Muito bem fechada, essa série abre discussão em tantas camadas: metafísica, princípio de identidade do self psicológico, existencialismo filosófico, a realidade per si, etc...
É uma série divertida, não exige reflexão, nem tenta se levar a sério (ainda bem). Se você assistir tendo isso em mente, você vai gostar. Vai ser sua sessão pipoca. A caracterização, a escolha de cenários e a criação da "mitologia" do crime, são pontos bons.
Se você quer uma trama profunda, com enredo magnífico e com boa construção psicológica de personagens, essa série não é pra você.
Uma explendorosa releitura de Frankenstein, no entanto, enquanto Frankenstein é um romance que se concentra, sobretudo, no debate entre Hobbes e Rousseau, acerca da natureza humana; Pobres Criaturas habita outras dimensões de debate.
A principal delas, me pareceu ser a dimensão ética, uma vez que o roteiro do filme nos deixa desconfortáveis com personagens masculinos praticando sexo com alguém que, considerando sua maturidade cognitiva, é incapaz de consentir, mas não só isto, tais personagens também tentam tutelar e direcionar cada passo dessa personagem, e são frustrados quando não conseguem manipulá-la. Outra parte do debate ético se encontra no arquétipo do "cientista maluco", o qual faz o experimento sem nenhum questionamento moral tanto do que está fazendo, quanto das consequências futuras disso. (Essa parte, inclusive, é tema abordado no romance de Sci-Fi Flores para Algernon).
Para além disso, temos um âmbito no qual o desprendimento cultural da personagem central, bem como seu não entendimento das regras do jogo social, expõe nossos costumes ao rídiculo - as regras de etiqueta, as regras de convivência, as pequenas hipocrisias sociais as quais nós tentamos nos enquadrar.
Uma outra camada do filme navega em questões de cunho psicológico, o desenvolvimento cognitivo, a aprendizagem, o modo como essa personagem irá lidar e adaptar a esse mundo no qual ela se sente "alienígena".
E ainda há camadas relativas a questões de gênero e de classe.
O maior mérito do filme é que ele demonstra muito, sem precisar ser expositivo, as camadas estão nos detalhes e não precisa, na maior parte do tempo, de discursos apontando isso em nossa cara, ele não subestima o expectador.
Definitivamente, o Isaac é meu personagem favorito. O modo como ele não entende a "lógica" de funcionamento das relações socio-culturais humanas sempre é muito bem empregado. A série tem amadurecido, ainda sim, continua leve e despretenciosa, o que é ótimo.
Esteticamente, o filme é impecável; fotografia, efeitos visuais e figurinos são excelentes, no entanto é provável que funcione melhor para quem, como eu, já tem contato com a obra literária de Frank Herbert. A quem não a leu, algumas coisas podem ficar jogadas numa névoa, sem que o contexto seja apreendido, e é claro, não é culpa do diretor, transpor para o cinema uma obra da envergadura de Duna, é complexo. Por isso, torna-se uma boa notícia que o segundo filme tenha sido confirmado, ele dará tempo e chance para que o diretor apronfunde e contextualize melhor o universo de Duna e seus personagens. No mais, Denis Villeneuve fez uma bela e cuidadosa adaptação e já aguardo o segundo filme, onde sairemos da introdução a este universo e iremos "caminhar pelas profundezas do deserto".
A qualidade de animação de alguns dos episódios é primorosa.
Nesta segunda temporada a série abre mais espaço a fantasia e ao "terror", enquanto o Sci Fi continua em sua base na maior parte do tempo, já a abordagem filosófica é um contínuo, que vai desde a sátira proposta pelo primeiro episódio, até a narrativa dramática que junta o tempo, a vida e a morte em uma alegoria que nos põe como construtores e construídos, destruidores e destruídos, ao nos vermos tanto na figura dos humanos, quanto na figura do gigante, modificando o ambiente, e por ele sendo modificado.
Mas eu não poderia deixar de destacar também os episódios três e quatro, os quais lidam tanto com o vazio e o propósito da existência, quanto com a noção de eternidade. No terceiro episódio é constante a pergunta "qual é nosso legado?", "o que estamos fazendo por cá?", e alguns personagens encontram seu propósito em cuidar do novo, em experenciar o novo, em crescer com o novo, que representa a vida de uma criança, enquanto outros, aparecem num tom de futilidade despropositada de viver, cercada unicamente pelo medo da velhice, da morte e do fim de um status quo. Já no quarto episódio, temos a luta por manter-se são, vivo, ainda que, tenha transcorrido séculos, e os personagens centrais se mostram entristecidos por se verem deslocados da "realidade", visto que as pessoas a quem amaram, não estão mais entre eles, encontram-se, porém, quando se veem "iguais" em sua história de vida, e podemos sentir o reconforto, pois agora nenhum dos dois está mais só.
A produção ficou boa, o uso de partes cá na terra com comentários de pesquisadores também enriquece a perspectiva. A narrativa é divertida e tranquila de acompanhar.
Creio, no entanto, que a série peque ao ficar presa a analogias de reinos de seres vivos terrestres (animais, vegetais, fungos...), pois sabemos que sejam quais forem os tipos de vida existentes em outros planetas, virão de uma árvore evolucionária própria, e ainda que se assemelhe as nossas dinâmicas por convergência evolutiva, não serão nem animais, nem vegetais,nem fungos. Entendo que a série tomou este caminho para ser mais palatável ao público geral, pois já estamos familiarizados com estas nomenclaturas.
Espero que numa possível segunda temporada possam especular sobre vida baseada em, por exemplo, silício; ou especular sobre possíveis outros arranjos genéticos que não os do DNA ou RNA que conhecemos, outros tipos de moleculas auto-replicantes.
É inevitável a comparação com a série Mars, de mesma temática. Bem, Away não chega ao nível de Mars, mas é uma boa pedida e tem potencial pra melhorar nas próximas temporadas.
Em alguns episódios o andamento foi meio arrastado, daria pra compor todo o enredo da primeira temporada em 8 episódios, por vezes as tramas na terra eram um bocado desinteressantes, outra coisa que parece-me forçado, são os vários problemas episódicos na nave, cada hora um problema, claro, um artifício de enredo pra manter o conflito, mas ficaria mais natural se fossem menos problemas, mas com maior duração de resolução. A série melhora do meio pro fim e passa a ter um ritmo bem melhor nos últimos episódios.
Se Jonas e Martha vão ao universo base e impedem que a máquina do tempo seja criada, e portanto impedem a própria existência, temos aí um paradoxo. Pois se impedem a própria existência, eles nunca existirão para um dia impedir a construção da máquina do tempo. Exceto que o universo base também exista em superposição,então continua havendo um universo base em que a máquina do tempo foi criada dando origem aos dois universos (da Marta e do Jonas) e existe um universo base em que a máquina jamais foi criada, pois por um emaranhamento o universo em que a máquina do tempo foi criada interfere no universo em que ela não foi criada, porém, no caso do emaranhamento, não vejo porque o Jonas e a Martha deixariam de existir.
A segunda temporada está mergulhada na inércia, digo, se o roteiro está andando, é a passos de tartaruga. A grande mudança que poderia vir com a tentativa de fuga, não veio, a história retornou ao estado anterior, o único uso da fuga dentro do enredo foi para ferrar um tanto mais o psicológico da personagem, porém, não serviu nem para uma fuga de fato, nem para sanções maiores em cima da personagem que retornou a sua "residência". Claro, entendo que os roteiristas e produtores estejam a esticar a trama, mas é preciso deixá-la na inercia para tanto? Os episódios posteriores a fuga também não representaram nenhuma movimentação de fato, exceto por maiores "torturas psicológicas" para a personagem central. Não tivemos nenhum vislumbre maior sobre o Mayday (O que é de fato, quem o comanda? Que tipo de ação a organização planeja fazer? Ou ela é apenas uma armadilha do governo, a lá 1984 do George Orwell?), nem sobre qualquer rebelião interna. Bem como não tivemos nenhum vislumbre sobre ações externas, exceto por ser citado que forças canadenses e britânicas iriam fazer exercícios militares. Seguimos apenas com o cotidiano sofrido em que vivem as Aías e por vezes com flashbacks, alguns úteis, alguns desnecessários. Por outro lado, a fotografia, o figurino e as interpretações continuam muito boas, a exemplo da primeira temporada.
Leva entretenimento e tem uma premissa interessante, que lembra os antigos jogos de snes, nos quais o gamer precisa avançar sempre em um mesmo sentido e na base da força. rs O trem como uma metáfora para divisão de classes sociais no mundo também funciona bem num momento inicial. Entretanto o filme peca em alguns aspectos e o final poderia ser melhor trabalhado.
Não faz sentido algum o asiático ter juntado explosivo para destruir a porta no final, se poderia ter feito isto bem antes, quando passava por vagões com janelas, visto que em uma parte do filme as janelas são facilmente perfuradas por balas.
Um filme que fui ver ao acaso, mas me surpreendeu positivamente. Tem um enredo bem desenvolvido e que prende o espectador, além de instigar a curiosidade sobre o desenrolar da trama. O elenco é composto de rostos já conhecidos do grande público e atua bem em conjunto.
O filme tem uma ou outra coisa que me parece injustificável pra um presídio de segurança máxima, mas isso não atrapalha o entretenimento geral.
Talvez tenham pecado um pouco na introdução no bolsão, quando deixaram essa parte um pouco comprida. Mas o prologo foi muito bom pra situar quem não conhece muito bem o universo de Tolkien e o restante do filme possui um ritmo que para alguns foi lento, mas a mim agradou bastante. Eu gostei bastante do filme, fotografia perfeita, maquiagem e figurino muito bem feita e também gostei bastante de usarem os apêndices de SDA. Sem contar que nada paga o sentimento de nostalgia, é bom rever a terra média nos cinemas de novo.
Se você procura por algo historicamente fiel, não indico o filme, ele deturpa vários fatos. Se você procura por efeitos visuais impecáveis, também não indico. (Mas fizeram um ótimo trabalho, pois sabemos que eles não possuem orçamentos de centenas de milhões pra fazer efeitos impecáveis, fizeram dentro de suas limitações. Enfim o filme tem uma história boa o suficiente pra entreter.
Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.
Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade
Pantheon (2ª Temporada)
4.3 10Muito bem fechada, essa série abre discussão em tantas camadas: metafísica, princípio de identidade do self psicológico, existencialismo filosófico, a realidade per si, etc...
Magnatas do Crime (1ª Temporada)
3.8 67 Assista AgoraÉ uma série divertida, não exige reflexão, nem tenta se levar a sério (ainda bem). Se você assistir tendo isso em mente, você vai gostar. Vai ser sua sessão pipoca. A caracterização, a escolha de cenários e a criação da "mitologia" do crime, são pontos bons.
Se você quer uma trama profunda, com enredo magnífico e com boa construção psicológica de personagens, essa série não é pra você.
Pobres Criaturas
4.1 1,3K Assista AgoraUma explendorosa releitura de Frankenstein, no entanto, enquanto Frankenstein é um romance que se concentra, sobretudo, no debate entre Hobbes e Rousseau, acerca da natureza humana; Pobres Criaturas habita outras dimensões de debate.
A principal delas, me pareceu ser a dimensão ética, uma vez que o roteiro do filme nos deixa desconfortáveis com personagens masculinos praticando sexo com alguém que, considerando sua maturidade cognitiva, é incapaz de consentir, mas não só isto, tais personagens também tentam tutelar e direcionar cada passo dessa personagem, e são frustrados quando não conseguem manipulá-la. Outra parte do debate ético se encontra no arquétipo do "cientista maluco", o qual faz o experimento sem nenhum questionamento moral tanto do que está fazendo, quanto das consequências futuras disso. (Essa parte, inclusive, é tema abordado no romance de Sci-Fi Flores para Algernon).
Para além disso, temos um âmbito no qual o desprendimento cultural da personagem central, bem como seu não entendimento das regras do jogo social, expõe nossos costumes ao rídiculo - as regras de etiqueta, as regras de convivência, as pequenas hipocrisias sociais as quais nós tentamos nos enquadrar.
Uma outra camada do filme navega em questões de cunho psicológico, o desenvolvimento cognitivo, a aprendizagem, o modo como essa personagem irá lidar e adaptar a esse mundo no qual ela se sente "alienígena".
E ainda há camadas relativas a questões de gênero e de classe.
O maior mérito do filme é que ele demonstra muito, sem precisar ser expositivo, as camadas estão nos detalhes e não precisa, na maior parte do tempo, de discursos apontando isso em nossa cara, ele não subestima o expectador.
The Orville (3ª Temporada)
4.2 12Definitivamente, o Isaac é meu personagem favorito. O modo como ele não entende a "lógica" de funcionamento das relações socio-culturais humanas sempre é muito bem empregado. A série tem amadurecido, ainda sim, continua leve e despretenciosa, o que é ótimo.
Duna
3.8 1,7K Assista AgoraEsteticamente, o filme é impecável; fotografia, efeitos visuais e figurinos são excelentes, no entanto é provável que funcione melhor para quem, como eu, já tem contato com a obra literária de Frank Herbert. A quem não a leu, algumas coisas podem ficar jogadas numa névoa, sem que o contexto seja apreendido, e é claro, não é culpa do diretor, transpor para o cinema uma obra da envergadura de Duna, é complexo. Por isso, torna-se uma boa notícia que o segundo filme tenha sido confirmado, ele dará tempo e chance para que o diretor apronfunde e contextualize melhor o universo de Duna e seus personagens. No mais, Denis Villeneuve fez uma bela e cuidadosa adaptação e já aguardo o segundo filme, onde sairemos da introdução a este universo e iremos "caminhar pelas profundezas do deserto".
Love, Death & Robots (Volume 2)
3.8 376A qualidade de animação de alguns dos episódios é primorosa.
Nesta segunda temporada a série abre mais espaço a fantasia e ao "terror", enquanto o Sci Fi continua em sua base na maior parte do tempo, já a abordagem filosófica é um contínuo, que vai desde a sátira proposta pelo primeiro episódio, até a narrativa dramática que junta o tempo, a vida e a morte em uma alegoria que nos põe como construtores e construídos, destruidores e destruídos, ao nos vermos tanto na figura dos humanos, quanto na figura do gigante, modificando o ambiente, e por ele sendo modificado.
Mas eu não poderia deixar de destacar também os episódios três e quatro, os quais lidam tanto com o vazio e o propósito da existência, quanto com a noção de eternidade. No terceiro episódio é constante a pergunta "qual é nosso legado?", "o que estamos fazendo por cá?", e alguns personagens encontram seu propósito em cuidar do novo, em experenciar o novo, em crescer com o novo, que representa a vida de uma criança, enquanto outros, aparecem num tom de futilidade despropositada de viver, cercada unicamente pelo medo da velhice, da morte e do fim de um status quo. Já no quarto episódio, temos a luta por manter-se são, vivo, ainda que, tenha transcorrido séculos, e os personagens centrais se mostram entristecidos por se verem deslocados da "realidade", visto que as pessoas a quem amaram, não estão mais entre eles, encontram-se, porém, quando se veem "iguais" em sua história de vida, e podemos sentir o reconforto, pois agora nenhum dos dois está mais só.
A Vida em Outros Planetas (1ª Temporada)
3.6 25 Assista AgoraA produção ficou boa, o uso de partes cá na terra com comentários de pesquisadores também enriquece a perspectiva. A narrativa é divertida e tranquila de acompanhar.
Creio, no entanto, que a série peque ao ficar presa a analogias de reinos de seres vivos terrestres (animais, vegetais, fungos...), pois sabemos que sejam quais forem os tipos de vida existentes em outros planetas, virão de uma árvore evolucionária própria, e ainda que se assemelhe as nossas dinâmicas por convergência evolutiva, não serão nem animais, nem vegetais,nem fungos. Entendo que a série tomou este caminho para ser mais palatável ao público geral, pois já estamos familiarizados com estas nomenclaturas.
Espero que numa possível segunda temporada possam especular sobre vida baseada em, por exemplo, silício; ou especular sobre possíveis outros arranjos genéticos que não os do DNA ou RNA que conhecemos, outros tipos de moleculas auto-replicantes.
Away (1ª Temporada)
3.8 96 Assista AgoraÉ inevitável a comparação com a série Mars, de mesma temática. Bem, Away não chega ao nível de Mars, mas é uma boa pedida e tem potencial pra melhorar nas próximas temporadas.
Em alguns episódios o andamento foi meio arrastado, daria pra compor todo o enredo da primeira temporada em 8 episódios, por vezes as tramas na terra eram um bocado desinteressantes, outra coisa que parece-me forçado, são os vários problemas episódicos na nave, cada hora um problema, claro, um artifício de enredo pra manter o conflito, mas ficaria mais natural se fossem menos problemas, mas com maior duração de resolução. A série melhora do meio pro fim e passa a ter um ritmo bem melhor nos últimos episódios.
The Rain (3ª Temporada)
2.7 124Horrível.
Dark (3ª Temporada)
4.3 1,3KBom, Dark teve uma ótima terceira temporada, mas fica a questão:
Se Jonas e Martha vão ao universo base e impedem que a máquina do tempo seja criada, e portanto impedem a própria existência, temos aí um paradoxo. Pois se impedem a própria existência, eles nunca existirão para um dia impedir a construção da máquina do tempo. Exceto que o universo base também exista em superposição,então continua havendo um universo base em que a máquina do tempo foi criada dando origem aos dois universos (da Marta e do Jonas) e existe um universo base em que a máquina jamais foi criada, pois por um emaranhamento o universo em que a máquina do tempo foi criada interfere no universo em que ela não foi criada, porém, no caso do emaranhamento, não vejo porque o Jonas e a Martha deixariam de existir.
O Conto da Aia (2ª Temporada)
4.5 1,3K Assista AgoraA segunda temporada está mergulhada na inércia, digo, se o roteiro está andando, é a passos de tartaruga. A grande mudança que poderia vir com a tentativa de fuga, não veio, a história retornou ao estado anterior, o único uso da fuga dentro do enredo foi para ferrar um tanto mais o psicológico da personagem, porém, não serviu nem para uma fuga de fato, nem para sanções maiores em cima da personagem que retornou a sua "residência". Claro, entendo que os roteiristas e produtores estejam a esticar a trama, mas é preciso deixá-la na inercia para tanto? Os episódios posteriores a fuga também não representaram nenhuma movimentação de fato, exceto por maiores "torturas psicológicas" para a personagem central. Não tivemos nenhum vislumbre maior sobre o Mayday (O que é de fato, quem o comanda? Que tipo de ação a organização planeja fazer? Ou ela é apenas uma armadilha do governo, a lá 1984 do George Orwell?), nem sobre qualquer rebelião interna. Bem como não tivemos nenhum vislumbre sobre ações externas, exceto por ser citado que forças canadenses e britânicas iriam fazer exercícios militares. Seguimos apenas com o cotidiano sofrido em que vivem as Aías e por vezes com flashbacks, alguns úteis, alguns desnecessários. Por outro lado, a fotografia, o figurino e as interpretações continuam muito boas, a exemplo da primeira temporada.
A Forma da Água
3.9 2,7KÉ um clichê maquiado de cult.
Expresso do Amanhã
3.5 1,3K Assista grátisLeva entretenimento e tem uma premissa interessante, que lembra os antigos jogos de snes, nos quais o gamer precisa avançar sempre em um mesmo sentido e na base da força. rs
O trem como uma metáfora para divisão de classes sociais no mundo também funciona bem num momento inicial. Entretanto o filme peca em alguns aspectos e o final poderia ser melhor trabalhado.
Não faz sentido algum o asiático ter juntado explosivo para destruir a porta no final, se poderia ter feito isto bem antes, quando passava por vagões com janelas, visto que em uma parte do filme as janelas são facilmente perfuradas por balas.
Rota de Fuga
3.5 831 Assista AgoraUm filme que fui ver ao acaso, mas me surpreendeu positivamente. Tem um enredo bem desenvolvido e que prende o espectador, além de instigar a curiosidade sobre o desenrolar da trama. O elenco é composto de rostos já conhecidos do grande público e atua bem em conjunto.
O filme tem uma ou outra coisa que me parece injustificável pra um presídio de segurança máxima, mas isso não atrapalha o entretenimento geral.
Sucker Punch: Mundo Surreal
3.4 3,1K Assista AgoraComeçou interessante e se desenvolveu de forma infantil....
Não consegui me apegar a nenhuma personagem, as cenas de ação pareciam fases de um jogo qualquer, o dono do hospício me pareceu um vilão genérico.
Sessão da tarde + Echi
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
4.1 4,7K Assista AgoraTalvez tenham pecado um pouco na introdução no bolsão, quando deixaram essa parte um pouco comprida. Mas o prologo foi muito bom pra situar quem não conhece muito bem o universo de Tolkien e o restante do filme possui um ritmo que para alguns foi lento, mas a mim agradou bastante. Eu gostei bastante do filme, fotografia perfeita, maquiagem e figurino muito bem feita e também gostei bastante de usarem os apêndices de SDA. Sem contar que nada paga o sentimento de nostalgia, é bom rever a terra média nos cinemas de novo.
A Conquista de Constantinopla
3.2 26Se você procura por algo historicamente fiel, não indico o filme, ele deturpa vários fatos.
Se você procura por efeitos visuais impecáveis, também não indico. (Mas fizeram um ótimo trabalho, pois sabemos que eles não possuem orçamentos de centenas de milhões pra fazer efeitos impecáveis, fizeram dentro de suas limitações.
Enfim o filme tem uma história boa o suficiente pra entreter.