O enredo todo pode ser visto realmente como um caso se possessão ou um caso de loucura da mulher em puerpério que se vê privada de sono e constantemente preocupada com a sobrevivência do recém nascido. Entendi o filme mais como uma metáfora e nessa segunda opção, em que realmente o cara começa a ter um distúrbio do sono (o que é interessante, porque os sintomas podem ser entendidos também como uma possessão, nos dois casos tem imagens e cartilhas para provar isso) e a mulher, que antes de ganhar o bebê estava otimista e acreditando em uma recuperação, depois de dar a luz, começa a entrar em paranóia com a possibilidade de acontecer algo com a bebê, assim como aconteceu com o cachorro. Além disso, também fiquei pensando na figura do velho do apartamento de baixo (o suposto espírito) ser quem está assombrando o casal. Um senhor que vivia a repreendendo e parecia se incomodar com o companheirismo do casal. Acho que dá para ir longe e entender essa figura dele como a de uma masculinidade com a qual ela não quer conviver. Enfim, viajei nas interpretações hahahahah
Pegaram um meme da internet (a mensagem final no celular já é famosa) e meteram uma psicanálise e trilha sonora indie para se dizer cult... Tá aí a receita desse filme.
, mas realmente me incomodou a mãe dos trolls sacrificar tudo para não destruir Trollburgo (que foi construida inclusive nas montanhas que ela fez para os filhos) e em troca apenas poder ficar perto dos filhos uma única noite no ano, onde isso é justo? Hilda é um desenho lindo mesmo, mas em diversas cenas, não só no filme como nas temporadas também, fica claro como as pessoas tendem a se ver como o centro do universo. No filme, por exemplo, me incomodou como a Hilda é cuidada mesmo enquanto troll, mas a Baba é totalmente ignorada mesmo sendo um bebê... Enfim, não sei se estou exagerando haha, mas acho que poderia ser bem melhor sem esse defeito que não é só do filme, como eu disse.
Esse filme me fez pensar muito sobre como estamos acostumados a ignorar nosso próprio desconforto para não causar desconforto nos outros, e assim somos ensinados a priorizar a cordialidade ao invés de impor nossos limites quando necessário. "Porque vocês deixaram."
Eu gostei muito desse filme. Eu achei as atuações muito boas, principalmente do protagonista, e apesar de não saber praticamente nada sobre a política da Polônia em 1999, acho que o filme dá algumas pistas pelos canais de TV que ficam ligados na estação de controle da emissora.
Pelo que consegui pegar, o país estava passando por uma crise econômica e as perspectivas de futuro dos jovens, principalmente, eram poucas. Inclusive, quando o diretor diz pro Sebastian que ele deveria saber que não seria fácil aparecer na televisão, fiz um link com aquela entrevista com jovens estudantes em que todos desejavam sair do país depois de terminar a faculdade. Ficou claro que não importava o que ele fizesse, não ia rolar a transmissão ao vivo, e que o país no geral estava negando oportunidades para as pessoas. Achei interessante ver que em determinado momento todos que acompanharam o sequestro estavam sentindo compaixão pelo sequestador, até os reféns começam a simpatizar com ele. No final, quando eles correm para garantir que a abordagem polícia seja filmada, o que me pareceu ser uma ação para garantir que o cara sairia vivo dali, não sei, mas me lembrou muito o Brasil. Enfim, curti essas questões que o filme me trouxe.
Quando no final ela é perguntada sobre a borboleta, e dessa vez ela responde a mesma coisa, mas sem a parte de se sentir culpada, entendi que ela precisava matar a família para se tornar uma assassina mais eficiente, sem nada que a prendesse ou trouxesse esse sentimento de culpa, e também conseguisse assumir mais facilmente a identidade de outra pessoa, anulando a dela própria. Mas ainda me questiono o quanto era ela agindo em alguns momentos e o quanto na verdade era o Collin tentando retomar o controle do próprio corpo... Ou se ela permitiu que o Collin tivesse esse lapsos de controle para não carregar a culpa de ter matado a família dela... Ainda, será que ela não era capaz de apertar o gatilho por ainda estar presa a esse sentimento de culpa?
Todas as vezes que a Seo Yeon ligou para Young Sook ela estava no futuro sabendo o que iria acontecer porque já tinha acontecido, quer dizer, ela só sabia que ia acontecer porque já havia efetivamente acontecido, e só quando ela comunicava o fato para menina do passado é que esse acontecimento mudava. Mas daí naquele final com os créditos a Young Sook do futuro liga para ela mesma do passado avisando que ela pode ser assassinada naquele dia. Como ela poderia saber disso, afinal, ela só poderia estar ligando para ela mesma do passado caso essa tentativa de assassinato tivesse falhado, e daí não precisaria interferir porque já teria acontecido daquela forma. Um paradoxo? Pode ser, mas achei esse final péssimo, o primeiro já tinha me deixado feliz.
Acho que já comentaram sobre isso, mas ficou muito na minha cabeça. As atuações estão incríveis, fiquei impressionada. No geral, curti o filme.
Esse filme mexeu comigo de diversas formas. Sinto muito a falta de narrativas mais místicas ou de fantasia (não apenas realistas e documentais, apesar de muito importantes também) de uma perspectiva africana, e a construção da história aqui é incrível. A caracterização das aparições, o horror que é na verdade muito mais terrível nas ações dos vivos, na realidade, e não nos fantasmas, tudo me conquistou muito. Espero, sinceramente, ter a chance de ver mais filmes com essa perspectiva daqui para frente. Ah, quase esqueci, mas achei a atuação do Sope excelente, o desespero que ele transparecia no olhar diversas vezes quase me vez chorar.
Únicos personagens com quem eu consegui me importar foram o pistoleiro e a Arlequina, mas isso porque ele é o Will Smith e ela já virou um ícone da cultura pop.
Já conhecia o caso, mas fiquei impressionada com a quantidade de vídeos. Registraram tudo! Fiquei desejando essa polícia com câmera nos uniformes aqui no Brasil...
A atuação da atriz que faz a Sophia me incomodou muito, achei ela péssima, mas me diverti com o filme, apesar de ter ido por um caminho que eu não esperava.
rolou uns sofrimentos meio desnecessários, sem motivos, entre os dois. Se eles se amavam tanto, por que não conversar e se resolver? Comunicação zero, se os dois tivessem conversado, essas 2h iam virar 20 min.
Assisti sem saber nada, apenas que a filha de um político era sequestrada, e que surpresa incrível! Son Ye Jin deu um show!
Ah, bom falar que vi na minha procura por diretoras coreanas, já que percebi ser algo aparentemente raro o acesso aqui a filmes coreanos dirigidos por mulheres.
O Bom Vizinho
2.5 50 Assista AgoraO protagonista sendo mais sádico que o vizinho psicopata, e pior porque além de tudo é sonso.
Nefarious
3.3 353 Assista AgoraA atuação do detento me irritou num nível...
Que demônio mais cheio de tiques é esse??
Enfim, mas a crentaiada ama esse.
Emboscada
3.2 28 Assista AgoraRetrato da burguesia.
A Conspiração Consumista
3.5 45 Assista AgoraImportante, mas faltou chegar na raiz do problema: o capitalismo
Bagagem de Risco
3.2 292 Assista AgoraNossa, impossível simpatizar com o protagonista. Fiquei torcendo contra ele até o último minuto...
Sleep - O Mal Nunca Dorme
3.1 39O enredo todo pode ser visto realmente como um caso se possessão ou um caso de loucura da mulher em puerpério que se vê privada de sono e constantemente preocupada com a sobrevivência do recém nascido.
Entendi o filme mais como uma metáfora e nessa segunda opção, em que realmente o cara começa a ter um distúrbio do sono (o que é interessante, porque os sintomas podem ser entendidos também como uma possessão, nos dois casos tem imagens e cartilhas para provar isso) e a mulher, que antes de ganhar o bebê estava otimista e acreditando em uma recuperação, depois de dar a luz, começa a entrar em paranóia com a possibilidade de acontecer algo com a bebê, assim como aconteceu com o cachorro.
Além disso, também fiquei pensando na figura do velho do apartamento de baixo (o suposto espírito) ser quem está assombrando o casal. Um senhor que vivia a repreendendo e parecia se incomodar com o companheirismo do casal. Acho que dá para ir longe e entender essa figura dele como a de uma masculinidade com a qual ela não quer conviver.
Enfim, viajei nas interpretações hahahahah
Não Feche os Olhos
2.6 75 Assista AgoraPegaram um meme da internet (a mensagem final no celular já é famosa) e meteram uma psicanálise e trilha sonora indie para se dizer cult... Tá aí a receita desse filme.
Hilda e o Rei da Montanha
4.2 18 Assista AgoraO enredo é tão emocionante como o da segunda tempora, a temporada mais linda do desenho
, mas realmente me incomodou a mãe dos trolls sacrificar tudo para não destruir Trollburgo (que foi construida inclusive nas montanhas que ela fez para os filhos) e em troca apenas poder ficar perto dos filhos uma única noite no ano, onde isso é justo?
Hilda é um desenho lindo mesmo, mas em diversas cenas, não só no filme como nas temporadas também, fica claro como as pessoas tendem a se ver como o centro do universo. No filme, por exemplo, me incomodou como a Hilda é cuidada mesmo enquanto troll, mas a Baba é totalmente ignorada mesmo sendo um bebê... Enfim, não sei se estou exagerando haha, mas acho que poderia ser bem melhor sem esse defeito que não é só do filme, como eu disse.
Não Fale o Mal
3.6 822 Assista AgoraEsse filme me fez pensar muito sobre como estamos acostumados a ignorar nosso próprio desconforto para não causar desconforto nos outros, e assim somos ensinados a priorizar a cordialidade ao invés de impor nossos limites quando necessário.
"Porque vocês deixaram."
Interrompemos a Programação
2.0 46 Assista AgoraEu gostei muito desse filme. Eu achei as atuações muito boas, principalmente do protagonista, e apesar de não saber praticamente nada sobre a política da Polônia em 1999, acho que o filme dá algumas pistas pelos canais de TV que ficam ligados na estação de controle da emissora.
Pelo que consegui pegar, o país estava passando por uma crise econômica e as perspectivas de futuro dos jovens, principalmente, eram poucas.
Inclusive, quando o diretor diz pro Sebastian que ele deveria saber que não seria fácil aparecer na televisão, fiz um link com aquela entrevista com jovens estudantes em que todos desejavam sair do país depois de terminar a faculdade. Ficou claro que não importava o que ele fizesse, não ia rolar a transmissão ao vivo, e que o país no geral estava negando oportunidades para as pessoas.
Achei interessante ver que em determinado momento todos que acompanharam o sequestro estavam sentindo compaixão pelo sequestador, até os reféns começam a simpatizar com ele.
No final, quando eles correm para garantir que a abordagem polícia seja filmada, o que me pareceu ser uma ação para garantir que o cara sairia vivo dali, não sei, mas me lembrou muito o Brasil.
Enfim, curti essas questões que o filme me trouxe.
DEEP
2.5 47 Assista AgoraOs caras são criativos para vender chip de celular
Fratura
3.3 957Protagonista insuportável de chato!
Possessor
3.4 330 Assista AgoraQuando no final ela é perguntada sobre a borboleta, e dessa vez ela responde a mesma coisa, mas sem a parte de se sentir culpada, entendi que ela precisava matar a família para se tornar uma assassina mais eficiente, sem nada que a prendesse ou trouxesse esse sentimento de culpa, e também conseguisse assumir mais facilmente a identidade de outra pessoa, anulando a dela própria. Mas ainda me questiono o quanto era ela agindo em alguns momentos e o quanto na verdade era o Collin tentando retomar o controle do próprio corpo... Ou se ela permitiu que o Collin tivesse esse lapsos de controle para não carregar a culpa de ter matado a família dela... Ainda, será que ela não era capaz de apertar o gatilho por ainda estar presa a esse sentimento de culpa?
A Garota no Trem
2.3 56Amo, não são só os americanos que tem direito a fazer remakes (ou adaptações mesmo) ruins.
Ponto Vermelho
2.8 214 Assista AgoraPersonagens burros demais, credo.
A Ligação
3.6 524 Assista AgoraTodas as vezes que a Seo Yeon ligou para Young Sook ela estava no futuro sabendo o que iria acontecer porque já tinha acontecido, quer dizer, ela só sabia que ia acontecer porque já havia efetivamente acontecido, e só quando ela comunicava o fato para menina do passado é que esse acontecimento mudava. Mas daí naquele final com os créditos a Young Sook do futuro liga para ela mesma do passado avisando que ela pode ser assassinada naquele dia. Como ela poderia saber disso, afinal, ela só poderia estar ligando para ela mesma do passado caso essa tentativa de assassinato tivesse falhado, e daí não precisaria interferir porque já teria acontecido daquela forma. Um paradoxo? Pode ser, mas achei esse final péssimo, o primeiro já tinha me deixado feliz.
Acho que já comentaram sobre isso, mas ficou muito na minha cabeça. As atuações estão incríveis, fiquei impressionada. No geral, curti o filme.
Missão Presente de Natal
2.9 112 Assista AgoraEssa cultura colonizadora jogada na minha cara em cada segundo desses 90 min foi demais para mim.
O Que Ficou Para Trás
3.6 527 Assista AgoraEsse filme mexeu comigo de diversas formas. Sinto muito a falta de narrativas mais místicas ou de fantasia (não apenas realistas e documentais, apesar de muito importantes também) de uma perspectiva africana, e a construção da história aqui é incrível.
A caracterização das aparições, o horror que é na verdade muito mais terrível nas ações dos vivos, na realidade, e não nos fantasmas, tudo me conquistou muito. Espero, sinceramente, ter a chance de ver mais filmes com essa perspectiva daqui para frente.
Ah, quase esqueci, mas achei a atuação do Sope excelente, o desespero que ele transparecia no olhar diversas vezes quase me vez chorar.
O Recepcionista
2.7 236 Assista AgoraAssisti com o título brasileiro "O recepcionista", quase que não acho aqui no Filmow.
Esquadrão Suicida
2.8 4,0K Assista AgoraÚnicos personagens com quem eu consegui me importar foram o pistoleiro e a Arlequina, mas isso porque ele é o Will Smith e ela já virou um ícone da cultura pop.
Cenas de um Homicídio: Uma Família Vizinha
3.8 258 Assista AgoraJá conhecia o caso, mas fiquei impressionada com a quantidade de vídeos. Registraram tudo!
Fiquei desejando essa polícia com câmera nos uniformes aqui no Brasil...
Além da Morte
2.5 499 Assista AgoraA atuação da atriz que faz a Sophia me incomodou muito, achei ela péssima, mas me diverti com o filme, apesar de ter ido por um caminho que eu não esperava.
Sintonizada em Você
3.9 95 Assista AgoraGo Eun não me decepciona nunca, amo essa mulher. Mas
rolou uns sofrimentos meio desnecessários, sem motivos, entre os dois. Se eles se amavam tanto, por que não conversar e se resolver? Comunicação zero, se os dois tivessem conversado, essas 2h iam virar 20 min.
The Truth Beneath
3.5 17Assisti sem saber nada, apenas que a filha de um político era sequestrada, e que surpresa incrível!
Son Ye Jin deu um show!
Ah, bom falar que vi na minha procura por diretoras coreanas, já que percebi ser algo aparentemente raro o acesso aqui a filmes coreanos dirigidos por mulheres.