Despretensiosamente, assisti esse filme no cinema da Fundação, no bairro do Derby. Fui surpreendido pela beleza do filme. Gradualmente, a partir da vida de um garoto sonhador, vamos refletindo sobre as condições de vida de meninos pobres, da arquitetura que estamos escolhendo para viver nas grandes cidades e por fim, quando menos se espera, saimos do cinema com um vazio deixado pelo filme sobre o nosso futuro como sociedade. É um filme relevante, que deve ser refletido e, principalmente, sentido. Você levará belas imagens do Recife junto a interrogações inquietantes.
É impressionante como o filme nos fazendo rir, ao mesmo tempo nos remete a uma cruel sensação de estar em um ambiente escolar, que está guardado na memória de cada um.
Uma oportunidade para ver um dos poucos filmes feitos sobre o movimento mais importante da década de 90, no Brasil. A cena mangue, boicotada pela mídia nacional, se impôs pela força de suas idéias e ainda ecoa até hoje. Responsável pelo choque que reativou o renascimento de Pernambuco, o Manguebeat influenciou um pensamento crítico-reflexivo de inclusão social, tendo como base a cultura popular. A obra é um presente bem ao estilo descolado do movimento e reúne nomes da MPB.
Tenho dúvidas quanto ao desfecho dado à problemática.
O filme tem cenas interessantes, como a do desespero do cidadão. Em uma delas Jaborandi corre em plena Avenida Guararapes. A atuação de Jaborandi é um ponto forte.
É realmente um filme sem concessões. E como tal, ao falar da violência da sociedade termina também por propagá-la assim como o famoso Tropa de Elite. Porém a justificativa do uso neste filme é bem mais aceitável que no longa de Padilha, que por vezes é "sensacionalismo-entretenimento". Por trazer este incômodo e deixar-nos em reflexão, logo percebe-se que é arte e portanto vale a pena ser visto.
Um filme poético! Infância, Clarice e o resgate da alma do Recife, que muitos desconhecem. É daqueles filmes que mostram o quanto o cinema pode ser artístico e fundamental para o inconsciente coletivo.
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Menino Aranha
4.0 6Despretensiosamente, assisti esse filme no cinema da Fundação, no bairro do Derby. Fui surpreendido pela beleza do filme. Gradualmente, a partir da vida de um garoto sonhador, vamos refletindo sobre as condições de vida de meninos pobres, da arquitetura que estamos escolhendo para viver nas grandes cidades e por fim, quando menos se espera, saimos do cinema com um vazio deixado pelo filme sobre o nosso futuro como sociedade. É um filme relevante, que deve ser refletido e, principalmente, sentido. Você levará belas imagens do Recife junto a interrogações inquietantes.
Número 27
3.4 7 Assista AgoraÉ impressionante como o filme nos fazendo rir, ao mesmo tempo nos remete a uma cruel sensação de estar em um ambiente escolar, que está guardado na memória de cada um.
Carne de Carnaval
2.2 5Registro que traz a criatividade, pureza, sensualidade e liberdade do Carnaval de Olinda, o mais democrático do Brasil.
O Mundo é uma Cabeça
4.2 21Uma oportunidade para ver um dos poucos filmes feitos sobre o movimento mais importante da década de 90, no Brasil. A cena mangue, boicotada pela mídia nacional, se impôs pela força de suas idéias e ainda ecoa até hoje. Responsável pelo choque que reativou o renascimento de Pernambuco, o Manguebeat influenciou um pensamento crítico-reflexivo de inclusão social, tendo como base a cultura popular. A obra é um presente bem ao estilo descolado do movimento e reúne nomes da MPB.
Rapsódia para um Homem Comum
3.5 3Tenho dúvidas quanto ao desfecho dado à problemática.
O filme tem cenas interessantes, como a do desespero do cidadão. Em uma delas Jaborandi corre em plena Avenida Guararapes. A atuação de Jaborandi é um ponto forte.
Décimo Segundo
3.2 6Um filme que usa do valioso recurso do silêncio para falar do silêncio frio, cortante e "só lamina" em vida.
A História da Eternidade
3.9 33É realmente um filme sem concessões. E como tal, ao falar da violência da sociedade termina também por propagá-la assim como o famoso Tropa de Elite. Porém a justificativa do uso neste filme é bem mais aceitável que no longa de Padilha, que por vezes é "sensacionalismo-entretenimento". Por trazer este incômodo e deixar-nos em reflexão, logo percebe-se que é arte e portanto vale a pena ser visto.
Clandestina Felicidade
3.8 33Um filme poético! Infância, Clarice e o resgate da alma do Recife, que muitos desconhecem. É daqueles filmes que mostram o quanto o cinema pode ser artístico e fundamental para o inconsciente coletivo.