Muita indulgência da nossa parte, amigos, absolver esse filme do seu explícito caráter fascista. Desde seu título visivelmente racista, até a imparcialidade ao retratar a igreja de forma tendenciosa e exagerada. E o petróleo fazendo alusão ao negro, e o suposto mal que desempenhou na sociedade ocidental. Daniel Day-Lewis surtado numa atuação que repugna a sensibilidade do espectador como eu, que não está acostumado a esse modo de atuar dos atores moderninhos, carentes de atenção precisam exagerar em cada expressão facial e verbal, só causa embaraço no espectador ( nesse caso "espeta a dor", risos, porque chega a doer de vergonha alheia). Sinceramente, não entendo o que tanto enxergam nesse diretorzinho meia-tigela pretensioso, e se essa é sua obra-prima não sei se quero ver seus filmes anteriores, pois esse quando não estava me fazendo cochilar, só fez com que me revoltasse com sua ideologia retrógrada. Triste isso ser considerado obra-prima moderna, mas em tempos de Crepúsculo o que poderíamos esperar, não é mesmo? Paul Thomas Handerson deveria se juntar a Lars Von Trier e fazer uma ode ao nazismo, já que ambos parecem muito interessados em defender a causa.
Todos que conehecem a história de Gaspar Noé sabem das referências literárias que ele utiliza em seus filmes. Noé é existencialista declarado, muito do que utiliza em seus dialógos e na construção de seus personagens vem da filosofia Sartreana. apesar de divagar razoavelmente bem dentro do existencialismo, o diretor acaba se perdendo - ou pelo menos não se aprofundando com tanto afinco - na psicologia em si, que é o que move o protagonista;O monólogo fundido a loucura acendente do Açogueiro demonstra falhas clara no desenvolvimento de sua psicopatia, qualquer um que tenha um conhecimento básico acerca da psicologia forense detecta tais falhas. Também é de conhecimento geral que neste filme Noé, sendo fã da literatura erótica francesa, faz o confronto entre a teoria de Restif de La Brettone e Marquês de Sade. Noé é adpeto declarado de Brettone e tentou utilizar a teoria do aproximamento do pai com a filha como uma prova de amor e não como algo doentio tal qual Sade descreveria. Entretanto, demonstrando falta de criatividade, o diretor apela para a violência Sadiana para arrastar seu longa, ao invés de analisar mais de perto a relação incestuosa dos personagens. Um ponto interessante são as nuances que levantam suspeitas quanto a árvore genealógica dos personagens. É possível, sem muito esforço, chegar a conclusão de que o desenvolvimento da psicopatia do Açogueiro está diretamente ligada ao fato de sua filha também ser sua irmã.
É de conhecimento de todos que Scorsese enfrentou uma verdadeira batalha contra o estúdio para a realização do filme. Não pode-se julgar, portanto, a carência de realismo dos efeitos visuais ou a qualidade da produção já que o diretor estava engajado em uma batalha de egos contra os temidos e poderosos donos de estúdios, que assombram o cinema autoral desde os aureos tempos. Ainda assim, é possível notar tentativas de exploração de seus personagens de maneira que o público geração Crepusculo/Justin Biber não está acostumado. O inspetor e seu comportamento introvertido, sua timidez em relacionar-se com mulheres, podendo isso ser entendido pelos mais atentos como um homossexualismo oprimido, dado que o filme se passa na decada de 50, tratava-se de um período histórico que não tolerava gays ou lésbicas. Hugo e sua invenção, o organismo cibernetico que representa seu pai, ou melhor, a frieza de seu pai nas relações, a frieza do homem pós-guerra, moldado pela guerra, uma maquina de matar sem sentimentos. em fim, não vou começar a dissecar os personagens senão ficaria dias aqui. mas bravo scorsese, bravo por sua ousadia.
Um dos piores filmes que já vi. Esse pessoal que elogia deveria aprender mais sobre cinema, assistam filmes do Tarkovsky, Kurosawa, Glauber Rocha, depois venham falar sobre cinema, porque elogiar "isso" é atestado à ignorância. Pior que nem os efeitos especiais se salvam, assistam 2001 - Uma Odisséia no Espaço do Kubrick e verão o que são efeitos especiais bons.
Só efeitos, só efeitos, só efeitos... Esse cinema de hoje em dia é vergonhoso. Não se fazem mais filmes como antigamente. Saudade do Bergman, Tarkovsky e cia.
Tarkovsky viola a genitália mental do espectador e o faz adentrar nesta orgia de sentimentos e descobertas que é Stalker. A relação entre os três personagens dá indícios de uma possível atração sexual entre eles, gerando conflitos moralistas e existenciais que ao mesmo tempo colidem com a atração voyer de quem os assiste em suas jornadas reveladoras e catárticas. Um filme para poucos, quem não gosta é porque não entende, mas é compreensível que isso aconteça, já que estamos acostumados a dejetos cinematográficos pseudo-grandiosos como "A Origem", "Avatar" e Crepusculo".
Sangue Negro
4.3 1,2K Assista AgoraMuita indulgência da nossa parte, amigos, absolver esse filme do seu explícito caráter fascista. Desde seu título visivelmente racista, até a imparcialidade ao retratar a igreja de forma tendenciosa e exagerada. E o petróleo fazendo alusão ao negro, e o suposto mal que desempenhou na sociedade ocidental. Daniel Day-Lewis surtado numa atuação que repugna a sensibilidade do espectador como eu, que não está acostumado a esse modo de atuar dos atores moderninhos, carentes de atenção precisam exagerar em cada expressão facial e verbal, só causa embaraço no espectador ( nesse caso "espeta a dor", risos, porque chega a doer de vergonha alheia).
Sinceramente, não entendo o que tanto enxergam nesse diretorzinho meia-tigela pretensioso, e se essa é sua obra-prima não sei se quero ver seus filmes anteriores, pois esse quando não estava me fazendo cochilar, só fez com que me revoltasse com sua ideologia retrógrada.
Triste isso ser considerado obra-prima moderna, mas em tempos de Crepúsculo o que poderíamos esperar, não é mesmo?
Paul Thomas Handerson deveria se juntar a Lars Von Trier e fazer uma ode ao nazismo, já que ambos parecem muito interessados em defender a causa.
Sozinho Contra Todos
4.0 312Todos que conehecem a história de Gaspar Noé sabem das referências literárias que ele utiliza em seus filmes. Noé é existencialista declarado, muito do que utiliza em seus dialógos e na construção de seus personagens vem da filosofia Sartreana. apesar de divagar razoavelmente bem dentro do existencialismo, o diretor acaba se perdendo - ou pelo menos não se aprofundando com tanto afinco - na psicologia em si, que é o que move o protagonista;O monólogo fundido a loucura acendente do Açogueiro demonstra falhas clara no desenvolvimento de sua psicopatia, qualquer um que tenha um conhecimento básico acerca da psicologia forense detecta tais falhas.
Também é de conhecimento geral que neste filme Noé, sendo fã da literatura erótica francesa, faz o confronto entre a teoria de Restif de La Brettone e Marquês de Sade. Noé é adpeto declarado de Brettone e tentou utilizar a teoria do aproximamento do pai com a filha como uma prova de amor e não como algo doentio tal qual Sade descreveria. Entretanto, demonstrando falta de criatividade, o diretor apela para a violência Sadiana para arrastar seu longa, ao invés de analisar mais de perto a relação incestuosa dos personagens.
Um ponto interessante são as nuances que levantam suspeitas quanto a árvore genealógica dos personagens.
É possível, sem muito esforço, chegar a conclusão de que o desenvolvimento da psicopatia do Açogueiro está diretamente ligada ao fato de sua filha também ser sua irmã.
Nota 5.
A Invenção de Hugo Cabret
4.0 3,6K Assista AgoraÉ de conhecimento de todos que Scorsese enfrentou uma verdadeira batalha contra o estúdio para a realização do filme. Não pode-se julgar, portanto, a carência de realismo dos efeitos visuais ou a qualidade da produção já que o diretor estava engajado em uma batalha de egos contra os temidos e poderosos donos de estúdios, que assombram o cinema autoral desde os aureos tempos.
Ainda assim, é possível notar tentativas de exploração de seus personagens de maneira que o público geração Crepusculo/Justin Biber não está acostumado.
O inspetor e seu comportamento introvertido, sua timidez em relacionar-se com mulheres, podendo isso ser entendido pelos mais atentos como um homossexualismo oprimido, dado que o filme se passa na decada de 50, tratava-se de um período histórico que não tolerava gays ou lésbicas.
Hugo e sua invenção, o organismo cibernetico que representa seu pai, ou melhor, a frieza de seu pai nas relações, a frieza do homem pós-guerra, moldado pela guerra, uma maquina de matar sem sentimentos.
em fim, não vou começar a dissecar os personagens senão ficaria dias aqui.
mas bravo scorsese, bravo por sua ousadia.
X-Men: Primeira Classe
3.9 3,4K Assista AgoraUm dos piores filmes que já vi.
Esse pessoal que elogia deveria aprender mais sobre cinema, assistam filmes do Tarkovsky, Kurosawa, Glauber Rocha, depois venham falar sobre cinema, porque elogiar "isso" é atestado à ignorância.
Pior que nem os efeitos especiais se salvam, assistam 2001 - Uma Odisséia no Espaço do Kubrick e verão o que são efeitos especiais bons.
Watchmen: O Filme
4.0 2,8K Assista AgoraSó efeitos, só efeitos, só efeitos...
Esse cinema de hoje em dia é vergonhoso.
Não se fazem mais filmes como antigamente.
Saudade do Bergman, Tarkovsky e cia.
Sucker Punch: Mundo Surreal
3.4 3,1K Assista AgoraO pior filme que já vi. Essa galerinha que tá elogiando é a mesma que gosta de Crepusculo, Origem e Tranformers, isso não me surpreende.
Stalker
4.3 523Tarkovsky viola a genitália mental do espectador e o faz adentrar nesta orgia de sentimentos e descobertas que é Stalker.
A relação entre os três personagens dá indícios de uma possível atração sexual entre eles, gerando conflitos moralistas e existenciais que ao mesmo tempo colidem com a atração voyer de quem os assiste em suas jornadas reveladoras e catárticas.
Um filme para poucos, quem não gosta é porque não entende, mas é compreensível que isso aconteça, já que estamos acostumados a dejetos cinematográficos pseudo-grandiosos como "A Origem", "Avatar" e Crepusculo".