Servir a sociedade acho que deveria ser principalmente para a satisfação das pessoas. Um emprego que permite desenvolver as potencialidades. Pra mim, o curta destaca bem a distorção disso tudo. Quando "servir a sociedade" se torna monótono, sem gerar satisfação e voltado pra coisas supérfluas. Quando a hierarquia entre as pessoas, que seria para desenvolver aquilo que se faz de melhor, torna-se um instrumento de "segregação cíclica" entre as pessoas (os superiores e os inferiores de uma certa situação).
Toca numa questão demasiado delicada: a mulher dentro da religião islâmica. Por um lado a religião pregando a submissão da mulher pelos preceitos religiosos, de outro a mulher com suas liberdades cerceadas. É um ponto muito controvertido(!) e que custa muito a mulher, já que é ela o alvo de violências domésticas, não participar do poder de escolha em seus casamentos e por aí vai, como fora enfatizado no curta... Uma crítica bem ácida, a partir de uma perspectiva ocidental da mulher islâmica.
Pra quem já assistiu: Fiquei me questionando do porquê os robôs vivem juntos com os seres humanos e do porquê neste curta a história principal se passa com os dois robôs. Será que poderia ser pela falta de sensibilidade do ser humano? Sendo, pois, para um robô mais fácil amar que um ser humano? Muito embora a falta de sensibilidade não seja exclusiva do ser humano, já que no trajeto do personagem principal ele se encontra com vários outros robôs que também estão nesta vida. Achei muito interessante a forma que o curta abordou o amor dos dois e as questões que ele me levantou.
Esse filme é uma transposição muito boa do livro de Clarice Lispector de mesmo nome. Vale a pena assistir. Conseguiu passar bem ao telespectador a "inocência pisada" (nas palavras de Clarice) de Macabéa.
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Os Seis Ridículos
2.5 457Consegue ser ridículo 6 vezes e um pouco mais, se duvidar hahaha
Room 8
4.4 97Genial
Roundhay Garden Scene
3.8 39Que trailer impactante! Será que o filme é bom?
Indochine: College Boy
4.5 83Foda! Quero escutar tudo da Indochine agora!
A Senhora e a Morte
4.0 370Cômico
A Face do Fuehrer
4.0 82O mais interessante aqui é a forma como eles focam nas crianças como alvo para atacar uma outra ideologia. Muda-se muita coisa ensinando as crianças.
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
4.3 5,0K Assista AgoraVer esse filme ad infinitum...
Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros
3.6 3,0K Assista AgoraNão curti!
O Emprego
4.5 355Servir a sociedade acho que deveria ser principalmente para a satisfação das pessoas. Um emprego que permite desenvolver as potencialidades. Pra mim, o curta destaca bem a distorção disso tudo. Quando "servir a sociedade" se torna monótono, sem gerar satisfação e voltado pra coisas supérfluas. Quando a hierarquia entre as pessoas, que seria para desenvolver aquilo que se faz de melhor, torna-se um instrumento de "segregação cíclica" entre as pessoas (os superiores e os inferiores de uma certa situação).
Submissão
3.9 15Toca numa questão demasiado delicada: a mulher dentro da religião islâmica. Por um lado a religião pregando a submissão da mulher pelos preceitos religiosos, de outro a mulher com suas liberdades cerceadas. É um ponto muito controvertido(!) e que custa muito a mulher, já que é ela o alvo de violências domésticas, não participar do poder de escolha em seus casamentos e por aí vai, como fora enfatizado no curta... Uma crítica bem ácida, a partir de uma perspectiva ocidental da mulher islâmica.
Estou Aqui
4.2 731Pra quem já assistiu:
Fiquei me questionando do porquê os robôs vivem juntos com os seres humanos e do porquê neste curta a história principal se passa com os dois robôs. Será que poderia ser pela falta de sensibilidade do ser humano? Sendo, pois, para um robô mais fácil amar que um ser humano? Muito embora a falta de sensibilidade não seja exclusiva do ser humano, já que no trajeto do personagem principal ele se encontra com vários outros robôs que também estão nesta vida. Achei muito interessante a forma que o curta abordou o amor dos dois e as questões que ele me levantou.
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A Hora da Estrela
3.9 585 Assista AgoraEsse filme é uma transposição muito boa do livro de Clarice Lispector de mesmo nome. Vale a pena assistir. Conseguiu passar bem ao telespectador a "inocência pisada" (nas palavras de Clarice) de Macabéa.