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19 years (BRA)
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Cinéfilo e crítico bem amador por enquanto. Fã de Star Wars e de bons filmes. Cinema é um dos melhores lugares que já criaram, com certeza. :-) @davispielberg_lima (instagram de cinema com minhas críticas)

1-inaceitável
2-péssimo
3-ruim
4-insatisfatório
5-suportável
6-razoável
7-bom
8-ótimo
9-excelente
10-incrível
Classificação de filmes, é difícil, mas a gente tenta, porque "Elas adoram números." (Pequeno Príncipe) e é um bom resumo apesar de tudo. Às vezes é divertido, além de comentar filmes que vejo no cinema.

Últimas opiniões enviadas

  • Davi Fonteles

    Prelúdio não é uma palavra boa para Star Wars e muito menos levando o nome de um personagem tão querido que é Han Solo, um coadjuvante que virou protagonista com outro ator. Fora acrescentar ao universo canônico definido pela Disney, a opção de contar a história como foi em outros veículos artísticos seria mais favorável

    O roteiro de Lawrence Kasdan e seu filho Jonathan Kasdan aposta principalmente nos bons momentos que fazem Han ser Solo, fazendo muitas referências que os fãs pegam do universo construído, e de determinada forma são mostrados com certa inventividade, mesmo sem tanta criatividade. Em torno disso o script consegue desenvolver um sentido objetivo para a história, mesmo que não aparente, pois em meio a toda as relações dos personagens que não se mostram seguir em frente, ou até mesmo nas cenas de ações cegas emocionalmente, o que surge de tudo isso é a construção do Han Solo, um vislumbre palpável do que se tornaria o grande contrabandista. De fato é o grande valor do roteiro que também apresenta esse mundo de gangsteres dúbios em suas personalidades, que aos poucos incrementam personalidade ao redor de Alden Ehrenreich, que é tratado como coadjuvante e aos poucos se torna protagonista, no melhor estilo malandro característico do personagem, sendo engraçado e implementando presença nas cenas, incomodando com uma inconveniência divertida ao melhor jeito Harrison Ford, fora os trejeitos que Alden possibilita na sua boa emulação e interpretação.

    No entanto, por mais que haja erros permeando as qualidades já citadas, não se pode deixar de se falar de erros graves. O próprio Ron Roward não conseguiu com a grande regravação colocar um estilo forte no filme que não fosse Star Wars. Há pontos que percebe uma ideia típica de spin-off, principalmente com os personagens, mas o que podia-se fazer fora do roteiro visualmente não há identidade, esvaziando a necessidade do filme, fora ver Han Solo ser vislumbre de Han Solo, e ainda por cima tornando o imaginário em real de forma pouco inspirada. Falando mais do roteiro ele apresenta incosistências graves e decisões nada cuidadosas, e mesmo que que não drastifique nada também só cria observações de uma biografia simplista demais, em um filme descompromissado demais em um final transgressor demais…no cinema.

    É mais um filme para dividir fãs e divertir os descompromissados apreciadores de uma aventura empolgante, porque quem é conhecedor do Han Solo e aproveita o entretenimento básico acaba por gostar, mesmo reconhecendo, sem medo, que não há nada demais no projeto. Infelizmente a indiferença incomoda a franquia Star Wars, porém há pequenos fracassos disfarçados que fazem bem para uma renovação que The Last Jedi explodiu.

    @davispielberg_lima
    Site: Vamos Falar de Cinema

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  • Davi Fonteles

    Os filmes cristãos são conhecidos em maioria por mostrarem fracas produções artísticas, centrando apenas na mensagem para o seu público gospel, porém esse filme consegue fugir disso belamente.

    Nessa história o filme preza muito pela historicidade, valorizando a sensação de época e realismo. Isso também é extraído dos personagens que se demonstram muito humanos, tornando o filme mais emocionante e mais empático com o público cristão ou não, visto que a perseguição aos cristãos é bem ambientada, dando um senso de perigo, de dúvida e de angústia, tanto com cristãos sendo queimados nas ruas quanto na clandestinidade dos romanos mais pobres, criando a discussão sobre a posição dos perseguidos diante da situação adversa, desenvolvendo o cristianismo não apenas como solução rasa, causando reflexão e por fim engrandecendo os ensinamentos de uma boa mensagem. Tudo com aspecto renascentista na fotografia, agregando valor ao orçamento limitado e de poucos dias de gravação.

    Enquanto certo valor foi agregado outros defeitos aparecem pela mesma limitação. O filme no seu segundo ato se torna arrastado, com um roteiro que não parece querer andar, insistindo nos arcos até a última gota, além da montagem que abusa de flashbacks repetidos. O roteiro escrito por Andrew Hyatt é aparentemente desproporcional a duração do filme, da mesma forma a montagem, e isso é percebido com a insistência, com a falta de objetividade mesmo no pouco tempo do filme. Esses dois fatores, montagem e roteiro, são essênciais para uma progressão no filme, um sentimento de gosto pela história no expectador e principalmente preservar a qualidade como superar outras limitações, dentre elas as atuações. A mais negativa atuação é de Olivier Martinez, sendo fraca em comparação a exigência da história, faltando uma dubiedade mais expressiva sobre a crença nos deuses romanos e a estranheza para o cristianismo, algo que não acontece, não efetivando o seu arco emocionante por completo.

    Ao final de tudo, talvez pareça que o título do filme não faça muito sentido diante da história contada, mas faz sim. Paulo e sua presença é o motor para os acontecimentos, para os conflitos, para ser o exemplo de perseguição dos cristãos. E mais, Paulo como um grande difusor do evangelho realmente merecia o título desse filme que faz nada mais nada menos o que o evangelho quer de trazer a mensagem a todos os públicos nos mais variados meios, inclusive o cinema. É verdade que os atuais filmes cristãos precisam melhorar sua qualidade para esse intuito ser melhor concluído, e esse filme provoca um maravilhoso engate para isso.

    @davispielberg_lima
    Site: Vamos Falar de Cinema(crítica completa)

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  • Davi Fonteles

    Finalmente um filme bom depois de "Snatch" ser irresistível para alguns e desgostoso por outros, depois de um atentado com "Swept Away" com Madonna e um desnecessariamente complicado "Revolver" GUY RITCHIE volta a sua fórmula de seu primeiro filme de 1998 sem exageros de "Snatch", valorizando uma organização confusa, no bom sentido, trabalhando seus personagens, e tocando em temáticas sociais entre os gangsteres. E o melhor é que as atuações são maravilhosas, todas no ponto certo e cativantes. Outra coisa boa é a comédia física, dark e light, todas tirando gargalhadas como seu primeiro filme, e de no repetindo, sem exageros de "Snatch", com uma montagem simples, com uma fotografia mais trabalhada e principalmente: segurança na direção e roteiro. Ainda tem defeitos de ritmo, meio inconstante, e algumas obviedades que não é de praxe de Ritchie. De qualquer forma esse filme marca o ano em que Guy soube se divertir e ter seriedade na gota certa.

    Animal, Rocknrolla, britânicos em estilo, clandestinos na "mão certa" de Guy se tornam caricatos e humanos.

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  • Senhor Ivan
    Senhor Ivan

    Obrigado pelo convite e seja muito bem-vindo,Davi.
    Você um crítico amador?hahaha Não sei onde.Ótimos comentários.

  • Jóckisan
    Jóckisan

    Eu só mudo a nota de um filme depois que eu ver ele de novo, porque se nesse meio tempo eu aprender alguma coisa ou simplesmente mudar de opinião, pode acontecer de mudar a nota. Mas só mudo depois que assisto o filme de novo, porque aí será uma nota mais real do que se eu mudasse sem ver e me garantisse apenas do que eu lembrasse dele. Às vezes a gente se lembra de um filme de um jeito, mas quando assiste de novo não é bem daquele jeito, por isso não mudo a nota sem ver de novo.

    Tem uma rede social de filmes que também tenho perfil que é o Letterboxd, que o mais legal de lá é que você pode anotar a data que assistiu o filme, e depois se assistir de novo (numa nova data) ele já marca automaticamente a caixinha "já assisti antes", e se você mudar a nota, ele atualiza, mas se você quiser dá para ver o histórico das notas que você deu antes para aquele filme. Os pontos negativos dele é que ele é em inglês, só serve para filmes e não para séries, só pode colocar 4 filmes favoritos, e não tem muita interação. Eu uso os dois, lá por causa da organização, e aqui por causa da interação com o pessoal. Aqui é mais fácil ver os comentários de todo mundo, responder, etc. Lá cada um posta o seu e quase ninguém interage (a não ser os mais populares).

    Como você faz para aprender sobre cinema? Lê algum livro, ou é pela internet mesmo (texto, vídeo)? Queria ver alguma coisa.

  • Jóckisan
    Jóckisan

    Antigamente eu fazia isso, dava uma nota para um filme baseado na nota que dei em outro filme, mas aí comecei a me complicar e a me confundir. Hoje se dou nota 8 para dois filmes, por exemplo, talvez um tenha o nível bem melhor que o outro, mas eu não comparo eles, avalio individualmente, apenas dependendo de como eu me sentir com ele depois de ter assistido. Então um filme de comédia clichê que me fez rir pode receber o mesmo 8 que um ótimo filme de drama tecnicamente bem feito. Se comparar os dois não vai fazer sentido, mas é como eu disse, eu dou a nota de acordo como eu me sentir em relação a ele depois que ter terminado. Acho que assim fica mais simples.