Presa durante anos por ser considerada esquizofrênica, mulher começa a descobrir qual a real história de sua vida ao escapar. É acolhida por um criador de cavalos, mas são obrigados a fugir quando dois assassinos perseguem seu protetor.
O roteiro desse filme é baseado nos escritos de Thomas de Quincey, que transformou suas experiencias com ópio em um livro de contos. O filme caiu no ostracismo, mas é fácil saber porquê: como o público teria há 50 anos estômago para uma obra tão experimental e transgressora? O filme prima pelo visual expressionista, Zugsmith fez um grande trabalho na direção, o clima onírico do ópio é dado por uma trilha sonora instigante. A parte em que Price faz uso da substancia dá inicio a uma sequencia de quase 5 minutos, em câmera lenta e sem trilha sonora, que causa um efeito realmente perturbador. Um belo e estranho filme. Como curiosidade, apesar de ser uma produção norte americana, tem Price como o único ocidental no elenco. Um filme estranhíssimo e inesquecível. Virei fã.
Esse documentário é estarrecedor. Estou boquiaberto, ao constatar as reais motivações dos Somalis, nesses ataques "piratas". Ao constatar o que DE FATO está acontecendo no litoral desse país, que não chega nunca ao nosso conhecimento. .Ao constatar o quanto a ONU está sendo omissa, posicionando-se ao lado dos poderosos, defendendo o lado errado dessa questão. Ao constatar que um crime contra a humanidade está sendo cometido impunemente, enquanto informações são omitidas e distorcidas à vontade para defender os pontos de vista de conglomerados econômicos importantes. Ao constatar o quanto somos manipulados pela mídia. É revoltante!
Le caporal épinglé, de Jean Renoir, es otro gran film de ese viejo y gran realizador francés. Ante su visión, nadie puede resistir la comparación con La gran ilusión del mismo autor, dada cierta similitud de su problemática general. Pero si bien hay ciertas semejanzas, también hay ciertas notables diferencias, para suponer que Le caporal épinglé es una simple reactualización de La gran ilusión. En primer lugar el mundo de la última guerra es muy distinto, más evolucionado -material y espiritualmente hablando-, del de la guerra de 1914. En segundo lugar, los protagonistas de ahora ya no son aquellos oficiales de antaño, aristócratas y militares por tradición familiar, cuyos ideales estaban sujetos a conceptos tales como nobleza, honor, bandera o patria, sino seres mucho más al alcance de nosotros, menos distanciados. Y comprendemos sus ansias de evasión, propias de una generación que ha estado labrando su propia libertad. Para ese Caporal -así como para sus amigos: Pater, Ballonchet, Emile, Penche A Gauche-, la necesidad de huir no presupone el noble deseo de volver a su país, a su ciudad, por ser eso; sino por la necesidad de sentirse libres, de escapar de un ambiente que limitaba sus posibilidades. Renoir no toma esta vez el tono dramático de su anterior obra, sino que más bien adopta un tono irónico, del que están llenas todas las leves pero incisivas incidencias del film. Con qué delicadeza, con qué justeza, con qué economía de medios y sentido del equilibrio y del ritmo, ha sabido impregnar Renoir toda su historia. En Le caporal épinglé existe una profundidad subyacente, lo que hace que su significado sea asimismo difícil de captar.
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A Marca da Orquídea
3.5 1Presa durante anos por ser considerada esquizofrênica, mulher começa a descobrir qual a real história de sua vida ao escapar. É acolhida por um criador de cavalos, mas são obrigados a fugir quando dois assassinos perseguem seu protetor.
Vício que Mata
3.4 2O roteiro desse filme é baseado nos escritos de Thomas de Quincey, que transformou suas experiencias com ópio em um livro de contos. O filme caiu no ostracismo, mas é fácil saber porquê: como o público teria há 50 anos estômago para uma obra tão experimental e transgressora?
O filme prima pelo visual expressionista, Zugsmith fez um grande trabalho na direção, o clima onírico do ópio é dado por uma trilha sonora instigante. A parte em que Price faz uso da substancia dá inicio a uma sequencia de quase 5 minutos, em câmera lenta e sem trilha sonora, que causa um efeito realmente perturbador. Um belo e estranho filme. Como curiosidade, apesar de ser uma produção norte americana, tem Price como o único ocidental no elenco. Um filme estranhíssimo e inesquecível. Virei fã.
Piratas!
4.2 2Esse documentário é estarrecedor. Estou boquiaberto, ao constatar as reais motivações dos Somalis, nesses ataques "piratas". Ao constatar o que DE FATO está acontecendo no litoral desse país, que não chega nunca ao nosso conhecimento. .Ao constatar o quanto a ONU está sendo omissa, posicionando-se ao lado dos poderosos, defendendo o lado errado dessa questão. Ao constatar que um crime contra a humanidade está sendo cometido impunemente, enquanto informações são omitidas e distorcidas à vontade para defender os pontos de vista de conglomerados econômicos importantes. Ao constatar o quanto somos manipulados pela mídia. É revoltante!
O Cabo Ardiloso
3.9 3Le caporal épinglé, de Jean Renoir, es otro gran film de ese viejo y gran realizador francés. Ante su visión, nadie puede resistir la comparación con La gran ilusión del mismo autor, dada cierta similitud de su problemática general. Pero si bien hay ciertas semejanzas, también hay ciertas notables diferencias, para suponer que Le caporal épinglé es una simple reactualización de La gran ilusión. En primer lugar el mundo de la última guerra es muy distinto, más evolucionado -material y espiritualmente hablando-, del de la guerra de 1914. En segundo lugar, los protagonistas de ahora ya no son aquellos oficiales de antaño, aristócratas y militares por tradición familiar, cuyos ideales estaban sujetos a conceptos tales como nobleza, honor, bandera o patria, sino seres mucho más al alcance de nosotros, menos distanciados. Y comprendemos sus ansias de evasión, propias de una generación que ha estado labrando su propia libertad. Para ese Caporal -así como para sus amigos: Pater, Ballonchet, Emile, Penche A Gauche-, la necesidad de huir no presupone el noble deseo de volver a su país, a su ciudad, por ser eso; sino por la necesidad de sentirse libres, de escapar de un ambiente que limitaba sus posibilidades. Renoir no toma esta vez el tono dramático de su anterior obra, sino que más bien adopta un tono irónico, del que están llenas todas las leves pero incisivas incidencias del film. Con qué delicadeza, con qué justeza, con qué economía de medios y sentido del equilibrio y del ritmo, ha sabido impregnar Renoir toda su historia. En Le caporal épinglé existe una profundidad subyacente, lo que hace que su significado sea asimismo difícil de captar.