Já sabemos que o que a Marvel/Disney faz com o universo MCU é histórico e sem precedentes e será objeto de estudo por muito tempo. E o desfecho foi à altura de todo o conjunto. Pouquíssimos furos na conclusão de um arco que teve 22 filmes e personagens que envelheceram e amadureceram muito, como vemos com Tony Stark.
Sobre o filme si, é interessante notar que, após os eventos de guerra infinita, os heróis sentem medo o tempo inteiro. Mesmo sendo heróis de verdade, quase invencíveis, depois do estalo de Thanos, a certeza da vitória sumiu e o temor de perder o pouco que ainda resta é constante. Mais humano que isso impossível.
Assim, se eu pudesse resumir esse filme em poucas palavras, diria que é sobre consequências. Apesar do medo de perder, temos que enfrentar, mas a vitória às vezes custa caro e temos que abrir mão de algo. No entanto, decisões importantes tem que ser tomadas, “custe o que custar”.
As cinco estrelas vão mais do que para este filme, mas para o trabalho magnífico no conjunto de 22 obras, que emocionaram crianças, jovens, adultos e velhinhos.
Muitos filmes já retrataram as agruras da 2ª Guerra Mundial e o horror do nazismo. Assim, no meio de tantas obras com a mesma temática, o que fez “O Pianista” vencer 3 Oscars e se tornar um dos maiores clássicos do cinema no século XXI?
Bom, o primeiro fator é a direção impecável de Roman Polanski. Também judeu e polonês, o diretor, ainda criança, viveu a destruição da Polônia na guerra, sobreviveu ao gueto da Cracóvia, mas perdeu a mãe e amigos. Assim, como boa parte da trajetória de Wladyslaw Szpilman foi compartilhada pelo diretor, maior foi a imersão e a realidade ali retratada.
O segundo fator é a incrível atuação de Adrien Brody: poucas palavras e muito sentimento. O ator consegue transmite no olhar o desespero e a tristeza de seu personagem. A dificuldade é ainda maior, porque Szpilman não tem qualquer vocação para ser herói, não há traços marcantes a não ser o amor e talento ao piano, algo que, no fim, acaba sendo imprescindível para a sua sobrevivência.
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Vingadores: Ultimato
4.3 2,7K Assista AgoraJá sabemos que o que a Marvel/Disney faz com o universo MCU é histórico e sem precedentes e será objeto de estudo por muito tempo. E o desfecho foi à altura de todo o conjunto. Pouquíssimos furos na conclusão de um arco que teve 22 filmes e personagens que envelheceram e amadureceram muito, como vemos com Tony Stark.
Sobre o filme si, é interessante notar que, após os eventos de guerra infinita, os heróis sentem medo o tempo inteiro. Mesmo sendo heróis de verdade, quase invencíveis, depois do estalo de Thanos, a certeza da vitória sumiu e o temor de perder o pouco que ainda resta é constante. Mais humano que isso impossível.
Assim, se eu pudesse resumir esse filme em poucas palavras, diria que é sobre consequências. Apesar do medo de perder, temos que enfrentar, mas a vitória às vezes custa caro e temos que abrir mão de algo. No entanto, decisões importantes tem que ser tomadas, “custe o que custar”.
As cinco estrelas vão mais do que para este filme, mas para o trabalho magnífico no conjunto de 22 obras, que emocionaram crianças, jovens, adultos e velhinhos.
MCU, We ❤️ you 3000
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O Pianista
4.4 1,8K Assista AgoraMuitos filmes já retrataram as agruras da 2ª Guerra Mundial e o horror do nazismo. Assim, no meio de tantas obras com a mesma temática, o que fez “O Pianista” vencer 3 Oscars e se tornar um dos maiores clássicos do cinema no século XXI?
Bom, o primeiro fator é a direção impecável de Roman Polanski. Também judeu e polonês, o diretor, ainda criança, viveu a destruição da Polônia na guerra, sobreviveu ao gueto da Cracóvia, mas perdeu a mãe e amigos. Assim, como boa parte da trajetória de Wladyslaw Szpilman foi compartilhada pelo diretor, maior foi a imersão e a realidade ali retratada.
O segundo fator é a incrível atuação de Adrien Brody: poucas palavras e muito sentimento. O ator consegue transmite no olhar o desespero e a tristeza de seu personagem. A dificuldade é ainda maior, porque Szpilman não tem qualquer vocação para ser herói, não há traços marcantes a não ser o amor e talento ao piano, algo que, no fim, acaba sendo imprescindível para a sua sobrevivência.
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