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A cidade de Butcher Hollow, no Kentucky, tem na exploração das minas de carvão sua única atividade econômica. Lá nasceu Loretta (Sissy Spacek), uma dos 8 filhos de Ted Webb (Levon Helm), um mineiro que criou sua família, apesar de ser bem pobre. Quando tinha apenas 13 anos Loretta se casou com Doolittle Lynn (Tommy Lee Jones). Com 20 anos ela já tinha 4 filhos e tudo indicava que seria uma dona de casa pelo resto da vida. Nesta época ela começou a cantar ocasionalmente para sua família. Seu dom começou a ser notado por Doolittle, que a presenteou com um violão. Com o estímulo do marido, ela grava um disco independente e os dois fazem de tudo para que o disco seja divulgado. Aos poucos Loretta se torna conhecida no mundo da música country, o que faz com que se torne amiga de Patsy Cline (Beverly D'Angelo), que era na época a maior estrela da country music. Mas junto com o sucesso também vieram diversas apresentações, que deixavam Loretta cada vez mais esgotada física e psiquicamente.
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Eu não conhecia Loretta Lynn antes de ver essa cinebiografia que achei satisfatória. A direção conduz bem a narrativa e o elenco não decepciona. Sissy Spacek levou um merecido Oscar de melhor atriz pelo seu trabalho no filme. Uma curiosidade é que tanto ela como Beverly D’Angelo que interpreta a cantora Patsy Cline cantam de fato em cena dispensado a dublagem. O filme ainda teve mais seis indicações para o Oscar incluindo a de melhor filme.
Não acredito que Sissy Spacek ganhou o Oscar de melhor atriz neste filme e não no clássico e icônico Carrie - A Estranha, obra primorosa de Brian De Palma. Não é que Sissy Spacek esteja ruim, ela está bem nesta cinebiografia enfadonha e trivial. Mas, não tem o mesmo brilho que Carrie. Parece que a cerimônia do Oscar só lhe valeu o prêmio por injustiça de não ter dado no momento e filme certo. O elenco e as atuações estão corretas, mas para mim não é um filme magnífico que concorra a a academia. A fotografia é muito bem empregada mostrando as vida pacata e chata do interior do Estado do Kentucky.
Uma trama bem contada, não conhecia a retratada e foi uma grata surpresa sua jornada. Um bom filme.
Uma das ótimas cinebiografias da década.O clima da cidade pequena ajuda bastante no desenvolvimento e passa muito melhor a mensagem.A dupla Spacek e Lee Jones estão em níveis altos de atuação.
>Assistido em 28 de Agosto de 2022
-Dou nota 8/10
Ótima cinebiografia sobre Loretta Lynn, artista que não conhecia, confesso. A direção inspirada de Michael Apted valoriza ainda mais o trabalho, juntamente com a performance sensível e forte de Sissy Spacek.
A reconstituição de época é muito boa e as cenas do Sul são muito bonitas. Um dos acertos do filme é na relação de Loretta com seus familiares, é bem orgânica.