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18 years (BRA)
Usuário desde Abril de 2013
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Cinéfilo e crítico bem amador por enquanto. Fã de Star Wars e de bons filmes. Cinema é um dos melhores lugares que já criaram, com certeza. :-) @davispielberg_lima (instagram de cinema com minhas críticas)

1-inaceitável
2-péssimo
3-ruim
4-insatisfatório
5-suportável
6-razoável
7-bom
8-ótimo
9-excelente
10-incrível
Classificação de filmes, é difícil, mas a gente tenta, porque "Elas adoram números." (Pequeno Príncipe) e é um bom resumo apesar de tudo. Às vezes é divertido, além de comentar filmes que vejo no cinema.

Últimas opiniões enviadas

  • Davi Fonteles

    É uma bela homenagem acima de tudo ao cult The Room. É uma bela homenagem pelas reinterpretações de cenas, tornando elas mais engraçadas, não estranhas e possivelmente engraçadas. James Franco arrasa com sua interpretação exagerada e ao mesmo tempo real. Ele consegue transmitir que existe uma pessoa de verdade além da caricatura, isso é sensacional, quase uma aula de dramaturgia, isso sim é Shakespeare(Ssteeelllaaa!!!!). No entanto não se pode falar tão bem de sua direção. É um filmes desajustado, apressado, com umas lacunas no roteiro que são flashs que não se interligam tão bem na trama. É um filme imperfeito para um filme imperfeito, no entanto isso não parece intencional, mas não importa, mesmo sendo considerado um defeito o filme faz seu papel vilanesco e heroico ao mesmo tempo. Não é assim que Tommy Wiseau é? O Frankestein tem coração, tem vontade de marcar, e marcou, isso que o filme nos conta e muito bem. "Todo mundo pode fazer cinema" parafraseando Ratatouille...só precisa dizer "HI Mark" sem medo de errar e tornar drama em riso como se fosse verdade.

    PS: Dave Franco...não, não mesmo. Ok Greg Sestero não é um ator bom também, mas Dave Franco falhou miseravelmente ao lado do irmão. Ele atua de forma caricata e essa atuação dele para fazer a caricatura é estranha. Ele atua ruim duplamente. A princípio ele é carismático, mas o roteiro, a sombra do irmão e todo o trabalho no filme não permite defendê-lo...não foi coincidência, assistam Nerve.

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  • Davi Fonteles

    Assim como qualquer estilo musical, o rap apresenta seus estereótipos. Esse filme consegue descontruir eles com uma personagem, fazendo os imparciais sobre rap se mexerem na cadeira do cinema ao som do ritmo musical bem implementado.

    Aqui há uma história básica de superação que já ganha um ponto por realmente nos fazer torcer por Patricia, uma personagem branca, com excesso de peso, loira, enfim, muito longe do estereótipo do rap, e o filme trata isso de forma muito natural, com conflitos decorrendo coerentemente, com diálogos, dramas convicentes, sem precisar reforçar isso, apenas utilizando as peças da vida dela, como a mãe, a cidade, o amigo e o namorado. A atuação de Danielle Macdonald influencia nisso com certeza, transmitindo força e sensibilidade que precisava-se. Outra coisa muito boa é como o filme mostra seu lado íntimo, com direito a cenas oníricas, com a filmografia sempre em constante movimento, mostrando a vida de Patty conturbada e trazendo uma sensação de full rap, criando uma atmosfera única que até outro gênero tocado no filme pode soar estranho ou aliviante diante de tantos desafios entranhados ao rap assim como o ritmo inspirador.

    Além da história clichê, principalmente do segundo para o terceiro ato, que pode incomodar alguns, o mesmo movimento de câmera que é benéfico também é prejudicial. É usado demasiadamente, com intuitos claros e outros não tão claros que se questiona a necessidade desse movimento frenético. Em relação aos personagens coadjuvantes, todos eles servem bem ao roteiro e ao estudo da personagem protagonista, no entanto o personagem Basterd é abordado paralemente, não apenas uma peça mas um persongem com uma história que mucha, perde força por se resolver facilmente.

    No final tudo que acontece não é novo ou inovador, só surpreende o assunto e na forma como é tratado, como o grupo PBNJ é formado por uma avó doente, uma garçonete acima do peso, um roqueiro peculiar e um farmacêutico paquistanês, algo heterogêneo unido pelo rap, o mesmo rap que une esse empolgante filme quase musical com o público, adverso ou não.

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  • Davi Fonteles

    É um filme como esse que dá gosto de ver cinema. Não é à toa que ganhou no Festival de Toronto, um filme que assim como a Trilogia da Fronteira de Taylor Sheridan(Sicario, Hell or High Water e Wind River) trata de pessoas melancólicas em regiões mais isoladas, cidades pequenas, etc. Mas um coisa que Taylor Sheridan não se arriscava tanto era em tratar de vários assuntos, de varias pessoas, de abranger conflitos universais em um círculo cidadão. Three Billboards Outside Abbing, Missouri(é bom saber escrever esse o nome gigante) consegue tratar de política sem politizar, de fechar o plano regional da história sem especificar assuntos por causa disso. Um roteiro dinâmico, organizado e que fala muito para se compreender em apenas uma assistida. Filme para apreciar e assistir de novo.

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  • Pedro Douglas
    Pedro Douglas

    Assassinato no expresso foi bacana, gostei da resolução, gostei do protagonista. Vi que eles planejam uma continuação.

  • Cinema com Crítica
    Cinema com Crítica

    Bem-vindo. Voltei a usar isto aqui ;)

  • Pedro Douglas
    Pedro Douglas

    Se continuarem contando a historia em arcos igual a ultima, deve funcionar.
    Inumanos eu vou fingir que nem faz parte do MCU...
    Acha que vai ter alguma ligação com Guerra Infinita? Eu deduzi isso por estarem no espaço e tal, vai ser uma puta sacada