Três franceses planejam uma fuga de um campo de prisioneiros, em plena Segunda Grande Guerra. Enquanto a Alemanha de Hitler ocupa Paris, eles relembram histórias e planejam um futuro repleto de sonhos e esperança. Uma fábula em tom realista, onde se celebra a amizade e as coisas simples da vida.
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Último filme para o cinema do diretor Jean Renoir, famoso pelo filme A Grande Ilusão de 1937 (ele fez ainda um último trabalho pra televisão chamado O Pequeno Teatro de Jean Renoir). O filme é bom, nada de extraordinário, mas cumpre bem seu papel. Achei ele bastante repetitivo, é sempre o personagem principal bolando um plano de fuga e tentando fugir, não sai disso o filme. Quando você acha que vai engrenar em alguma coisa, quando ele se envolve amorosamente, por exemplo, o filme não engrena, continua estático. Porém, me fez pensar, esta impotência, esta repetição e sensação do personagem dando voltas e voltando sempre ao ponto de início é exatamente o que as pessoas deveriam sentir em uma França ocupada pela Alemanha nazista. O filme portanto consegue passar o sentimento de apatia que os personagens sentem. Um filme interessante, com uma direção e produção simples e que consegue passar o que quer.
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Gosto muito quando um filme de que nunca tinha ouvido falar me surpreende. Delicioso de uma forma muito especial, típica de Renoir. O cabo do título é interpretado pelo pai do Vincent Cassel, Jean Pierre Cassel, em atuação muito linda.
Le caporal épinglé, de Jean Renoir, es otro gran film de ese viejo y gran realizador francés. Ante su visión, nadie puede resistir la comparación con La gran ilusión del mismo autor, dada cierta similitud de su problemática general. Pero si bien hay ciertas semejanzas, también hay ciertas notables diferencias, para suponer que Le caporal épinglé es una simple reactualización de La gran ilusión. En primer lugar el mundo de la última guerra es muy distinto, más evolucionado -material y espiritualmente hablando-, del de la guerra de 1914. En segundo lugar, los protagonistas de ahora ya no son aquellos oficiales de antaño, aristócratas y militares por tradición familiar, cuyos ideales estaban sujetos a conceptos tales como nobleza, honor, bandera o patria, sino seres mucho más al alcance de nosotros, menos distanciados. Y comprendemos sus ansias de evasión, propias de una generación que ha estado labrando su propia libertad. Para ese Caporal -así como para sus amigos: Pater, Ballonchet, Emile, Penche A Gauche-, la necesidad de huir no presupone el noble deseo de volver a su país, a su ciudad, por ser eso; sino por la necesidad de sentirse libres, de escapar de un ambiente que limitaba sus posibilidades. Renoir no toma esta vez el tono dramático de su anterior obra, sino que más bien adopta un tono irónico, del que están llenas todas las leves pero incisivas incidencias del film. Con qué delicadeza, con qué justeza, con qué economía de medios y sentido del equilibrio y del ritmo, ha sabido impregnar Renoir toda su historia. En Le caporal épinglé existe una profundidad subyacente, lo que hace que su significado sea asimismo difícil de captar.