Dando 4 estrelas pela nostalgia, eu era apaixonado por esse filme quando tinha 13 anos... hoje aos 31 reassisti e cheguei a me constranger com o quão ruim ele é kkkk A Selena não tem quimica nenhuma com o Drew Seeley, o conto de Cinderela é resolvido com menos de 1h de filme, conflitos rasos, personagens caricatos e sem graça, é extremamente infantil. Não é nem um infantil nível Disney Channel, chega a ser pior. Tem uns furos de roteiro tenebrosos também kkkk dito isso, Tell Me Something I Don't Know hino iconico
Que fofura de filme! Muito lindo, delicado, pensado pra uma geração mais nova de gays - uma romcom levinha, fantasiosa e sim... as vezes até utópica. Mas quantos filmes héteros não são exatamente assim e ninguém fala nada? Eu adorei. O protagonista é muitoo carismático e carrega o filme nas costas também. É legal ver a escalada e mudança de personalidade dele, em como muito da amargura é suavizada na proporção que ele se sente amado e começa a se amar.
É um filme que tinha tudo pra entrar pelo menos no território de "simpático" mas falhou até nisso. A história é extremamente corrida, mal desenvolvida, parece que tinham muitos elementos pra encaixar em uma hora e meia e fizeram o que deu ali... funcionaria melhor se fosse uma série pra desenvolver isso melhor. Eu não senti empatia por nenhum personagem, mal consigo descrever a personalidade de cada um, não comprei o romance dos protagonistas (que aliás, tem zero quimica - a Liamani tem mais quimica com o ator que faz o irmão dela) e nem o cosplay de Lemonade Mouth que fazem do nada na metade do filme pro fim. De onde essa amizade toda surgiu? Nada é desenvolvido, as coisas só são jogadas.
A trilha não tem nada memorável, não é a toa que em uma hora de filme só há escoros nas trilhas originais, mas que parecem versões do Kidzbop delas. As musicas novas são quase todas socadas uma atrás da outra no Jam Final, além de serem picotadas. Até mesmo We Rock foi picotada. E o que foi a aparição da Demi? kkkkk parecendo uma assombração, o livro de composições dela, dá a impressão até que a Mitchie morreu.
Muitos podem falar que não gostei pq não sou o "publico-alvo" mas até se eu fosse eu teria a mesma opinião, é um filme mt mal feito, corrido, definição de cashgrab fácil em cima de nostalgia. Uma pena, pq mesmo os DCOMs antigos sendo pra um publico infantil/adolescente tinham historias bem construídas, personagens cativantes, musicas catchy. Aqui não há nada disso. Liamani queridíssima merecia um filme melhor, pq é talentosa, mas não dá pra tirar leite de uma pedra.
Quando mais novo eu era muito fã de High School Musical, mas tinha muito preconceito com produções brasileiras e também achava uma ofensa tentarem "plagiar" a franquia que eu tanto amava kkkk hoje aos 31, resolvi assistir esse filme pela primeira vez... e é de fato bem ruinzinho. Mas eu esperava coisa bem pior, viu? Tem uns erros de continuidade grotescos, a escola ser claramente num centro de convenções que nem foi disfarçado direito pra parecer uma escola, os atores aparentarem ter 30 anos e não possuirem muito carisma... mesmo que eu esteja parecendo a Chiquinha defendendo o Nhonho agora, apesar de tudo isso, o filme meio que cumpre a proposta que se propõe. É bem intencionado. Hoje, mais maduro, entendo que não é pra ser tão profundo assim e tá tudo bem. Pra um publico adolescente de mente mais aberta na época, deveria funcionar.
O Fellipe é a melhor coisa desse filme. Bonito, o mais talentoso e tem mais química com a protagonista do que o Olavo, que é uma porta. Sinto que o papel dele foi aumentado pra um co-protagonismo justamente pela produção também ter notado isso; o equivalente dele é o Ryan, que não tem tanta relevância assim no HSM original como tem aqui.
As músicas são bem ruinzinhas e acho que só salvo a primeira que tem um beat reggaeton legal junto com a mistura do Olodum, a de Matemática que é bem teatral e divertida e a última que é catchy mas repetem o refrão umas 10 vezes ao ponto que eu não aguentava mais.
Esperava uma bomba atômica estratosférica e recebi uma bombinha simpática que dá pra passar o tempo e que provavelmente eu teria gostado quando era adolescente se tivesse decidido dar uma chance, e que hoje olharia com carinho e nostalgia mesmo sendo algo trash. É sobre
Em resumo: uma gay doida fica obcecada pelo gay padrão toxico que dá ghosting e as coisas vão escalando de uma forma desproporcional. Eu amei o filme! Achei muito dinamico, objetivo, prende a atenção e o Dylan o Brien fez perfeitamente um muscle gay irritante e um hetero burro e agressivo em estado de luto sem soar caricato em nenhum dos 2!
Achei incrível! Um filme que me deixou tenso o tempo inteiro e com medo do que poderia acontecer em seguida. Há todo o suspense geral da obra, enquanto paralelamente o filme mostra uma clara tensão sexual entre Tom e Francis que é transmitida através de uma relação de submissão por parte de Tom. Fica implícito que Tom gosta de Francis e de ser submisso a ele, enquanto Francis demonstra desejos reprimidos sobre sua sexualidade com subtons de sociopatia, usando Tom como seu objeto de uso. Em certo ponto, essa submissão de Tom chega a dar raiva, principalmente quando Sara aparece, e no final
como quando Sara diz que o Guillaume não era flor que se cheire e quando Tom diz que Francis lembra muito ele. Fica entrelinhas que o relacionamento de Tom e Gui era problemático, e explica como a psiquê de Tom ficou mexida a ponto de gostar de estar em mais uma dinâmica abusiva
Fiquei apreensivo o tempo todo, mas me senti aliviado quando
É um filme que tem no papel uma boa ideia mas na prática falta aprofundamento dos personagens. Assisti pelas comparações que fizeram com a série Half Man, e enxergo as similaridades, mas Half Man consegue se aprofundar muito mais nos personagens do que esse filme (também por ser uma série e ter mais tempo pra isso). Queria que a relação entre o Randy e o Benson tivesse mais camadas além de uma fuga por um dia, até o fim do filme eu consegui me envolver com eles e queria mais deles... mas o filme entrega o que consegue entregar em 1h e meia.
Lendo a premissa eu adorei e me interessei muito! Não sei como conseguiram fazer um filme tão ruim com um plot que poderia ser legal. Na verdade, o protagonista só fica atrás de um gp drogado que vive dando perdido nele e nisso acaba se envolvendo com drogas e prostituição contra a própria vontade. E meio que só é isso, entre um monte de cena de sexo quase explicita (algumas foram gostosas sim mas não é pra isso que fui ver o filme, pornô existe pra essa utilidade) e uns takes faux-artísticos pra dar uma profundidade que o filme não tem. Baby é muito melhor, mesmo não sendo um filme perfeito.
A única coisa que dá pra salvar aqui é atriz da Monica que é maravilhosa e merecia algo melhor que essa bomba
Sendo um filme dedicado a contar a história do maior nome da música de todos os tempos, "Michael" parece não ter muita coisa a dizer, o que é estranho.
Aqui, ele é retratado quase como um santo: não tem defeitos, é ingenuo, bondoso, sonhador e não há muita profundidade na persona dele a não ser os flashes dele lendo Neverland. Mesmo sendo o dono do album mais vendido de todos os tempos, Michael ainda é refém de seu pai, que basta dar uma bronca que ele baixa a cabeça. A autonomia só vem faltando 10 minutos pro filme acabar... fora isso, não há conflitos, não há problemas, só coisas que vem e passam de forma quase frívola.
Uma historinha completamente chapa branca, faltando inumeras coisas, que é lotada de recriações de performances iconicas e videoclipes pra trazer o sentimento de nostalgia e fazer o publico pensar que é um grande filme, o que realmente está acontecendo.
E tecnicamente falando, realmente é - muito bem produzido, boas atuações, caracterizações legais e eu acho que o Jaafar mandou muito bem com o que foi dado a ele. Mas meio que fica por aí.
No começo eu achei ok, como uma minissérie da Globo que eles transmitem com a duração de um filme, toda picotada. Os cortes abruptos, os acontecimentos corridos, como se tivessem a pressa de chegar a alguma coisa, ou muita coisa pra relatar em pouco tempo, o que seria compreensível. Os atores estavam ok também... estava achando ruim, mas não um grande desastre como relatavam. Só que aí as coisas foram desandando e piorando cada vez mais. Ao invés de focar no desenvolvimento na banda, focaram em tramas fictícias, situações que não sabemos se existiram com aquelas mulheres, uma coisa totalmente sem necessidade enquanto os outros 3 (tirando Dinho e Sérgio) basicamente foram tratados como figurantes e também eram parte da banda.
Outra coisa que percebi foi a sexualização exarcerbada dos atores. Eu sou um homem gay, então não me incomoda ver homens gostosos sendo... gostosos, mas aqui foi demais. Principalmente o Sérgio, que sempre está de regata com óleo no corpo evidenciando o biceps ou sem camisa sem necessidade alguma. Ele está sem camisa a cada 2 cenas. Tem uma cena que ele tá de cueca slip branca, outra que tiram a camisa dele, outra que a banda toda tá vestida e só ele descamisado... tudo sem motivo. Além de umas tiradas fetichistas no roteiro que quem catou, catou. Me senti assistindo uma novela do Carlos Lombardi, até ter a surpresa quando vi a ficha técnica do filme... óbvio que é uma obra dele.
O Carlos tem essa coisa no trabalho dele de colocar homens bonitos sendo sexualizados ao extremo e mulheres como as vilãs sirigaitas desses "herois". Isso funciona em novela das 19h, mas não acho que cabe numa cinebiografia de pessoas que existiram de verdade e já morreram. É fora do tom, foge do propósito, beira o desrespeito. Se fosse uma obra de ficção, eu não ligaria pra esse aspecto, mas foi meio desnecessário, não achei legal.
Acho que se tivesse uma melhor direção, montagem e roteiro poderia funcionar. É bem intencionado. Uma pena que não rolou.
Como alguém que gosta e acompanha a Charli desde a época do Tumblr e também é fissurado em cultura pop, acho que sou o publico alvo pra esse projeto... mas não rolou como eu gostaria que tivesse rolado.
A primeira parte é meio que um grande nothing burger; as coisas são jogadas, as referências estão lá e quem sabe já pega. É uma coisa de cotidiano, me fez perguntar o pq desse projeto existir pois não adicionava nada e não tava indo a lugar nenhum. A segunda parte no entanto finalmente mostra para o que o filme veio, a mensagem, a vibe e etc, daí gostei bem mais, mas não o tanto que imaginei. Muito disso se deve ao Alexander Skarsgard que captou realmente a vibe caricata e absurda sem soar como uma paródia. Ele parece completamente estar dentro desse personagem e as motivações dele deixam as coisas mais engraçadas ainda. Outra que é um grande destaque é a Rachel Sennott, mas ela foi muito pouco aproveitada. Ela e o Skarsgard parecem ter sido os unicos que entenderam o propósito e engoliram todo mundo ao redor nas cenas que aparecem, mas mesmo assim não foi o suficiente.
No geral The Moment obviamente não é real para ser um documentário, é roteirizado e controlado demais em momentos pra ser um mockumentary e precisava de mais absurdos bizarros pra chegar no território caricato-engraçado. Tenta muita coisa mas não consegue ser nenhuma delas com sucesso. Também não acho que a Charli seja uma popstar carismática o suficiente pra sustentar um projeto assim, e falo isso gostando muito do trabalho dela como cantora, de verdade.
Vai agradar quem gosta muito dela, quem só é simpatizante/gosta de cultura pop num geral vai achar meio meh, e o publico geral... just won't get it. Brat Summer forever, i guess.
Eu gostei muito do filme, apesar de achar que muita gente irá assistir esperando uma coisa e vai receber outra, principalmente devido aos trailers. O filme é mais sobre autodescobrimento, exploração da sexualidade e reflexão sobre autoestima/carência de afetos do que algo romântico e sexual. O BDSM é apenas usado para ilustrar uma história que vai bem além disso.
Colin entra num jogo de submissão 24/7 sem ter a menor ideia do que é e acaba cedendo por aceitar estar num relacionamento abusivo (não houve um acordo disso desde o começo, então sim, basicamente era um relacionamento abusivo em que ele aprendeu a se adaptar e por acaso se descobriu submisso - mas acima de tudo, ele é apenas um homem de baixa auto-estima que aceitou passar por toda a humilhação por querer afeto). No caminho, ele vai descobrindo o que é amor de verdade, o que o excita, os seus limites.
Não acho que seja um filme pra todo mundo e deve revoltar quem não tem conhecimento sobre relações D/S, ainda mais quando elas são 24/7. Não é uma comédia, não é só sexo, não é historinha água com açucar pra fujoshi fanficar, é um filme muito legal sobre descobertas. O livro que o inspirou é muito mais pesado, depressivo, depreciativo. Tem umas partes que é preciso estômago pra ler, o filme pegou muito mais leve.
E pra quem diz não entender como alguém se sujeita a situações do BDSM, entendam que o filme retrata apenas um âmbito da cena - há diferentes formas de relação dentro disso, é algo que acima de tudo tem que haver conversa desde o início e um acordo, coisa que o Colin e o Ray não estipularam - mas se tivessem estipulado o filme nem teria sentido em existir.
É estranho que na primeira metade do filme vc sente odio do El Rubio e as maldades que ele faz ao Chimo, e na segunda vc torce pra que eles se beijem e virem namorados. Apesar do tom provocativo proposital, não é um enemies to lovers gay. Na verdade poderia até ser, mas é muito sutil. É uma historia de amizade apenas. Achei lindo e sensivel, gostaria até que fosse uma minisserie ao invés de filme.
O filme parece um sonho bizarro que a gente tem ou uma trip pesada de LSD. Eu amei kkkk visualmente é um dos filmes mais bonitos que já vi, ainda mais pro ano que ele saiu. A estética é impecável. A história não é tão confusa quanto eu achei que seria, só é bem fora da caixinha, mas te envolve. Recomendo pra quem quer consumir uma obra de coração aberto... ou se tiver chapado.
Eu tinha expectativas pra esse filme mas parece um curta metragem que foi extendido além da conta. A história me irritou profundamente. Tudo seria resolvido se o "hetero" entendesse que é bi mas aparentemente ele realmente não gosta de mulher e tá com uma só pelas aparências. É um cara chato, confuso, não sabe o que quer sobre nada e não há nenhum desenvolvimento pra ele no decorrer do filme; ele parece começar de um jeito e há a proeza de terminar ainda pior. Faltou autoestima pra Elia de estar com um bofe há 6 anos e ele não querer ela morando junto com ele e pro Cris por ser um carinha tão bonito se humilhando pra dar pra um cara que só usa ele como depósito. O final chega a ser a cereja do bolo de ruindade aqui. O elenco é bonito pelo menos então isso dá pra salvar, eu acho.
Eu vi quase que "forçado" pois queria entender o sucesso do filme (e pq não ligo muito pra animações há anos)... mas me surpreendeu positivamente! Achei bem feito, achei fofo, achei extremamente cativante e as musicas são muito boas! Em meio a tantas sequencias inuteis, reboots, remakes e liveactions ele serve como um ar fresco criativo para o publico infanto-juvenil, pois pegou algo que eles andam consumindo muito e fizeram um universo dentro disso, muito bem elaborado. Amei e espero que consiga alguns prêmios na próxima award season.
Eu achei fofo e divertido. O protagonista é meio timido e insosso, um carinha comum. Acho que é importante ter representatividade pra esse tipo de gay tb (eu mesmo me vi nele em momentos kkkk). A história é legal e cativante, mas desanda um pouco na metade
pq diabos ele expulsou o Felipe pela janela por causa do ex chato e inconveniente que o stalkeou até lá? e o Felipe vai ficar fugindo até quando de ser quem ele realmente é? o final mostra que os 2 são caras confusos e enrolados, e é por isso que acabaram sem um ao outro... e sem ninguém
Os numeros musicais me pegaram de surpresa pq eu nem sabia que era um musical, mas as musicas são bem encaixadas, não destoam e nem comprometem a história... só complementam. Acho que o roteiro poderia tomar um rumo diferente, mas é um filme divertido e precisamos de mais obras leves desse tipo voltadas a comunidade.
Gostei bastante do filme, principalmente da segunda metade. Achei a primeira muito corrida, atropelada em momentos e acho que funcionaria melhor como uma minissérie... sinto que quem já conhecia a história de Ney provavelmente não se importou, mas pra quem não conhecia muita coisa (tipo eu) acabou ficando perdido um pouco. Pesquisei e vi que muita coisa foi omitida/esquecida e me deixou um pouco incomodado.
Achei Jesuíta incrivel no papel, mas confesso que achei ele caricato demais no começo. Parecia que ele agia 24/7 no dia a dia como era nos palcos, e não como uma pessoa normal kkk até perceber que foi proposital, pra evidenciar uma diferença dele no começo do filme para ele próximo dos 40, em que parece ainda desafiador, porém mais centrado, responsável e muito mais maduro. Creio que isso foi até um entrave na relação com o Cazuza, que era o total oposto da vibe que ele estava no momento, e o filme faz questão de salientar isso.
A segunda metade parece respirar mais e o filme melhorou demais pra mim. Ainda acho que poderia ter sido uma minissérie, mas cumpriu bem o seu papel. Ney é incrível
Como já foi citado aqui por outras pessoas, a primeira parte é chatissima e arrastada, quase desisti de assistir também. Muita falação e coisa que funcionaria mais numa narrativa literária do que num filme... mas a segunda parte prende mt mais a atenção e é bem mais interessante. Eu queria que o filme girasse em torno da Rose, é de longe a melhor personagem desse filme e completamente magnética - ela rouba TODAS as cenas em que está e fica um gosto de querer saber mais dela do que todo o resto. O Suzano é chatissimo e o outro que filma é quase um figurante de luxo. Entendo q eles quiseram retratar a realidade de três pessoas LGBT completamente diferentes vivendo a mesma situação, mas se focassem só na Rose já seria mais que o suficiente. O monólogo dela no segundo ato já faz valer o filme inteiro.
A fotografia do filme é impecável também e dá pra ver que houve um cuidado grande, mas em boa parte me senti entediado, infelizmente :/ Mas é uma boa produção nacional sim.
É um doc bem desnecessário ao meu ver e provavelmente só pra fechar o contrato dela com a Netflix. A fic de namorico roteirizado foi nada a ver, já que nem é o tal Pedro que narra e sim um ator... e eles nem ficam juntos no final, qual o ponto? Também fiquei sem entender quem é Larissa e quem é Anitta, pra mim ela só tá passando mesmo por uma crise dos 30 (a entendo totalmente pq eu também to) e sofrendo com isso. Algumas coisas não fazem mais sentido pra ela como já fizeram, ela vem mudado, amadurecido, procurando novas ambições. Não é mais a menina de 20 anos querendo ser uma popstar e tomar o mundo - e isso é normal.
Deveria só procurar uma terapia do que ficar gravando tudo isso a troco meio que de nada kkk 3 estrelas pq deu pra entreter e pq eu consegui captar a mensagem que ela passou no final, quem chegou nos 30 recentemente ou tá perto disso vai entender também.
Eu amei o filme. Achei um retrato real e direto sobre grupos LGBTQ+ marginalizados e tudo o que os envolve: não é uma esfera legal de se estar ou viver, mas é a realidade que muitos vivem.
A questão da prostituição, das drogas, dos perigos com a polícia, furtos e afins. Em tempos que toda essa questão por vezes é até romantizada, "Baby" relata como as coisas realmente são, e como são as pessoas por trás disso... com mais foco em Wellington, um rapaz perdido na vida que acaba fazendo escolhas erradas e que só queria ter o amor de sua família. Eu imagino que há muitos igual a ele que vivam na mesma situação, e parte meu coração pensar nisso.
Amei a cinematografia realista, por vezes chega a parecer um documentário e isso faz do filme mais íntimo ainda sobre a mensagem que ele quer transmitir. Sobre o final,
não achei triste e nem feliz. Como o filme retrata a realidade, o final seguiu a mesma linha: eles se reencontraram, não deu certo como antes, mas estão de boa. A vida segue pra eles da forma que estavam. Baby com os amigos fazendo grana, Ronaldo com a prostituição e o tráfico. Não é um final romantizado, nem trágico, é só... real. A sensação que fica é que a vida é assim e é isso. Eles seguiram
Tem umas coisinhas mínimas que me incomodaram, tipo o nome do grupo ser "família close certo" (é uma coisa tão cafona em pleno 2025 q mds) mas a gente releva. Achei o filme bonito, real e sensível. Acho que muita gente se frustrou pq esperava um filmão mesmo, mas é só uma exibição de como a vida é pra algumas pessoas e é isso... pra elas, não há perspectiva de futuro e nem finais felizes.
É um clichê sessão da tarde bobinho e fofinho, entrega exatamente o que promete e é isso. Só achei engraçado o Cameron supostamente ser o cara feio e esquisito e é apenas um padrãozinho sarado com uma touca e cabelo grande kkkk acho que a caracterização dele no antes devia deixá-lo mais desajustado, pra que depois o choque da transformação fosse maior... mas tá valendo.
A Addison Rae é linda e a atuação dela é boa/ok pro que o filme pede, mesmo esse sendo o primeiro grande papel dela. Eu achei legalzinho e cumpre o seu propósito.
Eu gostei muito do filme! Por gostar do tema achei o máximo um filme abordar temas relacionados a isso kkkk pra dramatização ficar melhor teve toda a questão dela estar numa posição de poder, ter uma família e etc. Achei o rapaz uma graça tb rs
Acho que a história poderia ser melhor construída, apesar disso. O filme parece ter uma urgência de chegar aos finalmentes e as coisas acontecem rápido. Não me incomodou taaanto, mas acho que poderiam ter trabalhado um pouquinho mais a tensão deles antes de chegar ao que ocorre em si.
E no final ela não sofreu nenhuma consequência e ainda ficou na mão dele, mesmo sabendo que se quisesse poderia ser maldosa e fazer algo pra sair por cima... ela é uma CEO, iam acreditar na palavra dela contra a de um mero estagiário, caso ele dedurasse tudo. Mas entendo q ela não quis ser cretina e essa tensão do perigo faz parte da fantasia dela, então relevei
O filme meio que entrega o que promete então não entendo tantas críticas a ele, enfim. Achei legal, Nicole está incrível na atuação também.
É um filme ok. Começa bom e interessante, dinâmico e eu gostei de como a história foi se desenrolando. Parecia uma comédia romântica com tons mais adultos, engraçadinho, divertido e prendeu minha atenção a beça, mas
o meio desandou tudo. A parte que o Vanya some é a pior. A cena da casa parecia interminável e busca por ele também. Eu achei COMPLETAMENTE maçante a ponto de ter vontade de ir avançando pq parecia uma coisa de correr em círculos e aqueles russos gritando são insuportáveis. Eu entendi que serviu pra introduzir o Igor na trama e conduzir um laço dele com a Ani entrelinhas mas poderiam ter feito isso de outra maneira
No ato final o filme parece voltar aos trilhos mas também desmancha tudo o que construiu no começo. Ele tenta resolver coisas que o filme não constrói direito, tipo
quando o divórcio se aproxima, é insinuado que a Ani passou a gostar de verdade do Vanya, mas quando essa parte do interesse ir além do dinheiro estava prestes a acontecer no filme, ocorre o sumiço dele e aí desanda tudo. Como a gente consegue sentir mais empatia pela situação sendo que eles não terminaram de construir o arco?
Acho que a história funcionaria mais explorando a Ani entrando em conflito com a realidade dela, o que ela faz e o que ela quer... o filme ensaia isso mas não segue a frente com a proposta, fica tudo no meio do caminho e o final tenta puxar um gancho relacionado a isso mas não tem força suficiente pq perdeu tempo demais com outras coisas que poderiam ser resolvidas em 10 minutos
As atuações são boas mas nada fora de série. A história é ok mas nada groundbreaking. Mesmo que não seja um filme ruim, não entendi esse Oscar buzz absurdo, achei Emilia Perez e Ainda Estou Aqui infinitamente melhores.
Outro Conto da Nova Cinderela
2.8 288Dando 4 estrelas pela nostalgia, eu era apaixonado por esse filme quando tinha 13 anos... hoje aos 31 reassisti e cheguei a me constranger com o quão ruim ele é kkkk A Selena não tem quimica nenhuma com o Drew Seeley, o conto de Cinderela é resolvido com menos de 1h de filme, conflitos rasos, personagens caricatos e sem graça, é extremamente infantil. Não é nem um infantil nível Disney Channel, chega a ser pior. Tem uns furos de roteiro tenebrosos também kkkk dito isso, Tell Me Something I Don't Know hino iconico
Quinze Dias
3.7 111 Assista AgoraQue fofura de filme! Muito lindo, delicado, pensado pra uma geração mais nova de gays - uma romcom levinha, fantasiosa e sim... as vezes até utópica. Mas quantos filmes héteros não são exatamente assim e ninguém fala nada? Eu adorei. O protagonista é muitoo carismático e carrega o filme nas costas também. É legal ver a escalada e mudança de personalidade dele, em como muito da amargura é suavizada na proporção que ele se sente amado e começa a se amar.
Camp Rock 3
2.3 29 Assista AgoraÉ um filme que tinha tudo pra entrar pelo menos no território de "simpático" mas falhou até nisso. A história é extremamente corrida, mal desenvolvida, parece que tinham muitos elementos pra encaixar em uma hora e meia e fizeram o que deu ali... funcionaria melhor se fosse uma série pra desenvolver isso melhor. Eu não senti empatia por nenhum personagem, mal consigo descrever a personalidade de cada um, não comprei o romance dos protagonistas (que aliás, tem zero quimica - a Liamani tem mais quimica com o ator que faz o irmão dela) e nem o cosplay de Lemonade Mouth que fazem do nada na metade do filme pro fim. De onde essa amizade toda surgiu? Nada é desenvolvido, as coisas só são jogadas.
A trilha não tem nada memorável, não é a toa que em uma hora de filme só há escoros nas trilhas originais, mas que parecem versões do Kidzbop delas. As musicas novas são quase todas socadas uma atrás da outra no Jam Final, além de serem picotadas. Até mesmo We Rock foi picotada. E o que foi a aparição da Demi? kkkkk parecendo uma assombração, o livro de composições dela, dá a impressão até que a Mitchie morreu.
Muitos podem falar que não gostei pq não sou o "publico-alvo" mas até se eu fosse eu teria a mesma opinião, é um filme mt mal feito, corrido, definição de cashgrab fácil em cima de nostalgia. Uma pena, pq mesmo os DCOMs antigos sendo pra um publico infantil/adolescente tinham historias bem construídas, personagens cativantes, musicas catchy. Aqui não há nada disso. Liamani queridíssima merecia um filme melhor, pq é talentosa, mas não dá pra tirar leite de uma pedra.
High School Musical: O Desafio
1.7 330Quando mais novo eu era muito fã de High School Musical, mas tinha muito preconceito com produções brasileiras e também achava uma ofensa tentarem "plagiar" a franquia que eu tanto amava kkkk hoje aos 31, resolvi assistir esse filme pela primeira vez... e é de fato bem ruinzinho. Mas eu esperava coisa bem pior, viu? Tem uns erros de continuidade grotescos, a escola ser claramente num centro de convenções que nem foi disfarçado direito pra parecer uma escola, os atores aparentarem ter 30 anos e não possuirem muito carisma... mesmo que eu esteja parecendo a Chiquinha defendendo o Nhonho agora, apesar de tudo isso, o filme meio que cumpre a proposta que se propõe. É bem intencionado. Hoje, mais maduro, entendo que não é pra ser tão profundo assim e tá tudo bem. Pra um publico adolescente de mente mais aberta na época, deveria funcionar.
O Fellipe é a melhor coisa desse filme. Bonito, o mais talentoso e tem mais química com a protagonista do que o Olavo, que é uma porta. Sinto que o papel dele foi aumentado pra um co-protagonismo justamente pela produção também ter notado isso; o equivalente dele é o Ryan, que não tem tanta relevância assim no HSM original como tem aqui.
As músicas são bem ruinzinhas e acho que só salvo a primeira que tem um beat reggaeton legal junto com a mistura do Olodum, a de Matemática que é bem teatral e divertida e a última que é catchy mas repetem o refrão umas 10 vezes ao ponto que eu não aguentava mais.
Esperava uma bomba atômica estratosférica e recebi uma bombinha simpática que dá pra passar o tempo e que provavelmente eu teria gostado quando era adolescente se tivesse decidido dar uma chance, e que hoje olharia com carinho e nostalgia mesmo sendo algo trash. É sobre
Twinless: Um Gêmeo a Menos
3.5 92 Assista AgoraEm resumo: uma gay doida fica obcecada pelo gay padrão toxico que dá ghosting e as coisas vão escalando de uma forma desproporcional. Eu amei o filme! Achei muito dinamico, objetivo, prende a atenção e o Dylan o Brien fez perfeitamente um muscle gay irritante e um hetero burro e agressivo em estado de luto sem soar caricato em nenhum dos 2!
Tom na Fazenda
3.7 378 Assista AgoraAchei incrível! Um filme que me deixou tenso o tempo inteiro e com medo do que poderia acontecer em seguida. Há todo o suspense geral da obra, enquanto paralelamente o filme mostra uma clara tensão sexual entre Tom e Francis que é transmitida através de uma relação de submissão por parte de Tom. Fica implícito que Tom gosta de Francis e de ser submisso a ele, enquanto Francis demonstra desejos reprimidos sobre sua sexualidade com subtons de sociopatia, usando Tom como seu objeto de uso. Em certo ponto, essa submissão de Tom chega a dar raiva, principalmente quando Sara aparece, e no final
eu fiquei com medo do Tom não conseguir escapar da fazenda e continuar "servindo" as maldades do Francis por estar dependente emocionalmente a ele
Confesso que eu queria mais da história; houve algumas pontas soltas mas também houveram coisas subentendidas,
como quando Sara diz que o Guillaume não era flor que se cheire e quando Tom diz que Francis lembra muito ele. Fica entrelinhas que o relacionamento de Tom e Gui era problemático, e explica como a psiquê de Tom ficou mexida a ponto de gostar de estar em mais uma dinâmica abusiva
Fiquei apreensivo o tempo todo, mas me senti aliviado quando
o fim chegou e deixa claro como Tom finalmente conseguiu se livrar do ciclo de abuso que estava vivendo. Eu estava torcendo muito pra ele conseguir
Incrível demais!!
Carona Aterrorizante
3.1 92É um filme que tem no papel uma boa ideia mas na prática falta aprofundamento dos personagens. Assisti pelas comparações que fizeram com a série Half Man, e enxergo as similaridades, mas Half Man consegue se aprofundar muito mais nos personagens do que esse filme (também por ser uma série e ter mais tempo pra isso). Queria que a relação entre o Randy e o Benson tivesse mais camadas além de uma fuga por um dia, até o fim do filme eu consegui me envolver com eles e queria mais deles... mas o filme entrega o que consegue entregar em 1h e meia.
Ruas da Glória
2.5 33 Assista AgoraLendo a premissa eu adorei e me interessei muito! Não sei como conseguiram fazer um filme tão ruim com um plot que poderia ser legal. Na verdade, o protagonista só fica atrás de um gp drogado que vive dando perdido nele e nisso acaba se envolvendo com drogas e prostituição contra a própria vontade. E meio que só é isso, entre um monte de cena de sexo quase explicita (algumas foram gostosas sim mas não é pra isso que fui ver o filme, pornô existe pra essa utilidade) e uns takes faux-artísticos pra dar uma profundidade que o filme não tem. Baby é muito melhor, mesmo não sendo um filme perfeito.
A única coisa que dá pra salvar aqui é atriz da Monica que é maravilhosa e merecia algo melhor que essa bomba
Michael
3.8 538 Assista AgoraSendo um filme dedicado a contar a história do maior nome da música de todos os tempos, "Michael" parece não ter muita coisa a dizer, o que é estranho.
Aqui, ele é retratado quase como um santo: não tem defeitos, é ingenuo, bondoso, sonhador e não há muita profundidade na persona dele a não ser os flashes dele lendo Neverland. Mesmo sendo o dono do album mais vendido de todos os tempos, Michael ainda é refém de seu pai, que basta dar uma bronca que ele baixa a cabeça. A autonomia só vem faltando 10 minutos pro filme acabar... fora isso, não há conflitos, não há problemas, só coisas que vem e passam de forma quase frívola.
Uma historinha completamente chapa branca, faltando inumeras coisas, que é lotada de recriações de performances iconicas e videoclipes pra trazer o sentimento de nostalgia e fazer o publico pensar que é um grande filme, o que realmente está acontecendo.
E tecnicamente falando, realmente é - muito bem produzido, boas atuações, caracterizações legais e eu acho que o Jaafar mandou muito bem com o que foi dado a ele. Mas meio que fica por aí.
Mamonas Assassinas: O Filme
2.3 321No começo eu achei ok, como uma minissérie da Globo que eles transmitem com a duração de um filme, toda picotada. Os cortes abruptos, os acontecimentos corridos, como se tivessem a pressa de chegar a alguma coisa, ou muita coisa pra relatar em pouco tempo, o que seria compreensível. Os atores estavam ok também... estava achando ruim, mas não um grande desastre como relatavam. Só que aí as coisas foram desandando e piorando cada vez mais. Ao invés de focar no desenvolvimento na banda, focaram em tramas fictícias, situações que não sabemos se existiram com aquelas mulheres, uma coisa totalmente sem necessidade enquanto os outros 3 (tirando Dinho e Sérgio) basicamente foram tratados como figurantes e também eram parte da banda.
Outra coisa que percebi foi a sexualização exarcerbada dos atores. Eu sou um homem gay, então não me incomoda ver homens gostosos sendo... gostosos, mas aqui foi demais. Principalmente o Sérgio, que sempre está de regata com óleo no corpo evidenciando o biceps ou sem camisa sem necessidade alguma. Ele está sem camisa a cada 2 cenas. Tem uma cena que ele tá de cueca slip branca, outra que tiram a camisa dele, outra que a banda toda tá vestida e só ele descamisado... tudo sem motivo. Além de umas tiradas fetichistas no roteiro que quem catou, catou. Me senti assistindo uma novela do Carlos Lombardi, até ter a surpresa quando vi a ficha técnica do filme... óbvio que é uma obra dele.
O Carlos tem essa coisa no trabalho dele de colocar homens bonitos sendo sexualizados ao extremo e mulheres como as vilãs sirigaitas desses "herois". Isso funciona em novela das 19h, mas não acho que cabe numa cinebiografia de pessoas que existiram de verdade e já morreram. É fora do tom, foge do propósito, beira o desrespeito. Se fosse uma obra de ficção, eu não ligaria pra esse aspecto, mas foi meio desnecessário, não achei legal.
Acho que se tivesse uma melhor direção, montagem e roteiro poderia funcionar. É bem intencionado. Uma pena que não rolou.
The Moment
3.1 23 Assista AgoraComo alguém que gosta e acompanha a Charli desde a época do Tumblr e também é fissurado em cultura pop, acho que sou o publico alvo pra esse projeto... mas não rolou como eu gostaria que tivesse rolado.
A primeira parte é meio que um grande nothing burger; as coisas são jogadas, as referências estão lá e quem sabe já pega. É uma coisa de cotidiano, me fez perguntar o pq desse projeto existir pois não adicionava nada e não tava indo a lugar nenhum. A segunda parte no entanto finalmente mostra para o que o filme veio, a mensagem, a vibe e etc, daí gostei bem mais, mas não o tanto que imaginei. Muito disso se deve ao Alexander Skarsgard que captou realmente a vibe caricata e absurda sem soar como uma paródia. Ele parece completamente estar dentro desse personagem e as motivações dele deixam as coisas mais engraçadas ainda. Outra que é um grande destaque é a Rachel Sennott, mas ela foi muito pouco aproveitada. Ela e o Skarsgard parecem ter sido os unicos que entenderam o propósito e engoliram todo mundo ao redor nas cenas que aparecem, mas mesmo assim não foi o suficiente.
No geral The Moment obviamente não é real para ser um documentário, é roteirizado e controlado demais em momentos pra ser um mockumentary e precisava de mais absurdos bizarros pra chegar no território caricato-engraçado. Tenta muita coisa mas não consegue ser nenhuma delas com sucesso. Também não acho que a Charli seja uma popstar carismática o suficiente pra sustentar um projeto assim, e falo isso gostando muito do trabalho dela como cantora, de verdade.
Vai agradar quem gosta muito dela, quem só é simpatizante/gosta de cultura pop num geral vai achar meio meh, e o publico geral... just won't get it. Brat Summer forever, i guess.
Pillion
3.2 94Eu gostei muito do filme, apesar de achar que muita gente irá assistir esperando uma coisa e vai receber outra, principalmente devido aos trailers. O filme é mais sobre autodescobrimento, exploração da sexualidade e reflexão sobre autoestima/carência de afetos do que algo romântico e sexual. O BDSM é apenas usado para ilustrar uma história que vai bem além disso.
Colin entra num jogo de submissão 24/7 sem ter a menor ideia do que é e acaba cedendo por aceitar estar num relacionamento abusivo (não houve um acordo disso desde o começo, então sim, basicamente era um relacionamento abusivo em que ele aprendeu a se adaptar e por acaso se descobriu submisso - mas acima de tudo, ele é apenas um homem de baixa auto-estima que aceitou passar por toda a humilhação por querer afeto). No caminho, ele vai descobrindo o que é amor de verdade, o que o excita, os seus limites.
Não acho que seja um filme pra todo mundo e deve revoltar quem não tem conhecimento sobre relações D/S, ainda mais quando elas são 24/7. Não é uma comédia, não é só sexo, não é historinha água com açucar pra fujoshi fanficar, é um filme muito legal sobre descobertas. O livro que o inspirou é muito mais pesado, depressivo, depreciativo. Tem umas partes que é preciso estômago pra ler, o filme pegou muito mais leve.
E pra quem diz não entender como alguém se sujeita a situações do BDSM, entendam que o filme retrata apenas um âmbito da cena - há diferentes formas de relação dentro disso, é algo que acima de tudo tem que haver conversa desde o início e um acordo, coisa que o Colin e o Ray não estipularam - mas se tivessem estipulado o filme nem teria sentido em existir.
Gostei muito e em breve assistirei novamente!
Enemigos
3.4 5 Assista AgoraÉ estranho que na primeira metade do filme vc sente odio do El Rubio e as maldades que ele faz ao Chimo, e na segunda vc torce pra que eles se beijem e virem namorados. Apesar do tom provocativo proposital, não é um enemies to lovers gay. Na verdade poderia até ser, mas é muito sutil. É uma historia de amizade apenas. Achei lindo e sensivel, gostaria até que fosse uma minisserie ao invés de filme.
A Montanha Sagrada
4.2 483 Assista AgoraO filme parece um sonho bizarro que a gente tem ou uma trip pesada de LSD. Eu amei kkkk visualmente é um dos filmes mais bonitos que já vi, ainda mais pro ano que ele saiu. A estética é impecável. A história não é tão confusa quanto eu achei que seria, só é bem fora da caixinha, mas te envolve. Recomendo pra quem quer consumir uma obra de coração aberto... ou se tiver chapado.
Straight
2.5 21 Assista AgoraEu tinha expectativas pra esse filme mas parece um curta metragem que foi extendido além da conta. A história me irritou profundamente. Tudo seria resolvido se o "hetero" entendesse que é bi mas aparentemente ele realmente não gosta de mulher e tá com uma só pelas aparências. É um cara chato, confuso, não sabe o que quer sobre nada e não há nenhum desenvolvimento pra ele no decorrer do filme; ele parece começar de um jeito e há a proeza de terminar ainda pior. Faltou autoestima pra Elia de estar com um bofe há 6 anos e ele não querer ela morando junto com ele e pro Cris por ser um carinha tão bonito se humilhando pra dar pra um cara que só usa ele como depósito. O final chega a ser a cereja do bolo de ruindade aqui. O elenco é bonito pelo menos então isso dá pra salvar, eu acho.
Guerreiras do K-Pop
3.7 222 Assista AgoraEu vi quase que "forçado" pois queria entender o sucesso do filme (e pq não ligo muito pra animações há anos)... mas me surpreendeu positivamente! Achei bem feito, achei fofo, achei extremamente cativante e as musicas são muito boas! Em meio a tantas sequencias inuteis, reboots, remakes e liveactions ele serve como um ar fresco criativo para o publico infanto-juvenil, pois pegou algo que eles andam consumindo muito e fizeram um universo dentro disso, muito bem elaborado. Amei e espero que consiga alguns prêmios na próxima award season.
O Melhor Amigo
2.8 58Eu achei fofo e divertido. O protagonista é meio timido e insosso, um carinha comum. Acho que é importante ter representatividade pra esse tipo de gay tb (eu mesmo me vi nele em momentos kkkk). A história é legal e cativante, mas desanda um pouco na metade
pq diabos ele expulsou o Felipe pela janela por causa do ex chato e inconveniente que o stalkeou até lá? e o Felipe vai ficar fugindo até quando de ser quem ele realmente é? o final mostra que os 2 são caras confusos e enrolados, e é por isso que acabaram sem um ao outro... e sem ninguém
Os numeros musicais me pegaram de surpresa pq eu nem sabia que era um musical, mas as musicas são bem encaixadas, não destoam e nem comprometem a história... só complementam. Acho que o roteiro poderia tomar um rumo diferente, mas é um filme divertido e precisamos de mais obras leves desse tipo voltadas a comunidade.
Homem com H
4.2 535 Assista AgoraGostei bastante do filme, principalmente da segunda metade. Achei a primeira muito corrida, atropelada em momentos e acho que funcionaria melhor como uma minissérie... sinto que quem já conhecia a história de Ney provavelmente não se importou, mas pra quem não conhecia muita coisa (tipo eu) acabou ficando perdido um pouco. Pesquisei e vi que muita coisa foi omitida/esquecida e me deixou um pouco incomodado.
Achei Jesuíta incrivel no papel, mas confesso que achei ele caricato demais no começo. Parecia que ele agia 24/7 no dia a dia como era nos palcos, e não como uma pessoa normal kkk até perceber que foi proposital, pra evidenciar uma diferença dele no começo do filme para ele próximo dos 40, em que parece ainda desafiador, porém mais centrado, responsável e muito mais maduro. Creio que isso foi até um entrave na relação com o Cazuza, que era o total oposto da vibe que ele estava no momento, e o filme faz questão de salientar isso.
A segunda metade parece respirar mais e o filme melhorou demais pra mim. Ainda acho que poderia ter sido uma minissérie, mas cumpriu bem o seu papel. Ney é incrível
Os Primeiros Soldados
3.7 30Como já foi citado aqui por outras pessoas, a primeira parte é chatissima e arrastada, quase desisti de assistir também. Muita falação e coisa que funcionaria mais numa narrativa literária do que num filme... mas a segunda parte prende mt mais a atenção e é bem mais interessante. Eu queria que o filme girasse em torno da Rose, é de longe a melhor personagem desse filme e completamente magnética - ela rouba TODAS as cenas em que está e fica um gosto de querer saber mais dela do que todo o resto. O Suzano é chatissimo e o outro que filma é quase um figurante de luxo. Entendo q eles quiseram retratar a realidade de três pessoas LGBT completamente diferentes vivendo a mesma situação, mas se focassem só na Rose já seria mais que o suficiente. O monólogo dela no segundo ato já faz valer o filme inteiro.
A fotografia do filme é impecável também e dá pra ver que houve um cuidado grande, mas em boa parte me senti entediado, infelizmente :/ Mas é uma boa produção nacional sim.
Larissa: O Outro Lado de Anitta
2.8 41É um doc bem desnecessário ao meu ver e provavelmente só pra fechar o contrato dela com a Netflix. A fic de namorico roteirizado foi nada a ver, já que nem é o tal Pedro que narra e sim um ator... e eles nem ficam juntos no final, qual o ponto? Também fiquei sem entender quem é Larissa e quem é Anitta, pra mim ela só tá passando mesmo por uma crise dos 30 (a entendo totalmente pq eu também to) e sofrendo com isso. Algumas coisas não fazem mais sentido pra ela como já fizeram, ela vem mudado, amadurecido, procurando novas ambições. Não é mais a menina de 20 anos querendo ser uma popstar e tomar o mundo - e isso é normal.
Deveria só procurar uma terapia do que ficar gravando tudo isso a troco meio que de nada kkk 3 estrelas pq deu pra entreter e pq eu consegui captar a mensagem que ela passou no final, quem chegou nos 30 recentemente ou tá perto disso vai entender também.
Baby
3.5 89 Assista AgoraEu amei o filme. Achei um retrato real e direto sobre grupos LGBTQ+ marginalizados e tudo o que os envolve: não é uma esfera legal de se estar ou viver, mas é a realidade que muitos vivem.
A questão da prostituição, das drogas, dos perigos com a polícia, furtos e afins. Em tempos que toda essa questão por vezes é até romantizada, "Baby" relata como as coisas realmente são, e como são as pessoas por trás disso... com mais foco em Wellington, um rapaz perdido na vida que acaba fazendo escolhas erradas e que só queria ter o amor de sua família. Eu imagino que há muitos igual a ele que vivam na mesma situação, e parte meu coração pensar nisso.
Amei a cinematografia realista, por vezes chega a parecer um documentário e isso faz do filme mais íntimo ainda sobre a mensagem que ele quer transmitir. Sobre o final,
não achei triste e nem feliz. Como o filme retrata a realidade, o final seguiu a mesma linha: eles se reencontraram, não deu certo como antes, mas estão de boa. A vida segue pra eles da forma que estavam. Baby com os amigos fazendo grana, Ronaldo com a prostituição e o tráfico. Não é um final romantizado, nem trágico, é só... real. A sensação que fica é que a vida é assim e é isso. Eles seguiram
Tem umas coisinhas mínimas que me incomodaram, tipo o nome do grupo ser "família close certo" (é uma coisa tão cafona em pleno 2025 q mds) mas a gente releva. Achei o filme bonito, real e sensível. Acho que muita gente se frustrou pq esperava um filmão mesmo, mas é só uma exibição de como a vida é pra algumas pessoas e é isso... pra elas, não há perspectiva de futuro e nem finais felizes.
Ele é Demais
2.6 220 Assista AgoraÉ um clichê sessão da tarde bobinho e fofinho, entrega exatamente o que promete e é isso. Só achei engraçado o Cameron supostamente ser o cara feio e esquisito e é apenas um padrãozinho sarado com uma touca e cabelo grande kkkk acho que a caracterização dele no antes devia deixá-lo mais desajustado, pra que depois o choque da transformação fosse maior... mas tá valendo.
A Addison Rae é linda e a atuação dela é boa/ok pro que o filme pede, mesmo esse sendo o primeiro grande papel dela. Eu achei legalzinho e cumpre o seu propósito.
Babygirl
2.7 497 Assista AgoraEu gostei muito do filme! Por gostar do tema achei o máximo um filme abordar temas relacionados a isso kkkk pra dramatização ficar melhor teve toda a questão dela estar numa posição de poder, ter uma família e etc. Achei o rapaz uma graça tb rs
Acho que a história poderia ser melhor construída, apesar disso. O filme parece ter uma urgência de chegar aos finalmentes e as coisas acontecem rápido. Não me incomodou taaanto, mas acho que poderiam ter trabalhado um pouquinho mais a tensão deles antes de chegar ao que ocorre em si.
E no final ela não sofreu nenhuma consequência e ainda ficou na mão dele, mesmo sabendo que se quisesse poderia ser maldosa e fazer algo pra sair por cima... ela é uma CEO, iam acreditar na palavra dela contra a de um mero estagiário, caso ele dedurasse tudo. Mas entendo q ela não quis ser cretina e essa tensão do perigo faz parte da fantasia dela, então relevei
O filme meio que entrega o que promete então não entendo tantas críticas a ele, enfim. Achei legal, Nicole está incrível na atuação também.
Anora
3.4 1,2K Assista AgoraÉ um filme ok. Começa bom e interessante, dinâmico e eu gostei de como a história foi se desenrolando. Parecia uma comédia romântica com tons mais adultos, engraçadinho, divertido e prendeu minha atenção a beça, mas
o meio desandou tudo. A parte que o Vanya some é a pior. A cena da casa parecia interminável e busca por ele também. Eu achei COMPLETAMENTE maçante a ponto de ter vontade de ir avançando pq parecia uma coisa de correr em círculos e aqueles russos gritando são insuportáveis. Eu entendi que serviu pra introduzir o Igor na trama e conduzir um laço dele com a Ani entrelinhas mas poderiam ter feito isso de outra maneira
No ato final o filme parece voltar aos trilhos mas também desmancha tudo o que construiu no começo. Ele tenta resolver coisas que o filme não constrói direito, tipo
quando o divórcio se aproxima, é insinuado que a Ani passou a gostar de verdade do Vanya, mas quando essa parte do interesse ir além do dinheiro estava prestes a acontecer no filme, ocorre o sumiço dele e aí desanda tudo. Como a gente consegue sentir mais empatia pela situação sendo que eles não terminaram de construir o arco?
Acho que a história funcionaria mais explorando a Ani entrando em conflito com a realidade dela, o que ela faz e o que ela quer... o filme ensaia isso mas não segue a frente com a proposta, fica tudo no meio do caminho e o final tenta puxar um gancho relacionado a isso mas não tem força suficiente pq perdeu tempo demais com outras coisas que poderiam ser resolvidas em 10 minutos
As atuações são boas mas nada fora de série. A história é ok mas nada groundbreaking. Mesmo que não seja um filme ruim, não entendi esse Oscar buzz absurdo, achei Emilia Perez e Ainda Estou Aqui infinitamente melhores.