Gostei da temporada. O oitavo episódio é uma obra-prima. A cena da Janine na janela, mds, sem condições. E juro, estava tudo ótimo, já tinha dado 5 estrelas, até chegar os últimos minutos do último episódio.
Então tá. Então tá bom. June, vc é fodona mesmo. Vai salvar a Hannah só com o poder de protagonista kkk, confia. Assisti incrédulo. O deus ex machina naquela cena do incêndio e das Mathas fazendo contrabando de protagonista (porque elas mesmo não poderiam entrar naquele carro super espaçoso). Serena jogando tudo pro ar e deixando a fuga só pq perdeu o mindinho, sendo que ela participou da criação de Gileade. Que tristeza. Não sei o que esperar mais dessa série...
Cancelaram :( Mas penso que não tinha como deixar esse sistema de votação nada a ver. Viola cotadíssima pela audiência britânica, fora a injustiça com a Maxie, Sistrata, Jazelle, enfim... Se voltar que tenha sede em outro lugar.
"Enfim, é uma patacoada sem tamanho. Coisa que não me incomoda quando a patacoada tem uma lógica interna. Mas aqui não tem lógica nem interna, nem externa, nem adjacente, nem tangencial. Em nenhuma posição, você encontra lógica." - BOSCOV, Isabela
Perfeito. Pra quem leu os livros, é muito bom ver os personagens tendo dimensões e um mundo muito mais rico em detalhes. É o que deveriam ter feito em Duna.
Gosto do ritmo mais lento pela imersão nos personagens. Isso não é ruim. Passei até a gostar do Inspetor-Chefe Kido, rs. É superior à primeira temporada, com mais momentos de tensão. Bela produção da Amazon.
Gostei da versatilidade dessa temporada. Sim, ela é leve, deixou o drama e o suspense pra apostar em comédia em alguns momentos, mas não vejo porque isso seria um problema. Temos outros episódios assim em outras temporadas. Essa só é muito curta.
Que produção maravilhosa. Caracterização e cenários muito reais. Gorbachev tá idêntico, e a arquitetura soviética também (fiquei me perguntando onde foi filmado pra ter tanta semelhança), enfim, vou favoritar porque essa tragédia precisava de uma representação desse nível na mídia.
Não sei se foi psicodelia dos Watchowski, liberdade poética ou se representa a fé extremada dos cidadãos de Nairobi, mas a cena com os passageiros na Van do Capheus foi bizarra.
O objetivo da seção de comentários do filmow é criticar, seja positiva ou negativamente. Se as pessoas possuem argumentos sobre o que acham de algo que assistem, que bom, pois é o mínimo que uma crítica construtiva precisa ter, e é melhor do que vir aqui e comentar algo infundado. Se não quiser discutir, é só se poupar de comentários.
Terminei de assistir essa série hoje. Demorei muito - entre umas duas semanas - para assistir tudo, já que não tinha me prendido no início. Ela melhorou com o passar dos episódios mas ainda continua sendo bem ruim, tanto pela expectativa criada, por ser da Netflix e brasileira, quanto pelos diversos problemas de enredo, figurino, cenário e atuação, ou seja, tudo. Dizer que críticas são complexo de vira-lata é subestimar o potencial do nosso audiovisual. Podemos fazer melhor, como já fizemos. Fora que subestima também a capacidade crítica de quem assiste.
Começando pelo enredo: a grande problemática é saber sobre o contexto geopolítico daquela sociedade. Só assim as coisas começam a fazer sentido na cabeça do telespectador. Por isso, não é muito lógico tomar partido até que todas essas perguntas estejam com suas devidas respostas: a que estado anda o Brasil? Ou não se trata de nenhum país como o nosso num futuro distante? Por que há uma cidade no meio de um buraco improdutivo? Qual a razão das pessoas viverem ali? Onde estão as matérias primas necessárias para o desenvolvimento local e pra sustento? Alimento, água, etc. O que impede ao povo do "lado de cá" de se desenvolver por conta própria? Se todos têm consciência de ação (e se não têm, por quê?), não seria possível uma mudança? Mesmo que o único impedimento fosse a tecnologia, isso não garantiria o estado sub-humano em que eles vivem. Como isso é reforçado por incapacidade no "lado de cá"? Se há força de trabalho e organização, mesmo que para mudança de ambiente, nada daquilo se justifica. Se participar do processo é algo voluntário e não decidido por um poder estatal ou totalitário, qual a razão para a causa existir? Pensando que o Maralto foi formado por um casal em uma ilha pequena e incapaz de abrigar 200 milhões de pessoas (isso no pressuposto de uma nação como o Brasil), como seria possível atender a demanda dos outros 97%? Se a iniciativa e organização de um casal foi capaz de criar uma sociedade ideal, o que impediria a ação de outras pessoas da mesma forma, paralelamente? A existência de uma religião para eles chega a ser risível. Foi um casal humano, não divino! A não ser que a inteligência e empreendimento sejam características divinas. Se apenas eles podem se tirar daquela situação, o processo se tornaria algo inútil, uma vez que haveriam possibilidades infinitas de desenvolvimento fora daquela Ilha e daquele buraco. E o fato do processo ser extremamente antiético e injusto não obriga ninguém a fazer parte dele. Enfim, são perguntas que espero que a série responda. É muito importante para entender toda a trama.
Quanto ao figurino, fotografia e ao cenário, o que mais me incomodou foi a mudança drástica na atmosfera militar do piloto original, que era mais sombria, preta e branca, com cenários de concreto cinzas e uma burocracia característica de um estado totalitário mais crível do que todo o efeito de luzes, vidros e aço cromado do processo feito pela Netflix. Se antes havia um poder autoritário militar no piloto, que demonstrava uma forma mais incisiva contra os direitos humanos e uma razão mais fundamentada pra todos os problemas, nessa versão mais humanizada e "livre", por se tratar de algo voluntário (ainda que recheado de crimes), a coerção durante o processo não se mostrou tão forte. Fica até implícita uma simpatia por todo o processo quando você vê que todas as pessoas que o compõe são tão humanas e recheadas de dramas pessoais quanto os participantes. O Ezequiel é um grande exemplo. A atmosfera futurista deu uma sensação de limpeza, ainda que cansativa, e é muito inverossímel que aquilo se mantenha como contraste ao circo de cores e trapos das favelas pixadas no buraco. Uma coisa que me incomodou também, pelo figurino, foi a necessidade de todos vestirem roupas rasgadas e pintarem a cara de sujeira. Nem mendigos ou as populações mais carentes se vestem assim. Isso foi muito forçado, até mesmo para ambientação "poética" e colorida.
Quanto à atuação, eu poderia fazer algumas ressalvas a alguns personagens, Joana, Rafael e Julia. De resto, os que vi foram muito ruins, inconstantes, inverossímeis e não passaram muita emoção. O pai do Fernando era até engraçado de tão difícil de crer no que ele dizia, pela atuação mesmo. As atitudes deles são estranhas em determinados momentos. Porque o Fernando desistiria do processo por uma desconhecida pertencente a causa que ele repugna? Foi tão gratuito que deu raiva. Espero de verdade que a segunda temporada melhore a série e que se fundamentem essas questões que apontei.
O Estúdio (1ª Temporada)
4.2 104Oh yeah! Maravilhoso.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraAdorei as atuações e os takes únicos. Sensacional.
E haja terapia pra todos os personagens.
Inferno em La Palma
2.7 116 Assista AgoraNuma escala sapatão de relacionamento elas já tinham no mínimo duas bodas, então é compreensível trocar a família e arriscar a vida.
O Conto da Aia (2ª Temporada)
4.5 1,2KGostei da temporada. O oitavo episódio é uma obra-prima. A cena da Janine na janela, mds, sem condições. E juro, estava tudo ótimo, já tinha dado 5 estrelas, até chegar os últimos minutos do último episódio.
Então tá. Então tá bom. June, vc é fodona mesmo. Vai salvar a Hannah só com o poder de protagonista kkk, confia. Assisti incrédulo. O deus ex machina naquela cena do incêndio e das Mathas fazendo contrabando de protagonista (porque elas mesmo não poderiam entrar naquele carro super espaçoso). Serena jogando tudo pro ar e deixando a fuga só pq perdeu o mindinho, sendo que ela participou da criação de Gileade. Que tristeza. Não sei o que esperar mais dessa série...
Fargo (5ª Temporada)
4.1 68 Assista AgoraQue temporada maravilhosa.
Queen of the Universe (2ª Temporada)
3.0 15Cancelaram :(
Mas penso que não tinha como deixar esse sistema de votação nada a ver. Viola cotadíssima pela audiência britânica, fora a injustiça com a Maxie, Sistrata, Jazelle, enfim... Se voltar que tenha sede em outro lugar.
O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (1ª Temporada)
3.9 791Foda-se Tolkien, tô achando a série ótima. Tá épico. Sonho em algo nesse nível pras obras do Brandon Sanderson.
The Umbrella Academy (3ª Temporada)
3.5 177 Assista Agora"Enfim, é uma patacoada sem tamanho. Coisa que não me incomoda quando a patacoada tem uma lógica interna. Mas aqui não tem lógica nem interna, nem externa, nem adjacente, nem tangencial. Em nenhuma posição, você encontra lógica." - BOSCOV, Isabela
As Seguidoras (1ª Temporada)
3.4 24Gente não tem o menor sentido um gancho pra segunda temporada. Se tivesse acabado ali se tornaria melhor
Drag Race Canadá (1ª Temporada)
3.7 69Rita, Jimbo, Scarlet ou Lemon mereciam
RuPaul's Drag Race (7ª Temporada)
3.7 321 Assista AgoraSabendo um pouco mais da história da Pearl e dos bastidores, minha impressão sobre ela mudou muito.
Chucky (1ª Temporada)
3.7 347 Assista AgoraMuito caricato, rs. Depois desse último episódio desisti.
Fundação (1ª Temporada)
3.8 140 Assista AgoraPerfeito. Pra quem leu os livros, é muito bom ver os personagens tendo dimensões e um mundo muito mais rico em detalhes. É o que deveriam ter feito em Duna.
The Romanoffs (1ª Temporada)
3.8 25Gostei de todos os episódios, que produção!
Utopia (US) (1ª Temporada)
3.4 101 Assista AgoraPuts, eu tinha curtido. Amazon tá seguindo os erros da concorrência.
The Leftovers (2ª Temporada)
4.5 437 Assista AgoraApaixonado por essa temporada.
O Homem do Castelo Alto (2ª Temporada)
4.3 106 Assista AgoraGosto do ritmo mais lento pela imersão nos personagens. Isso não é ruim. Passei até a gostar do Inspetor-Chefe Kido, rs. É superior à primeira temporada, com mais momentos de tensão. Bela produção da Amazon.
Black Mirror (5ª Temporada)
3.2 962 Assista AgoraGostei da versatilidade dessa temporada. Sim, ela é leve, deixou o drama e o suspense pra apostar em comédia em alguns momentos, mas não vejo porque isso seria um problema. Temos outros episódios assim em outras temporadas. Essa só é muito curta.
Chernobyl
4.7 1,4K Assista AgoraQue produção maravilhosa. Caracterização e cenários muito reais. Gorbachev tá idêntico, e a arquitetura soviética também (fiquei me perguntando onde foi filmado pra ter tanta semelhança), enfim, vou favoritar porque essa tragédia precisava de uma representação desse nível na mídia.
The OA (Parte 2)
4.3 409Essa série me emociona de uma forma que eu não entendo.
O Mundo Sombrio de Sabrina (Parte 1)
4.0 646Só queria comentar que vejo a série como se Emma Watson fosse a protagonista. Idênticas.
O Conto da Aia (1ª Temporada)
4.7 1,5K Assista AgoraO livro é fantástico. A série tem tudo pra seguir a mesma qualidade (embora os filtros bege e azul me incomodem bastante).
Sense8 (2ª Temporada)
4.3 893Não sei se foi psicodelia dos Watchowski, liberdade poética ou se representa a fé extremada dos cidadãos de Nairobi, mas a cena com os passageiros na Van do Capheus foi bizarra.
3% (1ª Temporada)
3.6 771 Assista AgoraO objetivo da seção de comentários do filmow é criticar, seja positiva ou negativamente. Se as pessoas possuem argumentos sobre o que acham de algo que assistem, que bom, pois é o mínimo que uma crítica construtiva precisa ter, e é melhor do que vir aqui e comentar algo infundado. Se não quiser discutir, é só se poupar de comentários.
Terminei de assistir essa série hoje. Demorei muito - entre umas duas semanas - para assistir tudo, já que não tinha me prendido no início. Ela melhorou com o passar dos episódios mas ainda continua sendo bem ruim, tanto pela expectativa criada, por ser da Netflix e brasileira, quanto pelos diversos problemas de enredo, figurino, cenário e atuação, ou seja, tudo.
Dizer que críticas são complexo de vira-lata é subestimar o potencial do nosso audiovisual. Podemos fazer melhor, como já fizemos. Fora que subestima também a capacidade crítica de quem assiste.
Começando pelo enredo: a grande problemática é saber sobre o contexto geopolítico daquela sociedade. Só assim as coisas começam a fazer sentido na cabeça do telespectador. Por isso, não é muito lógico tomar partido até que todas essas perguntas estejam com suas devidas respostas: a que estado anda o Brasil? Ou não se trata de nenhum país como o nosso num futuro distante? Por que há uma cidade no meio de um buraco improdutivo? Qual a razão das pessoas viverem ali? Onde estão as matérias primas necessárias para o desenvolvimento local e pra sustento? Alimento, água, etc. O que impede ao povo do "lado de cá" de se desenvolver por conta própria? Se todos têm consciência de ação (e se não têm, por quê?), não seria possível uma mudança? Mesmo que o único impedimento fosse a tecnologia, isso não garantiria o estado sub-humano em que eles vivem. Como isso é reforçado por incapacidade no "lado de cá"? Se há força de trabalho e organização, mesmo que para mudança de ambiente, nada daquilo se justifica. Se participar do processo é algo voluntário e não decidido por um poder estatal ou totalitário, qual a razão para a causa existir? Pensando que o Maralto foi formado por um casal em uma ilha pequena e incapaz de abrigar 200 milhões de pessoas (isso no pressuposto de uma nação como o Brasil), como seria possível atender a demanda dos outros 97%? Se a iniciativa e organização de um casal foi capaz de criar uma sociedade ideal, o que impediria a ação de outras pessoas da mesma forma, paralelamente? A existência de uma religião para eles chega a ser risível. Foi um casal humano, não divino! A não ser que a inteligência e empreendimento sejam características divinas. Se apenas eles podem se tirar daquela situação, o processo se tornaria algo inútil, uma vez que haveriam possibilidades infinitas de desenvolvimento fora daquela Ilha e daquele buraco. E o fato do processo ser extremamente antiético e injusto não obriga ninguém a fazer parte dele.
Enfim, são perguntas que espero que a série responda. É muito importante para entender toda a trama.
Quanto ao figurino, fotografia e ao cenário, o que mais me incomodou foi a mudança drástica na atmosfera militar do piloto original, que era mais sombria, preta e branca, com cenários de concreto cinzas e uma burocracia característica de um estado totalitário mais crível do que todo o efeito de luzes, vidros e aço cromado do processo feito pela Netflix. Se antes havia um poder autoritário militar no piloto, que demonstrava uma forma mais incisiva contra os direitos humanos e uma razão mais fundamentada pra todos os problemas, nessa versão mais humanizada e "livre", por se tratar de algo voluntário (ainda que recheado de crimes), a coerção durante o processo não se mostrou tão forte. Fica até implícita uma simpatia por todo o processo quando você vê que todas as pessoas que o compõe são tão humanas e recheadas de dramas pessoais quanto os participantes. O Ezequiel é um grande exemplo. A atmosfera futurista deu uma sensação de limpeza, ainda que cansativa, e é muito inverossímel que aquilo se mantenha como contraste ao circo de cores e trapos das favelas pixadas no buraco.
Uma coisa que me incomodou também, pelo figurino, foi a necessidade de todos vestirem roupas rasgadas e pintarem a cara de sujeira. Nem mendigos ou as populações mais carentes se vestem assim. Isso foi muito forçado, até mesmo para ambientação "poética" e colorida.
Quanto à atuação, eu poderia fazer algumas ressalvas a alguns personagens, Joana, Rafael e Julia. De resto, os que vi foram muito ruins, inconstantes, inverossímeis e não passaram muita emoção. O pai do Fernando era até engraçado de tão difícil de crer no que ele dizia, pela atuação mesmo. As atitudes deles são estranhas em determinados momentos. Porque o Fernando desistiria do processo por uma desconhecida pertencente a causa que ele repugna? Foi tão gratuito que deu raiva. Espero de verdade que a segunda temporada melhore a série e que se fundamentem essas questões que apontei.