Em um momento que a Coreia do Sul enfrenta seus próprios monstros, esse drama surpreende não só por questionar o machismo, mas também a hierarquia e a corrupção no trabalho. É, principalmente, um drama que fala sobre empatia. Reflexões de outra sociedade que serve pra nós também.
Um reflexo da sociedade coreana que aos poucos vem se abrindo às questões sobre adoção e laços não sanguíneos. Embora ainda haja uma certa resistência por parte da sociedade em reconhecer que ser mãe não é somente dar luz à uma criança, é bem interessante ver que as coisas andam mudando nesse país que sempre se importou muito mais com as relações de sangue do que com o afeto.
Esse filme faz pensar na aversão que os "clientes" normalmente tem às greves, sempre que eles são prejudicados por um serviço não oferecido. É muita falta de empatia, e cai como uma luva na situação atual do nosso país.
No início, a personagem feminina principal tinha uma personalidade super forte, mas com o tempo o seu brilho foi se apagando e ela foi se tornando passiva, sem atitude, sem voz. O personagem masculino principal o tempo todo se mostrou obsessivo, ciumento, controlador. Uma pena.
À primeira vista parece mais um drama sobre a vida escolar, mas na verdade é um drama sobre a corrupção do país, que atinge diferentes níveis e setores da sociedade.
Esse é um daqueles filmes onde compreender o contexto é essencial, ou muita coisa pode passar despercebida. É um retrato de um período obscuro do país, e é um filme que vale muito a pena pra quem se interessa em conhecer mais sobre a quinta geração do cinema chinês.
Não recomendo para: quem tem dificuldade de assimilar nomes; quem não possui o mínimo de entendimento dos conflitos entre Coreia e Japão a partir de 1910. Porém, recomendo muito aos interessados em conhecer o potencial do cinema coreano. Excelente produção.
Miss Hammurabi
4.2 17Em um momento que a Coreia do Sul enfrenta seus próprios monstros, esse drama surpreende não só por questionar o machismo, mas também a hierarquia e a corrupção no trabalho. É, principalmente, um drama que fala sobre empatia. Reflexões de outra sociedade que serve pra nós também.
Mother
4.7 27Um reflexo da sociedade coreana que aos poucos vem se abrindo às questões sobre adoção e laços não sanguíneos. Embora ainda haja uma certa resistência por parte da sociedade em reconhecer que ser mãe não é somente dar luz à uma criança, é bem interessante ver que as coisas andam mudando nesse país que sempre se importou muito mais com as relações de sangue do que com o afeto.
Cart
4.0 17Esse filme faz pensar na aversão que os "clientes" normalmente tem às greves, sempre que eles são prejudicados por um serviço não oferecido. É muita falta de empatia, e cai como uma luva na situação atual do nosso país.
High-End Crush
3.9 18Típico relacionamento abusivo.
No início, a personagem feminina principal tinha uma personalidade super forte, mas com o tempo o seu brilho foi se apagando e ela foi se tornando passiva, sem atitude, sem voz. O personagem masculino principal o tempo todo se mostrou obsessivo, ciumento, controlador. Uma pena.
Angry Mom
4.4 13À primeira vista parece mais um drama sobre a vida escolar, mas na verdade é um drama sobre a corrupção do país, que atinge diferentes níveis e setores da sociedade.
O Sonho Azul
3.7 17Esse é um daqueles filmes onde compreender o contexto é essencial, ou muita coisa pode passar despercebida. É um retrato de um período obscuro do país, e é um filme que vale muito a pena pra quem se interessa em conhecer mais sobre a quinta geração do cinema chinês.
Assassinato
4.0 21Não recomendo para: quem tem dificuldade de assimilar nomes; quem não possui o mínimo de entendimento dos conflitos entre Coreia e Japão a partir de 1910. Porém, recomendo muito aos interessados em conhecer o potencial do cinema coreano. Excelente produção.
The Village: Achiara's Secret
3.9 12Esse drama é um chute no estômago, do início ao fim. Recheado de preconceitos sobre gênero e sexualidade, além de reações controversas,
como matar uma pessoa inocente para o marido estuprador não ser exposto e a família não ser "destruída".
Não foi fácil assistir, mas foi um grande aprendizado enquanto reflexo do comportamento da própria sociedade.