fundamento e isenção ideológica; outra, lamentável astúcia, se dá quando o propósito é fazer do cinema um instrumento de validação acadêmica ou de manipulação das massas... Nota **
A Companhia
3.8 9 Assista AgoraExcelente! Trama dividida em três partes, todas muito bem inseridas no contexto histórico da espionagem durante a guerra fria, contendo minúcias incríveis da CIA e KGB, tudo constituindo um desafio à compreensão até mesmo do expectador bem informado sobre o tema. Só pela segunda parte, as cenas de ação e a fidelidade nas abordagens da revolta na Hungria e da invasão em Cuba, o filme vale o ingresso, para se ver e rever! E na briga de cachorro grande entre liberalismo e comunismo, se não há mocinhos, ou se paira dúvida sobre qual dos lados defende uma causa justa, o expectador pode se orientar e tirar boas conclusões. Talvez uma importante reflexão possa partir da pergunta: quem pode produzir maior medo e terror numa população civil? A inteligência secreta de um país democrático, onde a lei é soberana e a transparência pública impõe limites, ou a inteligência secreta de uma ditadura (fascista/comunista), onde o regime fechado ora varre do mapa seus opositores, ora sob o tapete a sujeira das suas ações?
O Apóstolo
3.6 29Um excelente filme, com história simples e uma atuação absurdamente gigantesca de Robert Duvall !
Se Não Nós, Quem?
3.6 31Jovens oriundos de boas famílias descambam para a rebeldia, alinham-se à esquerda política, vão cheios de ideias e teorias, e lá, turbinados pela bebida, cigarro e drogas, criticam a ordem das coisas, acham da moda ser antiamericanos, colocam-se como perseguidos e vítimas de tudo. Julgando-se intelectuais, pretendem mudar o mundo, mas sua dialética não funciona, apelam para o uso da sabotagem e do terrorismo, como verdadeiros marginais, ao invés de colaborar para a reconstrução da Alemanha pós Hitler. Na real, são o tipo de pessoas fracas, que não conseguem sequer organizar suas próprias vidas, como garantir seu sustento e ter onde morar, ser fiel no amor, criar um bebê (pasmem, coitado desse!) e respeitar suas famílias. Fracassados de carteirinha, quando não suicidas. Bom filme, por nos mostrar tudo isso!
Tudo Sobre Minha Mãe
4.2 1,3K Assista AgoraSinceramente, muito fraco. Eu bem que tentei, fui receptivo, mas... cada um é cada um!
FBI - Arquivo Secreto
3.0 1Um ótimo filme sobre a atuação de J. Edgar Hoover na direção do FBI por quase 50 anos. Abrangente, ágil, ambicioso, representa um desafio para iniciantes aos conhecimentos sobre a história política dos EUA, sobretudo assuntos afetos ao crime organizado e a espionagem comunista nos anos da guerra fria.
Os Indomáveis
3.9 475 Assista AgoraDiversas cenas muito forçadas na história... O personagem de Russel Crowe, vilão esnobe, com momentos de mocinho, não dá pra engolir! Expectativa frustrada com relação a esse filme.
Iluminados pelo Fogo
3.7 12Bom filme. Entrega o que promete, dentro da perspectiva escolhida: abordagem dos traumas da guerra das Malvinas, e da vida depois dela, para soldados argentinos comuns, não tendo por propósito exclusivo fazer crítica aos erros políticos e militares que marcaram o conflito. A trama está bem contextualizada nos fatos históricos, e o espectador atento e melhor informado daquilo que foi essa guerra, poderá, a partir das cenas e do roteiro, ficar satisfeito com esse belo esforço do cinema argentino.
O Juiz
3.8 792 Assista AgoraSuperou minha expectativa! Uma boa história, prende a atenção. Robert Duvall em grande atuação, ele que é, a meu ver, um dos maiores atores de todos os tempos!
Thelma
3.5 362 Assista AgoraTrama que prende a atenção, mas que só pode ser aproveitada como passatempo, pois o roteiro abusa de elementos de psicopatias (convulsões, epilepsia, fanatismo religioso, drogas alucinógenas, poderes sobrenaturais, segredos e traumas do passado), tornando a história um tanto forçada pelo festival de insanidade.
O Mundo de Jack e Rose
3.4 116 Assista AgoraUma trama com início promissor, mas o interesse diminui à medida que situações forçadas vão predominando. Mesmo assim, um bom filme, com atuação impecável de Daniel Day-Lewis.
Sangue por Glória
3.1 7A tentativa de juntar guerra, comédia e romance neste filme não funcionou bem...
Crepúsculo de uma Raça
3.7 26 Assista AgoraBom filme, bela produção, com muitos méritos e uma história comovente. Não fez muito sentido o capítulo em que apareceu Wyatt Earp (James Stuart), principalmente pelo tom de comédia.
América em Decadência
2.2 3 Assista AgoraDesnecessário. Manipulador. Todo mundo louco pode ser o que habita a mente de um cineasta democrata; mas fica longe de convencer-me que a América esteja habitada só por loucos!
Psicopata Americano
3.7 2,0K Assista AgoraRaso. Forçado. Apelativo. Desnecessário.
O Deserto Vermelho
4.0 102Os comportamentos estranhos, as patologias da mente e os desequilíbrios emocionais formam um território infinito, pra todo tipo de imaginação e especulação. Não vale a pena embarcar numa viagem patológica para tentar entender o perturbado mundo de alguém e encontrar justificativas para as coisas, a partir deste ou daquele ponto de vista. Filme completamente dispensável. E mais: para quem busca entretenimento, uma péssima escolha.
Mulheres no Front
4.3 19Prostitutas no front? Mas que impropério. Numa guerra suja e imoral como a II GM, com governos autoritários e exércitos imersos nas lamas do fascismo e do comunismo, não há régua moral útil, pois os tiranos, assim como seus oficiais, soldados e colaboradores se tornam tão infames e impuros de espírito que faz a prostituição do corpo parecer nada...
Além da Estrada
3.5 90Uma história sem sal e sem açúcar...
O Sol É Para Todos
4.3 424 Assista AgoraHonestamente? Muito chato... e a participação da criançada poderia ser bem menor
O Selvagem da Motocicleta
3.9 235Dispensável, desnecessário. Nada se aproveita da trama, que é baseada numa obra literária. Nela, jovens irmãos do sexo masculino em desajuste familiar e social, envolvem-se com tudo o que não presta (cigarros, bebidas, drogas, brigas em gangues de rua, pequenos delitos), desrespeitando a tudo (propriedades, costumes e ideias alheias) e a todos (seus pais, os professores, os policiais, as mulheres, todos são vítimas das duas bestas), com desfecho previsível e inevitável. O “peixe estrondoso” (o selvagem da motocicleta), não passa de um zé ruela, um fracassado na vida, com temperamento depressivo e tendências ao suicídio ou à morte precoce. Não se trata de um “vítima da sociedade” e sim de doente mental, sem valores, sem caráter ou qualquer empatia. Repito: um filme dispensável e desnecessário. Nota 4.
Jardins de Pedra
2.9 16 Assista AgoraMais um bom filme americano destinado a questionar e refletir sobre a (inutilidade) da participação dos EUA na guerra do Vietnã – o conflito impossível de ser vencido, em que a perda de jovens soldados americanos foi algo absurdo. O fato é que a guerra fria, a guerra das ideologias econômicas, colocou o mundo diante de muitas situações insanas, e hoje em dia, quase que repetindo-se o nível de tensão mundial, vemos que os interesses dos ditadores (Xi Jinping, Putin, Khamenei, Maduro, Kin Jong Un, Castro, Lula etc) e grupos poderosos (ONU, OMS, Bill Gates, George Soros, Hansjorg Wyss), estão acima de quaisquer escrúpulos.
Fiel a Duas Bandeiras
3.3 3Boa trama, com movimentadas cenas de combate. Para fãs de filmes de guerra.
Em dezembro/1944, na batalha das Ardenas (“a última blitzkrieg”), com a guerra prestes a ser vencida pelos aliados, Hitler utilizaria a “raspa do tacho” do seu contingente humano (idosos e crianças alemãs com pouco ou nenhum treinamento militar), devido a escassez de soldados. E executaria, nessa sua última e desesperada investida, uma operação de alto risco, mediante espionagem e infiltração de soldados nazistas nas linhas inimigas…
Amor e Preconceito
2.6 3 Assista AgoraBelo filme, bem ambientado na Inglaterra dos anos 50, que aborda na trama principal a não de aceitação de uma mulher pela comunidade, por ser de origem alemã, como produto da beligerância entre os povos durante a 2ª GM.
Em Busca da Vitória
4.0 42Ah, os anos 80… fonte inesgotável! Que geração fantástica! Filmes, músicas, modas, costumes, alegria viva no ar. E o que dizer da vida estudantil, como nos mostra esse delicioso filme?! Não há como não sentir saudades. Nota 8.