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Últimas opiniões enviadas

  • Juliano

    Interessante como o diretor "brinca" com a paleta de cores.

    Como por exemplo nos momentos em que o personagem do Colin Firth

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    está planejando o seu suicídio por não suportar mais a dor de sua perda.

    Tom Ford usa uma paleta mais voltada para o marrom, que na cultura oriental significa dor por perda e luto.

    Outro exemplo é sempre que a personagem da Juliane Moore surge em tela, temos tons mais quentes, o que sugere uma mulher cheia de vida e energia, que quer dividir isso com o protagonista, embora sem sucesso.

    Também quando acontecem coisas agradáveis e sutis com o personagem a paleta tende para tons mais quentes e coloridos, representando instantes em que a sua dor é momentaneamente superada, porém estes momentos rapidamente acabam e o personagem volta a ficar depressivo e a imagem regressa para uma paleta com tons mais frios.

    Exemplos desses momentos agradáveis são, quando ele conversa com uma menina com vestido azul (representando inocência) e sua mãe de vermelho, quando ele faz carinho em um cachorro (o que lhe traz boas lembranças), conversa com um rapaz na frente de uma loja de conveniência e por fim quando se encontra com o aluno dele em um bar. Em quase todos estes bons momentos tem alguém querendo ajudar o personagem por perceber que há algo errado com ele, que por sua vez, sempre se nega a receber a ajuda e volta para seu estado de depressão, embora tente não demonstrar.

    Por fim, o encontro com o seu aluno resume bem a mensagem do filme. Com bastante niilismo eles questionam o passado, o presente e o futuro buscando um sentido para o mundo, para a vida, para tudo.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    E somente ao final da película, com a paleta já quente há algum tempo, que o protagonista entende que talvez o que dê sentido para tudo sejam estes singelos momentos agradáveis. Ao perceber isso, é como se ele tivesse cumprido sua "missão", tem um ataque do coração, morre e a paleta é claro, novamente torna ao tom frio.

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  • Juliano

    Eu tinha um certo preconceito com westerns, até assistir essa obra prima do Sergio Leone...

    O filme não só se tornou instantaneamente um dos meus favoritos, como me proporcionou um dos momentos mais catárticos na sétima arte (que final é aquele???) e me ensinou que nunca se deve ter preconceitos com gênero nenhum.

    Sergio Leone era foda!
    Ennio Morricone é foda!
    Clint Eastwood é foda!

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  • Juliano

    Li o livro em 2016 e vi o filme em 2017.

    Confesso que demorei um tanto pra entrar no ritmo da história em ambas versões.

    Eu lia duas páginas do livro e "ai que preguiça".
    Via 10 minutos de filme e "ai que preguiça".
    Lia mais três páginas, "ai que preguiça".
    Mais 15 minutos de filme e de novo "ai que preguiça".

    E assim foi até o fim, demorei um bocado para terminar as duas obras.

    O que não significa que são ruins.

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