Simplesmente uma novela muito simples e muito pouco reconhecida. Não estou falando mal, mas ressaltando um traço característicos das pessoas viciadas em violência e sexo nos filmes e novelas. Achei muito linda a virão de mundo da Flor e de vários personagens como a de Pollyana uma obra honônima de Eleanor H. Poter. Difícil é ser otimista. É mais fácil ser ateu atualmente. Destaques dessa obra: a valorização do ego construtivo, os musicais fofos, a vida na perspectiva daqueles que querem e sabem que podem ajudar o mundo. Isso sem contar a forma diferente com que ela trata a questão da luta de classes e a indiferença humana. Há sim coisas boas nesse mundo, mas para ajudá-lo e se ajudar, é como diz aquela música: "depende de nós"...
Eis uma novela de qualidade, e, como disseram em um comentário abaixo, "nem parece novela". Por que? esta aqui destaca-se por sair da vicissitude dos núcleos "melodramacháticos". Esta obra mostra de forma crua a realidade do mundo a partir da exploraçáo de cada "Eu" dos personagens, ou seja, mostrar de forma direta como é o ego de cada e como escolhemos viver pelos interesses mais mesquinhos e ignóbeis. Confesso que não ficou bem colocado aquele romantismo da Marina e do Pedro diante da forte elaboração psicológica de personagens tão reais, acho que foi somente para dar ibope (desaconselhável). Outro ponto forte dessa novela é a apresentação de personagens gays não para audiência, mas para mostrar, avaliar, e dar sugestões à triste realidade vivida pelos homossexuais em um país tão preconceituoso. Simplesmente uma euforia linda de novela!
Sim, a primeira edição estava melhor, fazer o quê quando tentam produzir uma novela visionando apenas aumentar a audiência e, assim, o lucro. Não faz sentido a morte de Fred senão no campo de visão descrito anteriormente por mim. O forte dessa novela: os musicais. Infelizmente as músicas tornam-se "redondas", tendo como único objetivo facilitar as vendas dos cds das trilhas sonoras nos mercados. É triste ver o príncipio do egoísmo capitalista de Adam Smith ser utilizado dessa forma tão grotesca. Mas, enfim, a novela fica bem bonitinha nessa segunda fase, mantendo seus princípios (ver minha opinião sobre Floribela 1).
Amor existe? O que realmente estamos procurando? Para que realmente existimos e até onde pode chegar a ambição humana? Espetacularmente essa é uma das grandes novelas já escritas!
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Floribella
3.8 91Simplesmente uma novela muito simples e muito pouco reconhecida. Não estou falando mal, mas ressaltando um traço característicos das pessoas viciadas em violência e sexo nos filmes e novelas. Achei muito linda a virão de mundo da Flor e de vários personagens como a de Pollyana uma obra honônima de Eleanor H. Poter. Difícil é ser otimista. É mais fácil ser ateu atualmente. Destaques dessa obra: a valorização do ego construtivo, os musicais fofos, a vida na perspectiva daqueles que querem e sabem que podem ajudar o mundo. Isso sem contar a forma diferente com que ela trata a questão da luta de classes e a indiferença humana. Há sim coisas boas nesse mundo, mas para ajudá-lo e se ajudar, é como diz aquela música: "depende de nós"...
Insensato Coração
3.3 193Eis uma novela de qualidade, e, como disseram em um comentário abaixo, "nem parece novela". Por que? esta aqui destaca-se por sair da vicissitude dos núcleos "melodramacháticos". Esta obra mostra de forma crua a realidade do mundo a partir da exploraçáo de cada "Eu" dos personagens, ou seja, mostrar de forma direta como é o ego de cada e como escolhemos viver pelos interesses mais mesquinhos e ignóbeis. Confesso que não ficou bem colocado aquele romantismo da Marina e do Pedro diante da forte elaboração psicológica de personagens tão reais, acho que foi somente para dar ibope (desaconselhável). Outro ponto forte dessa novela é a apresentação de personagens gays não para audiência, mas para mostrar, avaliar, e dar sugestões à triste realidade vivida pelos homossexuais em um país tão preconceituoso. Simplesmente uma euforia linda de novela!
Floribella 2
3.8 32Sim, a primeira edição estava melhor, fazer o quê quando tentam produzir uma novela visionando apenas aumentar a audiência e, assim, o lucro. Não faz sentido a morte de Fred senão no campo de visão descrito anteriormente por mim. O forte dessa novela: os musicais. Infelizmente as músicas tornam-se "redondas", tendo como único objetivo facilitar as vendas dos cds das trilhas sonoras nos mercados. É triste ver o príncipio do egoísmo capitalista de Adam Smith ser utilizado dessa forma tão grotesca. Mas, enfim, a novela fica bem bonitinha nessa segunda fase, mantendo seus princípios (ver minha opinião sobre Floribela 1).
A Vida da Gente
4.0 194Amor existe? O que realmente estamos procurando? Para que realmente existimos e até onde pode chegar a ambição humana? Espetacularmente essa é uma das grandes novelas já escritas!