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Últimas opiniões enviadas

  • joão pedro

    se rogério sganzerla iria amar ou não o filme de welles eu não sei, mas não me cativou. a montagem do filme é incrivel, assim como os planos, mas o contexto em si só confirma a morte cinematográfica. memórias póstumas de f for fake

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  • joão pedro

    Não sei o que seria do homem, que quando nasce é fraco e flexível, mas quando morre, é impassível. Em meio à arquitetura de vertigem, o caos recorda, costurando pouco a pouco, uma lembrança completa. Jonas Mekas é o realizador do tempo. O tal espaço concedido por esse tempo é manifestado através do olhar que o ser adquire durante a vida, até mesmo depois da morte. O exercício de viver e olhar o mundo possibilita essa experiência ontológica.
    Lembro-me de meu avô em tempos passados quando eu, apenas uma criança que corria pra lá e pra cá, era registrado pelo olhar de meu avô através da câmera que se tornava parte de seu corpo, de tão usada. Logo que assisti ao filme de Mekas, corri para ver as gravações que meu avô fazia de seu dia a dia. A câmera era seu diário. Passado um tempo, a única coisa que saia de mim eram lágrimas, cactos de vidro, porcelanato quebrado. É lindo o sentimento de viver aquilo novamente. Todas aquelas memórias, aquele paraíso – muito citado por Mekas – que não precisa ser necessariamente bucólico, nessa onda meio Werther onde o espaço é o campo. O paraíso é tudo que está em volta. Todo aquele momento que vivenciamos, cada paraíso é uma experiência, sejam elas boas ou ruins. O filme é um registro do paraíso de Jonas Mekas. Filme onde cada um irá interpretar da forma que bem entender, mas que no fim todos irão criar uma memória.
    Desde “O homem com uma câmera” de Dziga Vertov, não se tinha um registro tão documental e real do que seria o viver humano. Jonas Mekas com certeza conseguiu impor seu registro antológico do que seria isso. Incrível como o filme te entrega essa limpeza espiritual, o bem-estar momentâneo, um empurrãozinho para viver mais aquele momento e subsequentemente outros.

    ISSO NÃO É UM ENSAIO

    Não sei como se pode analisar um filme onde o autobiográfico não existe. A linguagem não faz parte dessa síntese. Ela morreu, escafedeu! Cada palavra dita ou pensada no fim, em palavras ou não, o ensaio – não existe ensaio, existe ou não? - vai ser um registro intimo e compreendido apenas pelo próprio criador. "As I Was Moving..." é um filme singular, não se consegue escrever sobre, não há o que analisar a não ser o não-filme. Jonas Mekas cria uma espécie de viagem do elétrico guiada pelo viver.
    Um punhado de lembranças incompletas para lembrar uma memória completa.

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  • Paola Fonseca
    Paola Fonseca

    :D Eu achei incrivel!!! Vou assistir sim, sem duvidas!

  • Paola Fonseca
    Paola Fonseca

    Obrigada por me enviar o link do Song Of Avignon é maravilhoso! Há tempos queria assistir e não encontrava. Esse vídeo foi postado em janeiro, acho que nesse ano eu não tinha procurado mais kkkk.

  • Senhor Ivan
    Senhor Ivan

    Seja bem-vindo,João.

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