Assisti ao filme quando levei meu sobrinho de dois anos ao cinema. Ele amou, inclusive as outras crianças que ali estavam. Rendeu gargalhadas. Eu, como adulto, me cansei com a história, não me trouxe nada de novo, apesar de ter havido uma bela produção dos personagens. Talvez eu o devia ter visto com outros olhos, mas não foi dessa vez.
Quando a ética pessoal/profissional deve ser maior que a lei?
Eu, como amante de filmes da categoria drama, sou até suspeito de falar bem sobre produções que seguem linhas similares de história, mas inovadoras. Elas me tocam de verdade e sempre me motivam a compartilhar a emoção de tê-las assistido e absorvido algo de importante para vida.
Faces Da Verdade, produzido em 2008, nos EUA, retrata a vida da jornalista colunista do jornal Sun Times de Washington, Rachel Armstrong (Kate Beckinsale), que descobre a identidade de uma agente da CIA (Serviço de Inteligência dos EUA) que esteve em missão pelo governo na Venezuela e envolveu-se em um “escândalo” sem precedentes.
Após essa descoberta, Rachel Armstrong divulga as informações em seu jornal, tendo uma grande repercussão midiática de média intensidade pelo País.
Desde então sua vida toma um rumo totalmente diferente de que ela jamais imaginaria acontecer frente toda sua experiência: ser intimada pela justiça pelo desempenho de sua atividade jornalística. Em vista disso, entra, no enredo, o procurador federal Patton (Matt Dilon), que a incita a depor sobre quem foi sua fonte, buscando anular a acusação que estaria sobre si mesma ao infringir a lei da CIA e a de segurança nacional - maior, claro, de confidenciá-la para si pela justiça comum - ou processá-la.
Rachel é presa. Entra o momento dos períodos entre sua vida dentro da prisão, sua vida familiar, no que concerne seu filho e marido e como tudo estaria afetando sua vida, e a luta de seu renomado advogado para retirá-la dessa condição, passando-se, assim, 360 dias até sua soltura. Porém, nada seria tão fácil como se parece: sua condição não seria tão mais decisiva ao colocar sua vida familiar em declínio e sofrer em prol de sua integridade, como profissional, no fim da história. [no spoiler]
O que se poderia concluir? Nem todos os profissionais abririam mão de sua vida familiar pelo seu emprego, dificultaria ainda mais se esses fossem mulheres. A lei está aí para regular todos os nossos atos, na verdade, ela determina o que é proibido por nós fazermos. Mas, pela minha vaga percepção de conhecimento, sei que fontes no jornalismo são resguardadas, principalmente quando são de denúncias. No contexto dessa história isso se torna tão envolvente, porque quando entra a questão de segurança nacional passamos a refletir mais se isso de fato é permitido [carece de informações]. Entretanto, expor o profissional a tal situação, como se criminoso fosse, é negligenciar todo o direito que ele tem como cidadão que precisa cultivar sua vida como uma pessoa comum e digno de desempenhar sua atividade.
Um filme inteligente e bastante recomendável aos que gostam de temas ligados à justiça e jornalismo.
Sabe quando você perde o "feeling" por filmes de ficção científica, mas, em algum momento, assiste a uma boa produção e começa a mudar o seu conceito sobre gênero? Então, esse filme reacendeu esse conceito, e passou-me a tentar perceber e ver o gênero com uma outra perspectiva.
Contra o Tempo traz um roteiro já lançado em outras produções: a possibilidade de se transportar pelo tempo; pactuação entre o que não existe fisicamente com o que é realidade.
Apesar da comum história que lembra bastante o Efeito Borboleta, esse filme não deixa a desejar. Seus produtores souberam aliar, mesmo com algumas poucas falhas, ficção, suspense, drama e ação. Combinação perfeita para te prender do início ao fim da história de luta da quase-vida do personagem principal, o soldado Gyllenhaal.
Uma história sensacional que te faz pensar no cotidiano como algo que deve ser aproveitado, desfrutado, pois, não sabemos nós se ele durará por muito.
Ps.: não achei necessário o filme feliz, mas, como é comum às produções americanas, era de se esperar.
Frase de reflexão: "O que vc faria se soubesse que tem menos de 1 minuto de vida?"
É inegável a grande produção desta aventura. Entretanto, o final não se condiz com o título. Mas, quem gosta de estilo medieval e lindo final "fairy tale", é uma boa pedida. Nicolas Cage soube interpretar bem, mas seu colega, Ron Perlman, a meu ver, teve mais presença e rebustez para adequação ao contexto da história. Não sei, mas tenho visto o Cage em filmes mais românticos e pacíficos, não o consigo transportar para outro contexto cinematográfico, mesmo em boas produções, no caso, como essa. Então, recomendo, apesar.
Típico longa-metragem brasileiro, de qualidade em produção média (na minha percepção), que mostra a realidade sociedade pobre (nas variantes: violência, drogas e religiosidade) e algumas das condições cotidianas de sua própria manutenção para sobrevivência ante as dificuldades que enfrentam, além da busca de uma vida melhor. Indico aos que são aficionado por futebol, pois a história gira predominantemente entorno do jogador amador Dario. Recomendo aos que apreciam nosso cinema e sua evolução.
Sabe aqueles filmes que te prendem do início ao fim? Pois é, esse buscou bem, a partir do seu 10º minuto, a envolver o espectador na trama. Sua similaridade é relativa ao Premonição, "você é o próximo", porém com uma restrição muita maior: um elevador. O filme gira em torno de uma experiência sobrenatural e violenta na qual a imagem da morte foi inserida na espécie de demônio (boa, pois somente demônios, a meu ver, são capazes de se apropriar de corpos alheios) que utilizou um momento exato, c/ as pessoas certas, para cumprir o "seu dever". Enganam-se ao pensar que há muito diálogo entre os enclasurados e, portanto, ser cansativo. O seu desenrolar envolve muitas discussões nas quais envolvem questões religiosas e policiais ñ resolutivas como peças p/ ser entendido o q estranhamente estaria acontecendo. Entretanto, ao final do filme, houve uma falta. Mas, qm sou eu para criticá-la?! Drama, suspense e terror em um único filme. Ótimo, não excelente.
É um suspense (105min) que envolve confiança, ciúme e obsessão. Onde, numa escala de 1 a 6, eu daria 4.5, pois não me satisfez até a 1h e 20min, quando realmente a ação começou. Antes desse período, o que era visto se estendia a uma cantora (não era o personagem), Beyoncé, recém-casada, com cara de mãe de família que nada se condizia com ela, percebi. Em até certo ponto era preferível Lisa, com todo aquele envolvimento sexual e beleza, a Beyoncé Knowle, sério! Acredito que agrada bastante o público feminino ou seus fãs. "I will show you crazy. Just try me bitch!"
"Très bien!" Este foi o primeiro filme de produção francesa no qual realmente senti algo. Uma produção excêntrica, imaginativa, romântica e de alto astral que se depreende por toda vida de Amélie - desde seu nascimento à sua juventude - e das pessoas que a envolviam, trazendo, portanto, outras variações em questões de arte, relações humanas e perspectiva de vida. O filme, por mais que seja numa língua que não domino, soube como trazer envolvimento e clareza à toda a linha de raciocínio por meio de suas narrativas. Sentimento semelhante ao lermos literatura. Não sei o porquê de não o ter assistido antes! Super recomendo.
Um filme interessante. Um típico terror americano que abusou, na medida, de efeitos especiais. Acredito que isso foi necessário, pois lidar com "forças malignas", no caso, demoníaca, sempre requer um pouco mais de ação (proveniente desses recursos) para lidar com tal tipo de roteiro. Tento entender o porquê da utilização freqüente de latinos - nada contra - em filmes e seriados que retratam essa questão religiosa/espiritual. Parece que todos eles se tornam iguais, com narrativas semelhantes e, assim, tornando-se um padrão esperado das produções americanas. Apesar, o bom deste é que o final é diferente, ou seja, não há final feliz. A única coisa que tirei dele foi: não negue algo para alguém que você realmente não conheça.
Parei na parte em que os espíritos já podiam ser vistos, isto é, no final. Não acredito que fiquei o filme todo com a expectativa de que houvesse algo interessante e inteligente como ocorreu, por exemplo, no filme "Os Outros", no qual havia uma certa similaridade com este. Olha, de 1 a 6, darei 2. A produção ficou muito boa, entretanto, a história é similar ao que é visto nas produções americanas e há uma viajem que não se adequa a minha realidade de fantasia atual. Não recomendo.
Produção clássica de ótima qualidade que se remete aos anos 25 e a enredo relacionado à família real britânica. A grande responsabilidade atribuída ao novo Rei prende-nos a cada passo de sua evolução. Um drama realmente digno de Oscar. Tiro a seguinte lição: não somente devemos ocupar cargos e títulos, mas torná-los efetivos, dominá-los, mostrar a todos de que há uma competência na qual estamos realmente aptos a fazê-la.
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Minions
3.3 997 Assista AgoraAssisti ao filme quando levei meu sobrinho de dois anos ao cinema. Ele amou, inclusive as outras crianças que ali estavam. Rendeu gargalhadas. Eu, como adulto, me cansei com a história, não me trouxe nada de novo, apesar de ter havido uma bela produção dos personagens. Talvez eu o devia ter visto com outros olhos, mas não foi dessa vez.
Faces da Verdade
3.7 195 Assista AgoraQuando a ética pessoal/profissional deve ser maior que a lei?
Eu, como amante de filmes da categoria drama, sou até suspeito de falar bem sobre produções que seguem linhas similares de história, mas inovadoras. Elas me tocam de verdade e sempre me motivam a compartilhar a emoção de tê-las assistido e absorvido algo de importante para vida.
Faces Da Verdade, produzido em 2008, nos EUA, retrata a vida da jornalista colunista do jornal Sun Times de Washington, Rachel Armstrong (Kate Beckinsale), que descobre a identidade de uma agente da CIA (Serviço de Inteligência dos EUA) que esteve em missão pelo governo na Venezuela e envolveu-se em um “escândalo” sem precedentes.
Após essa descoberta, Rachel Armstrong divulga as informações em seu jornal, tendo uma grande repercussão midiática de média intensidade pelo País.
Desde então sua vida toma um rumo totalmente diferente de que ela jamais imaginaria acontecer frente toda sua experiência: ser intimada pela justiça pelo desempenho de sua atividade jornalística. Em vista disso, entra, no enredo, o procurador federal Patton (Matt Dilon), que a incita a depor sobre quem foi sua fonte, buscando anular a acusação que estaria sobre si mesma ao infringir a lei da CIA e a de segurança nacional - maior, claro, de confidenciá-la para si pela justiça comum - ou processá-la.
Rachel é presa. Entra o momento dos períodos entre sua vida dentro da prisão, sua vida familiar, no que concerne seu filho e marido e como tudo estaria afetando sua vida, e a luta de seu renomado advogado para retirá-la dessa condição, passando-se, assim, 360 dias até sua soltura. Porém, nada seria tão fácil como se parece: sua condição não seria tão mais decisiva ao colocar sua vida familiar em declínio e sofrer em prol de sua integridade, como profissional, no fim da história. [no spoiler]
O que se poderia concluir? Nem todos os profissionais abririam mão de sua vida familiar pelo seu emprego, dificultaria ainda mais se esses fossem mulheres. A lei está aí para regular todos os nossos atos, na verdade, ela determina o que é proibido por nós fazermos. Mas, pela minha vaga percepção de conhecimento, sei que fontes no jornalismo são resguardadas, principalmente quando são de denúncias. No contexto dessa história isso se torna tão envolvente, porque quando entra a questão de segurança nacional passamos a refletir mais se isso de fato é permitido [carece de informações]. Entretanto, expor o profissional a tal situação, como se criminoso fosse, é negligenciar todo o direito que ele tem como cidadão que precisa cultivar sua vida como uma pessoa comum e digno de desempenhar sua atividade.
Um filme inteligente e bastante recomendável aos que gostam de temas ligados à justiça e jornalismo.
Contra o Tempo
3.8 2,0KSabe quando você perde o "feeling" por filmes de ficção científica, mas, em algum momento, assiste a uma boa produção e começa a mudar o seu conceito sobre gênero? Então, esse filme reacendeu esse conceito, e passou-me a tentar perceber e ver o gênero com uma outra perspectiva.
Contra o Tempo traz um roteiro já lançado em outras produções: a possibilidade de se transportar pelo tempo; pactuação entre o que não existe fisicamente com o que é realidade.
Apesar da comum história que lembra bastante o Efeito Borboleta, esse filme não deixa a desejar. Seus produtores souberam aliar, mesmo com algumas poucas falhas, ficção, suspense, drama e ação. Combinação perfeita para te prender do início ao fim da história de luta da quase-vida do personagem principal, o soldado Gyllenhaal.
Uma história sensacional que te faz pensar no cotidiano como algo que deve ser aproveitado, desfrutado, pois, não sabemos nós se ele durará por muito.
Ps.: não achei necessário o filme feliz, mas, como é comum às produções americanas, era de se esperar.
Frase de reflexão: "O que vc faria se soubesse que tem menos de 1 minuto de vida?"
Caça às Bruxas
2.7 1,8K Assista AgoraÉ inegável a grande produção desta aventura. Entretanto, o final não se condiz com o título. Mas, quem gosta de estilo medieval e lindo final "fairy tale", é uma boa pedida. Nicolas Cage soube interpretar bem, mas seu colega, Ron Perlman, a meu ver, teve mais presença e rebustez para adequação ao contexto da história. Não sei, mas tenho visto o Cage em filmes mais românticos e pacíficos, não o consigo transportar para outro contexto cinematográfico, mesmo em boas produções, no caso, como essa. Então, recomendo, apesar.
Linha de Passe
3.7 177 Assista AgoraTípico longa-metragem brasileiro, de qualidade em produção média (na minha percepção), que mostra a realidade sociedade pobre (nas variantes: violência, drogas e religiosidade) e algumas das condições cotidianas de sua própria manutenção para sobrevivência ante as dificuldades que enfrentam, além da busca de uma vida melhor. Indico aos que são aficionado por futebol, pois a história gira predominantemente entorno do jogador amador Dario. Recomendo aos que apreciam nosso cinema e sua evolução.
Demônio
2.9 1,7K Assista AgoraSabe aqueles filmes que te prendem do início ao fim? Pois é, esse buscou bem, a partir do seu 10º minuto, a envolver o espectador na trama.
Sua similaridade é relativa ao Premonição, "você é o próximo", porém com uma restrição muita maior: um elevador.
O filme gira em torno de uma experiência sobrenatural e violenta na qual a imagem da morte foi inserida na espécie de demônio (boa, pois somente demônios, a meu ver, são capazes de se apropriar de corpos alheios) que utilizou um momento exato, c/ as pessoas certas, para cumprir o "seu dever".
Enganam-se ao pensar que há muito diálogo entre os enclasurados e, portanto, ser cansativo. O seu desenrolar envolve muitas discussões nas quais envolvem questões religiosas e policiais ñ resolutivas como peças p/ ser entendido o q estranhamente estaria acontecendo.
Entretanto, ao final do filme, houve uma falta. Mas, qm sou eu para criticá-la?!
Drama, suspense e terror em um único filme.
Ótimo, não excelente.
Obsessiva
2.7 726É um suspense (105min) que envolve confiança, ciúme e obsessão. Onde, numa escala de 1 a 6, eu daria 4.5, pois não me satisfez até a 1h e 20min, quando realmente a ação começou. Antes desse período, o que era visto se estendia a uma cantora (não era o personagem), Beyoncé, recém-casada, com cara de mãe de família que nada se condizia com ela, percebi. Em até certo ponto era preferível Lisa, com todo aquele envolvimento sexual e beleza, a Beyoncé Knowle, sério!
Acredito que agrada bastante o público feminino ou seus fãs.
"I will show you crazy. Just try me bitch!"
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
4.3 5,0K"Très bien!"
Este foi o primeiro filme de produção francesa no qual realmente senti algo. Uma produção excêntrica, imaginativa, romântica e de alto astral que se depreende por toda vida de Amélie - desde seu nascimento à sua juventude - e das pessoas que a envolviam, trazendo, portanto, outras variações em questões de arte, relações humanas e perspectiva de vida.
O filme, por mais que seja numa língua que não domino, soube como trazer envolvimento e clareza à toda a linha de raciocínio por meio de suas narrativas. Sentimento semelhante ao lermos literatura. Não sei o porquê de não o ter assistido antes!
Super recomendo.
Arraste-me para o Inferno
2.8 2,8KUm filme interessante. Um típico terror americano que abusou, na medida, de efeitos especiais.
Acredito que isso foi necessário, pois lidar com "forças malignas", no caso, demoníaca, sempre requer um pouco mais de ação (proveniente desses recursos) para lidar com tal tipo de roteiro.
Tento entender o porquê da utilização freqüente de latinos - nada contra - em filmes e seriados que retratam essa questão religiosa/espiritual. Parece que todos eles se tornam iguais, com narrativas semelhantes e, assim, tornando-se um padrão esperado das produções americanas.
Apesar, o bom deste é que o final é diferente, ou seja, não há final feliz.
A única coisa que tirei dele foi: não negue algo para alguém que você realmente não conheça.
A Presença
2.0 164Parei na parte em que os espíritos já podiam ser vistos, isto é, no final. Não acredito que fiquei o filme todo com a expectativa de que houvesse algo interessante e inteligente como ocorreu, por exemplo, no filme "Os Outros", no qual havia uma certa similaridade com este.
Olha, de 1 a 6, darei 2. A produção ficou muito boa, entretanto, a história é similar ao que é visto nas produções americanas e há uma viajem que não se adequa a minha realidade de fantasia atual.
Não recomendo.
O Discurso do Rei
4.0 2,6K Assista AgoraProdução clássica de ótima qualidade que se remete aos anos 25 e a enredo relacionado à família real britânica.
A grande responsabilidade atribuída ao novo Rei prende-nos a cada passo de sua evolução. Um drama realmente digno de Oscar.
Tiro a seguinte lição: não somente devemos ocupar cargos e títulos, mas torná-los efetivos, dominá-los, mostrar a todos de que há uma competência na qual estamos realmente aptos a fazê-la.