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41 years Birigui - (BRA)
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Sou cinéfilo de carteirinha.

Últimas opiniões enviadas

  • Fernando

    O cinema mudo sempre nos presenteia com filmes memoráveis. Esse é mais um exemplo, principalmente se levarmos em conta que não existe intertítulos para contar a história. Mérito de F. W. Murnau e do excelente Emil Jannings, que nos oferece uma atuação inteiramente marcada por expressões corporais. Com mais de 90 anos, a premissa do filme continua atual: A desvalorização, principalmente dos idosos, no mercado de trabalho. É uma pena que Murnau tenha sido obrigado a dar um final feliz estilo conto de fadas que destoa de todo o filme.

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  • Fernando

    Beleza, não vi o filme ainda. Nem posso opinar a respeito. Mas existe sim preconceito contra a igreja evangélica, o que pode muito bem ser visto nos comentários aqui. Não sou da IURD, que fique bem claro isso. Não concordo com a postura do Bispo Edir Macedo e outros falsos pregadores do Evangelho.Porém, dízimo é bíblico e só quem acredita na Bíblia aceitará isso, mas até aí tudo bem. Respeito a opinião alheia. A Igreja primitiva dependia tb de contribuições para a obra prosseguir. As contas de água, luz e aluguel da igreja não se pagam sozinhas. Até a Igreja Católica, que é mantida pelo Vaticano, recolhe dízimos e ofertas. Agora analisemos: todos tem preconceito contra dízimos, alegando que enriquecem pastores e tal. Primeiro: o dinheiro é de quem dizima, não sei pq tanta algazarra por isso, se o dinheiro não é de quem tem tanta raiva e preconceito. Segundo: atacam os dízimos, alegando que enriquecem pastores, mas vejo muita gente enriquecendo jogador de futebol; "cantores" que só contribuem com apologia ao sexo e uso de drogas; o seu "Jão" que vende cachaça no bar da esquina; o dono da cervejaria... enfim, a lista é grande, mas só tem preconceito contra a Igreja Evangélica. Errado é quem tem fé e dizima. Terceiro: Vi alguns comentários aqui que o Brasil só sabe fazer filmes de bandidos. Então vamos lá: Billy the Kid, Don Corleone, Bonnie e Clyde, Frank Abagnale Jr., isso pra citar só alguns, nem estou citando os vilões históricos. E olha só que interessante. Nenhum é brasileiro. Enfim, não sou de ficar confrontando opiniões, cada um tem a sua. Mas por esse ser um site sobre cinema, acho que o preconceito falou mais alto. E preconceito nunca é bom pra ninguém, seja ele de ordem religiosa, sexual ou étnica. Quanto ao filme, qd eu assistir vou poder opinar se é bom ou ruim. Mas vou analizá-lo como obra cinematográfica, e não pelo caráter do protagonista. Caso contrário, eu teria que parar de ver filmes, pois toda obra cinematográfica tem que ter um vilão ou pelo menos alguém de caráter duvidoso.

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  • Fernando

    Considerado um clássico do cinema, Grand Hotel tem boas atuações, com destaque pra John e Lionel Barrymore. Joan Crawford e Greta Garbo são eternas divas do cinema, mas a atuação delas nesse filme não são as melhores. Greta Garbo tá muito caricata, forçada... e o roteiro não ajudou Joan, que faz uma estenógrafa que só está atrás de dinheiro, o que faz com que ela não tenha um material com mais camadas pra desenvolver sua personagem. Quanto ao roteiro, gosto dessas histórias bem dirigidas, em que a vida de várias pessoas que não tem nada a ver umas com as outras acabam se entrelaçando. Mas achei meio apressado.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    O barão de John Barrymore passa de cínico ladrão e conquistador barato para um cara apaixonado em segundos. Confesso que não comprei essa ideia, até cheguei a pensar que essa "paixonite" seria outro golpe dele.

    . Enfim... é um filme legal... mas não é dos melhores. Não mereceu vencer o Oscar de melhor filme.

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